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Eu sou Marlise Alves e esse é o DONA CAST, podcast baseado na metodologia DONA: - Dinheiro - Organização - Negócios - Ação, que vai ajudar você Psicóloga, a sair da desorganização financeira e a ter tornar DONA do seu negócio em Psicologia Clínica.
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Eu sou Marlise Alves e esse é o DONA CAST, podcast baseado na metodologia DONA:
Nesta 2a temporada o nosso tema é específico para profissionais da Psicologia. Então, se você já é ou quer se tornar uma DONA do seu consultório de psicologia, esse assunto é pra você!
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Somamos mais de 25,8 milhões de mulheres empreendedoras no Brasil. Representamos 50% dos negócios iniciais no país e 43,5% dos estabelecimentos totais. Hoje somos o 3º país com maior taxa de mulheres em negócios iniciais.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a mulher brasileira trabalha 5 horas semanais a mais que os homens. O tempo é calculado tendo como base a famosa jornada dupla/tripla, um termo usado para descrever a rotina de uma mulher que tem múltiplas tarefas, entre sua atuação no mercado de trabalho, afazeres domésticos e filhos para cuidar. Ou seja, o trabalho nunca tem fim e os desafios são tantos que falamos de jornada contínua.
Por conta disso, as empresárias tendem a se dedicar 22% a menos ao seu negócio em comparação aos homens empresários de acordo com a mesma pesquisa. Será?
Outros desafios bastante comuns são a falta de confiança para abrir seu próprio negócio, networking, acesso financeiro e expectativa de crescimento. Mesmo sendo diversos obstáculos, o empreendedorismo feminino é uma feliz realidade que inspira diversas pessoas.
É por esse e tantos outros motivos que surgiu o Dona Cast: para ajudar a mulher a se tornar DONA do seu próprio negócio e viver do rendimento dele.
Neste episódio de final de temporada, eu faço uma retrospectiva dos principais temas que falamos durante o ano e chamo a sua atenção para os principais pontos que precisam ser cuidados quando o assunto são negócios e dinheiro.
Sou casada com o meu sócio ou sou sócia do meu marido? Eis aí uma confusão de papéis que faz parte de muitos negócios de DONAS pelo Brasil inteiro, incluindo aqui, no meu escritório, na minha empresa. Sou sócia do Márcio desde 2002, quando ele veio trabalhar na empresa e nos casamos um pouco antes, em 1998.
De acordo com a Federação Nacional de Empresas Independentes, 43% das pequenas empresas são familiares (isto é, empresas em que dois ou mais membros da família administram um empreendimento em que pelo menos um membro da família é o proprietário). Desse total de empresas, 53% dos gerentes compartilham a administração diária da empresa com o cônjuge.
"Supomos que as empresas geridas por marido e mulher sejam maravilhosas porque há inúmeros casais sofisticados por aí que falam de suas empresas e de sua família e como conseguem harmonizar as duas coisas", diz Laura Huang, professora de administração da Wharton. "De modo geral, porém, talvez não seja uma boa ideia abrir uma empresa com o cônjuge."
Informações do site: http://www.knowledgeatwharton.com.br/
Mas e na prática? Quais são os principais desafios enfrentados? Eu mesma já tenho aqui a minha lista de desafios e pra isso eu chamei duas profissionais incríveis para este papo: Kelly Correa e Eliza Góes.
A Pesquisa de Expectativa de Emprego do ManpowerGroup apontou que o 4º trimestre tem previsão de ser um dos mais positivos dos últimos 8 anos em termos de contratação.
O indicador de expectativas de contratação no Brasil é de 14%, crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao 3º trimestre e 18 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2020. O país não apresentava uma expectativa tão otimista desde o 4º trimestre de 2013, quando o índice foi de 17%.
O indice entre as Microempresas (menos de 10 funcionários) é de 5% de crescimento.
A perspectiva é positiva e, sobre se é o momento de contratar ou não, falamos sobre isso no Dona Cast numero 06, com a presença da Shirley Ortiz e da Marcella Raupp.
O tema aqui vai além disso. Decidi contratar, percebi que preciso de ajuda aqui no meu negócio, o que fazer? Por onde começar a estruturar a vaga? Como acertar na hora da contratação?
Para nos ajudar neste tema, tenho aqui uma convidada que sabe tudo desse assunto: Renata Bettiol, especialista no assunto contratação.
Sou velha demais para empreender. Eu já ouvi essa frase de uma mulher de 50 anos de idade. Assim como já ouvi a frase: ainda não sei empreender, sou jovem pra isso, de uma mulher de 49. Será que a idade é o ponto central nas questões de empreendedorismo? Ela (a idade) determina nosso sucesso nos negócios ou é apenas uma crença interna de que eu ainda não tenho capacidade para isso?
Segundo uma pesquisa divulgada pelo Sebrae, a idade média do empreendedor brasileiro é 44,7 anos. Apesar disso, outro levantamento mostra que 80% dos empreendedores mais jovens, pensaram em empreender antes dos 18 anos. Mas, qual a melhor idade para abrir uma empresa?
Eu quero te dizer hoje, não importa a idade que você tem, neste episódio vamos falar sobre esse assunto e você vai saber sobre as vantagens e desvantagens de empreender em qualquer idade. Confira este episódio incrível com a participação de Zenaide Carvalho.
Você conhece os maiores medos da humanidade? Segundo HILL, Napoleon no livro A Lei do Triunfo, os principais medos da humanidade são:
E claro, que muitas DONAS tem esse medo: que é o de faltar dinheiro, ainda mais quando temos a responsabilidade solitária de manter os nossos lares com o fruto do nosso trabalho e do nosso negócio.
Segundo o IBGE, em 1950, cerca de 12% dos lares já eram chefiados por mulheres no Brasil. Em 2000, o número subiu para 26%. Depois para 35% em 2009 e, finalmente, chegamos à marca de 45% em 2018. Ou seja, só entre 2014 e 2019, quase 10 milhões de mulheres assumiram o posto de chefe de família. Esse posto de “chefe de família” acompanha essa responsabilidade de bancar a família, de manter ou criar uma qualidade de vida.
Quando tudo vai bem, ok, é ótimo viver do fruto do trabalho, mas e quando não está bem? Quando está faltando dinheiro, o que fazer?
No mundo dos negócios ou no mundo do trabalho uma verdade é certa: ninguém sai de casa para fazer o seu pior. Todas nós queremos acertar, especialmente quando o negócio é nosso… aí entra o nosso sonho, o nosso futuro, o nosso sustento.
E, mesmo com algumas estatísticas pessimistas sobre o futuro incerto das pequenas empresas, um dado aparece na mão, mostrando o lado empreendedor dos brasileiros e brasileiras: o Ministério da Economia informou em 02/2021 que 3.359 milhões de empresas foram abertas no Brasil no ano passado e 1.044 milhão foram fechadas. Assim, o país registrou um saldo positivo de 2.315 milhões de novos negócios disponíveis no período.
Segundo o governo, o número de empresas abertas no ano passado foi o maior desde o início da série histórica, em 2010.
E, cá entre nós, seja por necessidade ou seja para a realização de um sonho, quem empreende quer ver resultados.
Mas, o que acontece quando o resultado não vem? Quando os não negócios vão bem? Quando eu não vejo o dinheiro do negócio? Bate um desespero e é por isso que estamos aqui para ajudar você DONA! O nosso caso é um pedido de ajuda e aqui tenho duas mulheres incríveis para trocarmos ideias e conhecimentos - Mikarla Freitas e Janine Torresini!
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