esse é sobre como deus está triste com tanta psicanálise. pra mim, psicanálise é um compromisso, é um trato comigo mesmo e, por isso, se tornou um tema muito comum. no entanto, nem todo mundo está familiarizado com ela e, às vezes, eu sinto que rola muita confusão. a ideia aqui é tentar mostrar o quanto ela pode ser uma ferramenta muito útil na nossa vida, por vários méritos. ou não também, você quem vai decidir. como diria um bom psicanalista: depende. obviamente, tomo esse local de fala a partir da minha experiência como pessoa que faz análise, mas não é suficiente. então, chamei a família real, os príncipes da psicanálise, três rapazes estudantes de psicologia e de psicanálise, lindos e muito inteligentes que eu adoro demais. o primeiro deles, diêgo oliver, poeta incrível que, assim como eu, também publica na revista mormaço. felipe santos, também conhecido como amor-senhor-meu-namorado, o maior colagista da bahia (essa informação não possui nenhum tipo de parcialidade), já fez até capa de episódio aqui no dor de facão. e saulo machado, autor de um dos melhores livros de contos que li nos últimos tempos, "o jogo das margaridas" (editora mormaço, 2021). aproveitem que dessa vez eu fiz a festa, só gente fina, elegante e sincera por aqui.