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Esse DD é mais uma pergunta, na verdade: até que ponto a alegria e a felicidade podem ser uma escolha? Você já pensou sobre isso? Sempre achei que as pessoas alegras fossem ingênuas, mas talvez eu estivesse enganado... Talvez seja melhor mesmo ser alegre que ser triste. O que vocês acham? E existem momentos nos quais escolher a alegria não é possível?
Outro dia comecei a me perguntar sobre o significado dessa expressão... Valer a pena... E fui pesquisar. O significado, a origem... Vocês não acham estranho que as coisas boas da nossa vida sejam apontadas como coisas que valem a pena? Não parece ter uma ideia de penalidade aí, de castigo... Bom dia!
Há um tempo aquele poema do Camões tem voltado na minha cabeça. E a musica do Legião Urbana, claro. O contentamento descontente... O que é a ideia do contentamento? O amor tem a ver com isso? O amor nos possibilita o contentamento? Vocês já pensaram sobre isso? Tenho achado que o amor pode funcionar como uma maneira de viabilizar a nossa experiência de estar no presente, cada vez mais difícil hoje em dia..
O desejo várias vezes é apontado como vilão da história. Quanto mais você deseja, mais você tende a se frustrar. Quanto mais expectativa, mais frustração. Mas tem como se "livrar" do desejo? Faz sentido pensar assim?
Sobre os conceitos de vontade de potência, sucesso, progresso, evolução e, talvez, pra começar a pensar sobre a ideia de contentamento...
Pergunta que me faço sempre. Por que é tão difícil encerrar as coisas? Por que é tão difícil estar tranquilo com coisas que se fecham? Uma pessoa me escreveu esses dias um comentário que gerou esse vídeo: se é difícil fechar é porque não era a hora de ter fechado. Faz sentido?
Essa impressão de que o tempo é subjetivo é mais que uma impressão. É uma coisa concreta. O tempo não existe em si. Ele é a consequência de coisas acontecendo no espaço, em volta da gente. Daí a conclusão, um pouco óbvia até, de que quanto mais coisa acontecendo, mais o tempo passa. Faz sentido? O tempo não é uma coisa que existe isolada do mundo. Ele é o mundo. Ele é você.
Uma lembrança de um diálogo que eu tive com meu pai ainda criança. Sobre a memória. E tudo o que a gente consegue se lembrar na vida. Ou tudo que se perde pelo caminho. Já imaginou o tanto de coisa que ficou guardado em você mas sem que você saiba exatamente onde...?
Sempre assisto esses vídeos motivacionais e acho estranha essa ideia de que você tem que conseguir virar uma versão melhor de você mesmo. Que versão melhor é essa? E se eu só quisesse virar uma versão mais feliz de mim mesmo?
Ou conhece-te a ti mesmo. É uma idéia muito antiga. Mas mais atual do que nunca. Cada vez mais o conhecimento mais importante parece ser o autoconhecimento. Cada vez mais os computadores dominam o campo dos dados e sobra para nós conhecer o sentido da nossa própria vida. E qual é esse sentido? Como ser mais feliz?
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