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Sete minutos para responder uma pergunta que todo veterinário de gatos já fez olhando para uma boca com estomatite: como é que isso dói tanto? Descartamos os suspeitos óbvios e vamos atrás do que realmente machuca — com o que isso muda na conduta a partir de amanhã.
Você já suou frio ao internar um paciente felino cujo coração está falhando, mas os rins também estão pedindo socorro? Neste episódio do VetCast, mergulhamos fundo em um dos maiores quebra-cabeças da medicina interna veterinária: a Síndrome Cardiorrenal Felina.Descubra como a disfunção aguda ou crônica de um desses órgãos induz ativamente a lesão no outro através de vias hemodinâmicas, neurohormonais e de uma cascata inflamatória letal. Discutimos o imenso desafio do manejo clínico em pacientes com comorbidades, um cenário de extremo equilíbrio onde o tratamento que salva o pulmão e o coração muitas vezes isquemia o rim, e vice-versa
Nessa nossa jornada pela gastroenterologia felina, o holofote se volta para a maior vítima de todo o colapso sistêmico: o pâncreas. Discutimos como o órgão é agredido por três frentes distintas, sofrendo o refluxo de bactérias, o apedrejamento por cálculos migratórios da vesícula (pancreatolitíase) e a infiltração imunológica crônica originada no intestino. Porém, o grande alerta clínico deste episódio é o catastrófico Colapso Endócrino. Aprofundamos a ligação bidirecional e fatal entre a pancreatite crônica e o Diabetes Mellitus
Você sabia que um simples ciclo de antibióticos para tratar uma rinotraqueíte pode alterar o microbioma de um filhote por mais de dois anos?. No segundo episódio da nossa minissérie, focamos no intestino, o verdadeiro "Marco Zero" das doenças felinas. Exploramos a fascinante imunologia gastrointestinal para explicar como o seu paciente adoece de dentro para fora.
Neste episódio de estreia, desconstruímos um dos maiores mitos da clínica médica de felinos: a ideia de que a Tríade Felina é um diagnóstico definitivo. Na verdade, ela é apenas a ponta do iceberg de um complexo efeito dominó de morbidades interligadas. Mergulhe conosco na "armadilha anatômica" do gato, onde o ducto biliar e o ducto pancreático compartilham uma via única de saída na papila duodenal, controlada de forma estrita pelo esfíncter de Oddi.Entenda como a inflamação dessa válvula dita o desastre sistêmico: se ela fica frouxa, ocorre o refluxo de bactérias intestinais para o fígado e pâncreas; se ela trava, gera o represamento da bile, originando lama biliar, colélitos repletos de bactérias e até um altíssimo risco de sepse. Se você quer parar de rotular os sintomas no laudo do ultrassom e começar a investigar a verdadeira patofisiologia obstrutiva e infecciosa, este episódio é o seu ponto de partida.
Olá gateiros ouvintes! Voltamos com mais uma temporada no nosso podcast. Neste episódio ajudo a vocês desvendarem mais um enigma diagnóstico, o da pneumonia em gatos. Sigam comigo.
Um artigo de revisão recente publicado na Frontiers in Neurology por Ingrid Niesman levanta uma questão provocadora: será que, ao domesticarmos os gatos, criamos acidentalmente um modelo animal para a neurodegeneração humana?Vamos explorar os pontos-chave deste estudo e suas implicações para o nosso dia a dia clínico.
A disfunção cognitiva é bem conhecida em gatos, mas há alguma similaridade com o Alzheimer humano?
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Hoje quero compartilhar com você uma descoberta que acabou de ser publicada no Journal of Feline Medicine and Surgery e que pode mudar completamente a forma como você aborda casos de enteropatia crônica em gatos. Estou falando de um estudo sobre fibrose mucosa que revela informações cruciais sobre diagnóstico e prognóstico que provavelmente você não está aplicando na sua rotina.
Por que isso é relevante para você? Simples: porque enteropatia crônica é uma das condições mais desafiadoras na medicina felina, e qualquer ferramenta que nos ajude a ser mais precisos no diagnóstico e prognóstico nos coloca em uma posição de destaque profissional. E vamos ser honestos - em um mercado cada vez mais competitivo, ser o veterinário que domina os detalhes que fazem a diferença é o que separa os profissionais comuns dos especialistas de referência. Você que manter-se atualizado e seguro em seus atendimentos? Entra na plataforma STREAMING CAT, com aulas ministradas por grandes profissionais. Entra aqui: https://streamingcat.drreginaldopereira.com/v2/?utm_source=linkbio_organico
A cistocentese descompressiva é um procedimento valioso que pode restaurar o fluxo urinário, auxiliar os rins e aliviar a dor intensa associada a uma bexiga distendida. Embora pareça ser um procedimento de baixo risco em pesquisas e publicações, existe o risco de dano iatrogênico à parede da bexiga, mas que "potencialmente pode ser resolvido" se ocorrer. A decisão de realizá-la é altamente individualizada e baseada no julgamento clínico, considerando a gravidade do paciente e a facilidade de passar um cateter urinário. Em certos casos, pode ser uma medida de salvamento quando a cateterização não é possível.
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