Quando iniciar a reposição de testosterona? Existe um valor específico no exame que indica a necessidade de tratamento? E qual é a diferença entre testosterona intramuscular, subcutânea e chip hormonal?
Neste episódio, o Dr. Lucas Alexandre, médico urologista e andrologista, explica quais fatores são considerados na avaliação da reposição de testosterona e apresenta as principais vias de administração abordadas no vídeo.
Você vai entender por que os sintomas e o histórico do paciente também entram na avaliação, além de conhecer as diferenças entre as formas de administração e os aspectos práticos de cada uma.
⏱️ CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 — Quando iniciar a reposição de testosterona?
00:37 — A partir de qual valor considerar o tratamento?
00:46 — O valor de 350 é uma regra absoluta?
01:00 — O exemplo da testosterona que caiu de 800 para 400
01:14 — Sintomas que podem estar associados à testosterona baixa
01:30 — A importância do histórico do paciente
01:41 — Injeção, via subcutânea ou chip: quais são as opções?
01:58 — Existe uma via melhor do que a outra?
02:05 — O que o médico explica sobre a via oral
02:20 — Testosterona intramuscular: como funciona?
02:50 — Testosterona subcutânea: praticidade e fracionamento
03:21 — Picos e níveis de testosterona: o que muda?
03:42 — Chip de testosterona: duração e aplicação
03:57 — Para quais pacientes o chip é considerado?
04:10 — Como funciona a reposição com chip absorvível?
04:31 — Como escolher a forma de tratamento?
04:37 — Dúvidas e comentários