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Preenchimento peniano: será que esse procedimento é indicado para você?
Neste episódio, o Dr. Lucas Alexandria, médico andrologista, explica 3 pontos importantes que devem ser considerados antes de realizar a harmonização peniana com ácido hialurônico.
Você vai entender por que a proporção entre a glande e a haste peniana influencia o resultado estético, em quais situações o aumento da espessura pode ser interessante e como a presença da fimose pode interferir na avaliação e no planejamento do procedimento.
Neste episódio, você vai descobrir:
00:00 — 3 dicas sobre o preenchimento peniano
00:26 — Dica 1: proporção entre a glande e a haste peniana
00:57 — Volume, autoestima e harmonia estética
01:19 — Dica 2: quando a haste é comprida, mas fina
01:39 — O aspecto do pênis flácido e as mudanças de volume
02:17 — Espessura peniana e possíveis efeitos na relação sexual
02:32 — Dica 3: como a fimose pode influenciar o resultado
02:46 — Quando considerar a cirurgia de fimose antes do preenchimento
03:15 — Compartilhe o vídeo com quem precisa dessas informações
Se você tem dúvidas sobre preenchimento peniano, harmonização íntima masculina ou aumento da circunferência peniana, este conteúdo pode ajudar você a entender melhor os fatores envolvidos.
Importante: cada caso precisa de avaliação médica individualizada. Os resultados variam de pessoa para pessoa, e a indicação do procedimento depende das características anatômicas, das expectativas e dos riscos envolvidos.
#PreenchimentoPeniano #HarmonizaçãoPeniana #SaúdeMasculina #Andrologia #ÁcidoHialurônico
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Testosterona baixa e infertilidade masculina
acesse nosso site para mais informações: https://drlucasalexandria.com.br/
Quando iniciar a reposição de testosterona? Existe um valor específico no exame que indica a necessidade de tratamento? E qual é a diferença entre testosterona intramuscular, subcutânea e chip hormonal?
Neste episódio, o Dr. Lucas Alexandre, médico urologista e andrologista, explica quais fatores são considerados na avaliação da reposição de testosterona e apresenta as principais vias de administração abordadas no vídeo.
Você vai entender por que os sintomas e o histórico do paciente também entram na avaliação, além de conhecer as diferenças entre as formas de administração e os aspectos práticos de cada uma.
⏱️ CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 — Quando iniciar a reposição de testosterona?
00:37 — A partir de qual valor considerar o tratamento?
00:46 — O valor de 350 é uma regra absoluta?
01:00 — O exemplo da testosterona que caiu de 800 para 400
01:14 — Sintomas que podem estar associados à testosterona baixa
01:30 — A importância do histórico do paciente
01:41 — Injeção, via subcutânea ou chip: quais são as opções?
01:58 — Existe uma via melhor do que a outra?
02:05 — O que o médico explica sobre a via oral
02:20 — Testosterona intramuscular: como funciona?
02:50 — Testosterona subcutânea: praticidade e fracionamento
03:21 — Picos e níveis de testosterona: o que muda?
03:42 — Chip de testosterona: duração e aplicação
03:57 — Para quais pacientes o chip é considerado?
04:10 — Como funciona a reposição com chip absorvível?
04:31 — Como escolher a forma de tratamento?
04:37 — Dúvidas e comentários
Homem também faz preventivo?
Sim, quando indicado. Quando há suspeitas de lesões transmissíveis e passíveis de tratamento. Estamos falando da PENISCOPIA. Você já ouviu falar sobre?
Quando é indicada colocação de prótese pe*niana?
Veja no episódio as indicações e os tipos de próteses.
As vezes o problema está na chegada de sangue no p3nis, as vezes o problema está na cabeça! Independente da causa, o tratamento se baseia e diferenciar uma causa orgânica (de saúde) da causa psicológica.
Porém, em 90% dos casos, as duas causas andam juntas, como causa ou consequência.
Mas nenhuma mulher deveria carregar sozinha, por anos, a responsabilidade pela contracepção.
Anticoncepcional todos os dias, DIU, efeitos colaterais, trocas de método… Quando o casal já decidiu que não deseja mais filhos, o homem também pode assumir esse papel.
Foi pensando nisso que trouxe para meus pacientes uma técnica mais moderna: vasectomia sem bisturi e sem agulha — a Vasectomia Zero Dor.
Menos invasiva, mais confortável e com recuperação rápida, para tornar uma decisão importante muito mais tranquila.
Cirurgia de fimose com grampeador: como funciona essa técnica e quais são as diferenças em relação à cirurgia tradicional?
Neste vídeo, o Dr. Lucas Alexandria explica como funciona a postectomia com grampeador cirúrgico, uma técnica utilizada para a realização da cirurgia de fimose.
Você vai entender como é feito o procedimento, como funciona o grampeador cirúrgico, quais são as diferenças em relação à técnica tradicional e como é o período de recuperação.
00:01 — Como funciona a cirurgia de fimose com grampeador
00:19 — Técnicas inovadoras na saúde sexual masculina
00:33 — Como é feita a cirurgia de fimose tradicional
01:01 — Internação, anestesia e duração da técnica tradicional
01:31 — Os benefícios da cirurgia com grampeador
01:35 — Cirurgia de fimose em aproximadamente 7 minutos
01:42 — Como é feita a anestesia local
01:54 — Como o grampeador cirúrgico é utilizado
02:20 — Entendendo o funcionamento do grampeador
02:28 — Como o dispositivo protege a glande
02:38 — Como o grampeador corta e fecha a pele
02:53 — Como é o pós-operatório
03:00 — Quanto tempo sem relações sexuais
03:06 — O que acontece com os grampos durante a recuperação
03:17 — Limitações após a cirurgia
03:21 — Quando é possível voltar às atividades físicas
03:26 — Retorno ao trabalho
03:36 — Considerações finais sobre a técnica
04:04 — Encerramento
⚠️ Aviso importante: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e educacional. As informações apresentadas não substituem uma avaliação médica individualizada. A indicação da técnica cirúrgica e o acompanhamento pós-operatório devem sempre ser realizados por um médico habilitado.
Dr. Lucas Alexandria
Médico Andrologista | Especialista em Saúde Masculina
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