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Praticamente ao mesmo tempo, Tony Iommi lançou o disco mais contestado do Black Sabbath enquanto Ozzy Osbourne aproveitava o potencial de Jake E. Lee para fazer a sua versão de um clássico do metal. Se por um lado “Seventh Star” tem aquele clima de “pote de sorvete na geladeira que na verdade tem feijão”, “Ultimate Sin” tem muito potencial que não foi aproveitado – e nem devidamente creditado. Também aproveitamos para repensar a conversa sobre esse disco ser um projeto solo do pai do metal, que na verdade é muito mais questão de ego ferido.
By SoladaPraticamente ao mesmo tempo, Tony Iommi lançou o disco mais contestado do Black Sabbath enquanto Ozzy Osbourne aproveitava o potencial de Jake E. Lee para fazer a sua versão de um clássico do metal. Se por um lado “Seventh Star” tem aquele clima de “pote de sorvete na geladeira que na verdade tem feijão”, “Ultimate Sin” tem muito potencial que não foi aproveitado – e nem devidamente creditado. Também aproveitamos para repensar a conversa sobre esse disco ser um projeto solo do pai do metal, que na verdade é muito mais questão de ego ferido.