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Com o Carnaval na rua, olhamos para outra batucada: agentes de IA que já organizam viagens, integram mensagens e automatizam rotinas, enquanto o software passa por uma virada — reprecificação do SaaS, interfaces desaparecendo e dados/orquestração virando o centro do valor. Do uso doméstico às grandes empresas, a promessa vem junto de exigências de determinismo, segurança e conformidade, com regras claras, auditoria e governança para sustentar a IA generativa no mundo real.
Entramos no vibe coding e no salto cultural dos protótipos rápidos, na mudança de modelos de negócio para consumo e valor entregue e na ascensão do “digital labor” multiagente — que também atravessa relações afetivas e comportamento. Entre mercado e geopolítica, defendemos uma bússola prática: curiosidade disciplinada, alfabetização de dados, pensamento sistêmico e ética aplicada para transformar ansiedade sobre o futuro em produtividade, tempo e qualidade de vida.
- Links:
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The Day After AGI | World Economic Forum Annual Meeting 2026
Did AI Just Kill Software? | Prof G Markets
Epstein Files, Is SaaS Dead?, Moltbook Panic, SpaceX xAI Merger, Trump's Fed Pick
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"As opiniões expressas aqui são estritamente pessoais e não devem ser interpretadas como representativas ou endossadas pela Salesforce, empresa onde a Fernanda Belfort trabalha."