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Muitas pessoas próximas morreram ao longo da vida da Pipos. Falamos sobre o desenvolvimento de cada pessoa, sobre o tempo, sobre aprender a aceitar a partida de alguém que se ama. De como a vida nos vai ensinando e de como reagimos de maneiras diferentes às diferentes mortes.
O pai da Raquel morreu quando ela tinha 10 anos. Falamos do luto na infância, na adolescência e na entrada para a vida adulta. Falamos sobre crescer rápido, sobre expectativas e de tudo o que fica de bom e de mau de um Pai que morre cedo.
A Joana vem-nos falar sobre o que é para ela morrer apesar de achar que não é ninguém para falar sobre o tema. Falamos de fé, do que não se sabe e do que se acha que se sabe. Falamos sobre como é viver a morte e a vida como agnóstica.
O irmão do Pedro morreu há 10 anos acidentalmente enquanto fazia erasmus em Budapeste. Hoje falamos do luto de uma irmão. Falamos de expectativas, encontros, buscas, do impacto dos média e de como a esperança é mesmo a última a morrer.
A melhor amiga da Carmo morreu inesperadamente quando ela tinha 12 anos. Falamos de como foi lidar com o luto na sua infância e que marcas ficaram. De todos aqueles que também morreram na sua vida, de borboletas brancas, da dor física e emocional, de sonhos com mortos, de amizades e do que pode ser a morte para as crianças.
O Pai e a Mãe do Manel morreram cedo. Falamos sobre os processos de luto em família, diferentes reacções, expectativas e formas de pensar. Falamos de privilégio, de enterros e de peripécias engraçadas de funerárias.
CHEGÁMOS!! Este episódio é um resumo de como o projecto surgiu, de todos os nossos objectivos com ele, das nossas histórias e das mortes das nossas vidas. Vamos falar de funerais, de palavras delicadas, do "cair a ficha" e de tudo o que envolveu o nosso luto. Vem ouvir-nos falar da morte... muahahah
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