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O Nordeste concentra a maior parte da produção nacional de Inhame. Na região, um vídeo viral informa que o suco de Inhame ajuda a tratar a dengue. A COAR conferiu o conteúdo. Vamos lá?
Cumade e cumpade, não há comprovação de que o método tenha qualquer resultado no tratamento da dengue e seus sintomas. De acordo com o Ministério da Saúde, não existe tratamento específico para a dengue. A recomendação é priorizar a reposição adequada de líquidos e repousar, além de buscar orientação médica. A automedicação também é desaconselhada pelo Ministério da Saúde. Além disso, a COAR ressalta que o inhame não tem qualquer ação direta no tratamento de uma pessoa infectada com dengue.
Ou seja, o suco de inhame não é um "remédio" capaz de aumentar rapidamente a imunidade ou "agir de forma mágica" nos sintomas da doença, que incluem febre, cansaço, dor de cabeça e no fundo dos olhos.
Diante disso, reforçamos cumpade e cumade, que vídeos, mensagens e quaisquer conteúdos que informam que o inhame ajuda no tratamento da dengue recebem a etiqueta SE FAZ, pois são falsos e sem comprovação científica.
Locução e edição: Carlos Santos
Texto: Marta Alencar
No dia início de fevereiro , a Prefeitura de Maceió publicou uma notícia, informando que era a quarta capital do Brasil com menor tempo para abertura de empresas. Quando vimos a informação, matutamos e começamos a checar os dados.
Primeiramente, analisamos os dados do Mapa das Empresas do Governo Federal e encontramos divergências no que a Prefeitura divulgou.
Na verdade, Maceió ocupa a décima posição entre as capitais brasileiras mais ágeis para a abertura de empresas, levando oito horas para a conclusão das etapas de viabilidade e do registro efetivo. Já no Nordeste, o estado de Alagoas ocupa a quarta posição, atrás de Bahia e Pernambuco, que levam quatro horas, e Sergipe, com apenas três horas para garantir o cadastramento. As últimas atualizações oficiais no Mapa das Empresas do Governo Federal são referentes ao último quadrimestre de 2023.
Apesar da prefeitura ter usado um gráfico mostrando o ranking nacional, ela não disponibiliza links que levam as organizações para a confirmação dos dados por ela mencionados.
Diante disso, a COAR coloca o selo Lenga-Lenga, pois as informações não estão precisas. Gostou do nosso conteúdo cumade e cumpade?!
Narrado pela arretada pesquisadora, Ohana Luize, este episódio aborda sobre os boatos que circulam na internet e como identificá-los. Este episódio é um recorte do Arriégua! Ói as fake news: manual de checagem nordestina, escrito por Marta Alencar e Thiago Silva.
Edição: Carlos Santos
Este episódio é um recorte do Arriégua! Ói as fake news: manual de checagem nordestina. Escrito por Marta Alencar e Thiago Silva, o manual é feito por e para nordestinos.
Locução e Edição: Carlos Santos
A escola inclusiva é a representação de um ambiente plural, que promove a liberdade de aprender e ensinar, com apreço à tolerância e estímulo à difusão da arte e dos saberes. Um espaço em que as diferenças sejam completamente respeitadas e exista suporte àqueles que, porventura, necessitem de atenção especial para terem condições de acompanhar as atividades pedagógicas.
Neste episódio, confira a terceira reportagem “Educação é para todos”.
O Podcast E-COAR lança a série de reportagens “Educar para incluir: desafios e estratégias de ensino em escolas do Piauí”, que é escrita e dirigida por Marta Alencar. Com produção, apoio, entrevistas e edição de Suzana Aires e Ilrianny Alves.
A escola deve ter uma cultura própria que se manifesta através de suas práticas, discursos, modos de organização e estruturação do currículo. Tudo isso representa a cultura escolar, que é constituída pelos gestores, professores, funcionários, estudantes e pelas famílias.
A cultura escolar também envolve acessibilidade arquitetônica, recursos disponíveis em sala de aula e a formação dos professores. Este assunto você confere na segunda reportagem intitulada “Acessibilidade no ensino”.
O Podcast E-COAR lança a série de reportagens “Educar para incluir: desafios e estratégias de ensino em escolas do Piauí”, que é escrita e dirigida por Marta Alencar. Com produção, apoio, entrevistas e edição de Suzana Aires e Ilrianny Alves.
Acolhimento, aprendizagem, amizades para todos os momentos, e acima de tudo, inclusão. A escola é como um segundo lar para crianças e adolescentes piauienses que possuem algum tipo de deficiência.
O Podcast E-COAR lança a série de reportagens “Educar para incluir: desafios e estratégias de ensino em escolas do Piauí”, que é escrita e dirigida por Marta Alencar. Com produção, apoio, entrevistas e edição de Suzana Aires e Ilrianny Alves.
Confira a primeira reportagem “Inclusão no contexto escolar”.
Um vídeo viral no país ganhou notoriedade há semanas. O conteúdo produzido por um motorista registra duas onças-pintadas atravessando uma rodovia. No entanto, a COAR checou o vídeo e verificou que não é de uma estrada no Piauí, especificamente no município de Pedro Segundo, como apontado por muitos usuários no Whatsapp. Um leitor da COAR enviou-nos o vídeo para análise informando que existiam outros usuários que apontavam também que o local do vídeo era de uma estrada no Ceará.
A COAR fez a análise das imagens pelo Google Lens e informa que o vídeo em questão foi gravado pelo produtor de eventos Luís Claudio Gonçalves do Nascimento. Ao portal G1, o produtor narrou que o vídeo em questão foi gravado na BR-262, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, durante uma viagem com um grupo de amigos. O Metrópoles também fez uma matéria sobre o conteúdo e explicou que o caso aconteceu em meados de junho, quando o grupo de amigos de Luís Claudio voltava de Corumbá para Campo Grande.
A COAR é uma iniciativa de checagem independente no Nordeste. Caso você tenha dúvida sobre algum conteúdo que recebeu, entre em contato com a COAR pelo WhatsApp, Telegram ou pelo nosso e-mail [email protected] ou mesmo pelo Instagram (@coarnoticias).
No início do mês de agosto, um vídeo de uma ciclofaixa no estado do Piauí viralizou. O vídeo em questão é de um trecho entre as estradas PI-140 e PI-141, correspondente ao anel viário da cidade de Canto do Buriti, cerca de 400 km ao sul de Teresina. Diante de comentários e opiniões negativas, a faixa foi coberta com asfalto e está sendo feita dessa vez na lateral da estrada.
Após semanas da viralização do vídeo, outro conteúdo com milhares de likes no TikTok também trata sobre a ciclofaixa, embora com tendências partidárias. Nesse segundo vídeo, um usuário informa que a obra foi superfatura pelo Governo do Piauí. O conteúdo suspeito retrata que o valor inicial da ciclovia teria sido de R$ 6 milhões e, posteriormente de mais 6 milhões.
Para checar o vídeo postado no TikTok, a COAR verificou dados no Portal da Transparência, onde são informados que foram gastos R$ 5.823.077,08 para a construção da ciclofaixa e implementação de todos os procedimentos de segurança. A COAR também entrou em contato com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que informou que a obra ainda está em execução, tendo atualmente somente uma faixa sendo usada pela população.
A checagem foi produzida pelo repórter Sebasthian Judah. Edição de Ilrianny Alves.
A terceira reportagem Estradas de risco: perigos de ir e vir, o Podcast E-COAR cita um ranking elaborado pela CNT que mostra as condições de 510 rodovias, em 104.632 km. Desse total, 69.405 km são estradas federais, enquanto 35.227 km estaduais, 82.576 públicas e 22.056 concedidas. Além disso, as dez melhores estradas se concentram nas regiões Sudeste, Sul e Centro-oeste. Enquanto o Nordeste aparece no 10º lugar, com a BR-101.
O E-COAR também entrevistou indígenas e quilombolas sobre as condições das estradas no Pará, Maranhão e Piauí, que reclamam dos perigos e acidentes próximos às suas comunidades. Além dos impactos ambientais provocados pela duplicação das BRs.
A série Rodovias do Pará, Maranhão e Piauí: impactos socioambientais para comunidades quilombolas e indígenas é produzida e dirigida por Marta Alencar, com apoio e entrevistas de José Carlos Almeida, Josycleide Santos, Pedro Sannas e Kaylane Freire. Texto de Marta Alencar e Alicy Teixeira. Edição de Rosana Barros.
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