
Sign up to save your podcasts
Or


Tem ou já teve um mealheiro? Já alguma vez se perguntou deonde vem a palavra “mealheiro”?
Neste episódio descobrimos que a origem do mealheiro remonta às primeiras moedas portuguesas.
Para contar esta história, viajamos até à Idade Média econhecemos uma prática monetária antiga: cortar moedas ao meio para efetuar pequenos pagamentos. Foi dessa prática que nasceu uma palavra que ainda hoje faz parte do nosso vocabulário.
O dinheiro tem cor?
Será que as cores das moedas e das notas comunicam algumacoisa? Será apenas uma questão estética? Porque é que associamos determinadas cores a certas notas?
Neste episódio, dedicado à cor no dinheiro, João Pedro Vieira, curador e numismata da nossa coleção, fala-nos sobre como a cor ajudou, ao longo dos séculos, a comunicar valor, distinguir denominações, combater a contrafação e muito mais.
Sabia que a primeira moeda de prata portuguesa foi cunhada no reinado de D. Dinis, entre 1279 e 1325?
Nos séculos XII e XIII, a Europa vivia uma época de desenvolvimento económico que levou ao aumento da procura de meios de pagamento. Foi neste espírito que D. Dinis quis acompanhar a corrente europeia e mandou cunhar o tornês, a primeira moeda de prata portuguesa.
Esta moeda, de inspiração francesa, foi mais do que uma resposta económica: foi um gesto de afirmação do rei.
Nas reservas do Museu do Dinheiro há uma caixa muito especial. É a caixa onde já estiveram guardadas as joias de D. Maria Pia. Mas porque será que esta caixa faz parte da coleção do Museu? Para nos ajudar a compreender como as joias funcionaram não só como símbolo de prestígio dinástico, mas também como ativos financeiros, convidámos João Júlio Teixeira, especialista em ourivesaria e joalharia.
E se de repente ficássemos sem luz?
No século XI, a resposta era simples: acendia-se um candil.
Neste episódio, ficamos a conhecer um achado arqueológico encontrado durante as escavações da Sede do Banco de Portugal — um candil "bico de pato" de época islâmica — e descobrimos como este pequeno objeto de cerâmica iluminou casas e espaços religiosos durante séculos.
Qual a origem da coleção numismática que se encontra exposta no Museu do Dinheiro? Como foi construída ao longo dos anos?
Sabia que a coleção integra mais de 65 mil objetos, mas que apenas 1200 estão expostos?
Para nos ajudar a saber mais sobre a coleção numismática doMuseu do Dinheiro, oiça esta conversa com o nosso curador e numismata, João Pedro Vieira.
Quem são as mulheres que aparecem nas antigas notas portuguesas?
Na coleção do Museu do Dinheiro, são várias as figuras femininas que surgem representadas em notas antigas de réis e escudos emitidas pelo Banco de Portugal: deusas, alegorias, personificações, mulheres reais e da realeza.
Lembra-se de alguma mulher de carne e osso representada nas antigas notas portuguesas?
Na exposição temporária intitulada “Os Bichos”, exploramosde que forma os animais marcaram, na carne, nos ossos e na imaginação, a vida da cidade de Lisboa ao longo dos séculos. Mas como foi possível identificar e reconhecer os animais encontrados durante as escavações arqueológicas no Edifício Sede do Banco de Portugal?
Para nos ajudar a compreender melhor como os vestígios faunísticos nos ajudam a perceber as interações entre humanos e animais, convidámos Cleia Detry, investigadora e professora que integra a UNIARQ – Centro de Arqueologiada Universidade de Lisboa, e que colaborou nas escavações arqueológicas do Edifício Sede do Banco de Portugal.
Já reparou que à porta de alguns restaurantes e lojas estáum gato rechonchudo com uma ou duas patinhas no ar, como se nos convidasse a entrar?
Falamos do famoso gato da sorte japonês, o Maneki Neko.
Este gato da sorte costuma ter representado na barriga umamoeda de ouro. Mas não é uma moeda qualquer!Diz-se que a moeda representada na barriga do gato é o Oban, que é um dos tesouros da coleção do Museu do Dinheiro, e é dessa moeda que vamos falar neste episódio.
Sabia que o Museu do Dinheiro tem uma nova exposiçãotemporária, “Os Bichos”?
Esta exposição valoriza testemunhos únicos recuperadosdurante as escavações do Edifício Sede do Banco de Portugal.
Entre os mais de 100 mil achados desta escavação contam-sevários milhares de fragmentos de ossos e conchas que, após um estudo exaustivo, revelam muito sobre as espécies que habitaram Lisboa e sobre a relação dos seus habitantes com os animais ao longo dos séculos.
Para nos ajudar a compreender de que forma os bichos marcaram a vida da cidade de Lisboa, convidámos Artur Rocha, o curador desta exposição e arqueólogo responsável pelas escavações na sede do Banco de Portugal.
From the publisher's feed