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#048 – A leitura nos salva da banalidade do pensamento único, da estreiteza da visão imediatista.
A leitura nos salva das ideologias, cheias de furos e incoerências.
A leitura nos salva de nossos próprios preconceitos, de nossas inevitáveis ignorâncias.
E como autores, a leitura nos salva porque é nela que nasceu o impulso primeiro de expressar-se pela escrita.
A leitura é a geografia que queremos habitar, é o relevo por onde correrão os rios de nossas palavras.
Quando escrevemos, afinal, nossa escrita é tão boa quanto a nossa habilidade de leitura do que estamos escrevendo. Somos o primeiro leitor dos nossos originais. E teremos de ser bons leitores de textos ruins para que estes textos - crônicas, roteiros, contos, novelas, romances – tornem-se muito bons.
Neste episódio, vamos falar sobre isso: de como a leitura pode orientar a matéria narrativa que queremos explorar em nossos escritos, e de como podemos nos valer da leitura para aprofundar a compreensão de um mundo complexo.
Porque já é tempo de perceber que a esperança não basta. E não basta subestimar o poder do obscurantismo.
Porque o que te trouxe até aqui não é o suficiente para te levar até lá. E para isso, precisaremos valer-nos de nossa plasticidade cerebral. Da capacidade incrível que temos de fazer as coisas conversarem dentro de nós.
Precisamos dos livros porque foi graças a eles que entendemos as recorrências da história e da barbárie. Precisamos do livro se quisermos começar a articular tudo o que sabemos em uma prática, um pensamento, um discurso integrados.
E hoje, quero fazer um convite: entre os dias 12 e 18 de janeiro, vou dar uma formação imersiva online gratuita sobre nada menos que o romance, o gênero mais desafiador da prosa, e ao mesmo tempo o mais lido e vendido em todo o mundo.
Quer escrever um romance? Você precisa participar!
Clique no link para garantir a sua vaga:
escritacriativa.net.br/o-primeiro-capitulo/podcast
By Tiago Novaes#048 – A leitura nos salva da banalidade do pensamento único, da estreiteza da visão imediatista.
A leitura nos salva das ideologias, cheias de furos e incoerências.
A leitura nos salva de nossos próprios preconceitos, de nossas inevitáveis ignorâncias.
E como autores, a leitura nos salva porque é nela que nasceu o impulso primeiro de expressar-se pela escrita.
A leitura é a geografia que queremos habitar, é o relevo por onde correrão os rios de nossas palavras.
Quando escrevemos, afinal, nossa escrita é tão boa quanto a nossa habilidade de leitura do que estamos escrevendo. Somos o primeiro leitor dos nossos originais. E teremos de ser bons leitores de textos ruins para que estes textos - crônicas, roteiros, contos, novelas, romances – tornem-se muito bons.
Neste episódio, vamos falar sobre isso: de como a leitura pode orientar a matéria narrativa que queremos explorar em nossos escritos, e de como podemos nos valer da leitura para aprofundar a compreensão de um mundo complexo.
Porque já é tempo de perceber que a esperança não basta. E não basta subestimar o poder do obscurantismo.
Porque o que te trouxe até aqui não é o suficiente para te levar até lá. E para isso, precisaremos valer-nos de nossa plasticidade cerebral. Da capacidade incrível que temos de fazer as coisas conversarem dentro de nós.
Precisamos dos livros porque foi graças a eles que entendemos as recorrências da história e da barbárie. Precisamos do livro se quisermos começar a articular tudo o que sabemos em uma prática, um pensamento, um discurso integrados.
E hoje, quero fazer um convite: entre os dias 12 e 18 de janeiro, vou dar uma formação imersiva online gratuita sobre nada menos que o romance, o gênero mais desafiador da prosa, e ao mesmo tempo o mais lido e vendido em todo o mundo.
Quer escrever um romance? Você precisa participar!
Clique no link para garantir a sua vaga:
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