Enquanto as projeções populacionais pelo mundo crescem - sobretudo em cidades de países em desenvolvimento -, as favelas e os assentamentos informais seguem o mesmo ritmo, se estabelecendo como um dos maiores e mais complexos desafios dos centros urbanos. Então, como podemos olhar essas formações urbanas para gerarmos impactos positivos nelas? Podemos pensar além do conjunto habitacional? Até onde o Arquiteto Urbanista tem alcance? Para ajudar a encontrar essas respostas, convidamos para o ECOAR.Q 6 a Elisabete França, arquiteta, doutora pela Universidade Mackenzie, e ex-Secretária Municipal de Transportes e de Habitação em São Paulo.