O Eco, a moeda única africana é "um projecto ambicioso demais" para estar pronto já nos próximos tempos. A previsão é do economista guineense Carlos Lopes.
Carlos Lopes está mais optimista em relação ao mercado único africano, prevendo que esteja pronto dentro de três anos.
A Zona Africana de Comércio Livre foi lançada, no último fim de semana, no Niger pelos países da União Africana
O acordo foi ratificado por 27 países onde se inclui São Tomé e Príncipe, o único país da CPLP a ratificar.
O economista Carlos Lopes explica que a Zona Africana de Comércio Livre precisa ainda de "ajustes" para poder acolher os pequenos países, como alguns dos PALOP que, no entanto, aderiram à ideia do mercado único africano a uma "velocidade de cruzeiro".
Segundo Carlos Lopes, “não era expectável” que todos ratificassem já o acordo que é, até hoje, “a maior celebração da integração africana.”