Neste magazine ouvimos analistas e economistas que avaliaram as economias de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe em 2018.
A economia angolana este ano 2018 fica marcada pela mudança do regime de câmbio pelo Banco Central, aponta Francisco Paulo, economista da Universidade Católica de Angola.
O crescimento da economia cabo-verdiana deste ano foi mais lenta lembra o economista Avelino Bonifácio.
Em 2018, a crise política guineense afastou investimento, a campanha para exportação da castanha de caju, principal produto agrícola e de exportação do país, não correu como estava previsto num país onde cerca de 80% dos guineenses vivem numa situação de pobreza descreve analista Dautarin da Costa.
A economia moçambicana ficou marcada pelas negociações rumo à paz que criou mais circulação de pessoas e bens, mas também pelo pagamento de dívidas ou ainda o processo de consolidação fiscal aponta o economista moçambicano, Raimundo Matule.
Os são-tomenses e as empresas estão mais pobres, o poder de comprar diminuiu e há uma fragilidade evidente na economia são-tomense descreve Arlindo Carvalho, líder da coligação composta pelo Partido da Convergência Democrática.