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Neste episódio do El Camino Largo, tive uma conversa muito rica com Duani Reis sobre transição de carreira, liberdade, família, liderança e os movimentos internos que acompanham grandes mudanças de vida.Duani compartilha sua jornada saindo de uma carreira executiva consolidada para construir uma trajetória no empreendedorismo, na consultoria e em projetos com mais autonomia e propósito. Mas o ponto mais interessante da conversa é justamente este: a mudança externa pode até acontecer rápido, mas a mudança interna leva tempo. Muitas vezes a pessoa já saiu do mundo corporativo, mas ainda pensa, sente e se cobra como se ainda estivesse lá.Ao longo do episódio, falamos sobre o conflito entre segurança e liberdade, sobre o impacto que esse tipo de decisão tem dentro de casa, sobre a importância de alinhar expectativas com a família e sobre o desafio de não transformar a nova fase em uma continuação emocional da fase anterior.Também entramos em temas como liderança, aprendizado contínuo, inteligência artificial, geração Z, fé, silêncio, autoconhecimento e a necessidade de criar espaço para refletir em um mundo que exige performance o tempo inteiro. Duani traz uma visão muito madura sobre carreira e sobre o amadurecimento que vem com o tempo, especialmente quando a gente começa a parar de provar valor para os outros e passa a buscar mais coerência com quem realmente é.Foi uma conversa sobre trabalho, mas também sobre vida. Sobre o que muda quando você começa a olhar com mais honestidade para o seu tempo, para sua energia, para sua família e para o tipo de presença que quer deixar no mundo.Se você está vivendo uma transição, questionando os próximos passos da sua carreira ou simplesmente tentando construir uma vida mais alinhada com aquilo que faz sentido para você, este episódio pode te acompanhar muito.🎙 Host: Ernesto MaceirasInstagram: @emaceiras / @elcaminolargopodcastLinkedIn: in/ernestomaceiras/Site: emaceiras.com🎙 Convidado: Duani ReisInstagram: @duani.reisLinkedIn: in/duani/Café CultoInstagram: cultocafe.brSite: cafeculto.com.br
En este episodio de El Camino Largo tuve una conversación muy especial con Tony Espigares, y esta vez el episodio también tuvo algo diferente y muy significativo para mí: por primera vez mi esposa Tami participó en el podcast como co-host. Fue un momento muy importante para nosotros, porque sentíamos que este era un tema que merecía ser explorado juntos, desde un lugar más cercano y auténtico, aportando diferentes miradas y sensibilidades a la conversación.Tony comparte una historia que empieza en un punto que muchas personas evitarían contar: la ruina. Hace algunos años perdió prácticamente todo — empresas, estabilidad, prestigio y el camino que pensaba que estaba construyendo. En medio de ese colapso personal y financiero tomó una decisión radical que cambiaría completamente su vida: dejar todo atrás y huir a Brasil. Ese momento, que podría haber sido simplemente el fondo del pozo, terminó convirtiéndose en el inicio de un proceso profundo de reconstrucción personal y de búsqueda interior.A lo largo de la conversación exploramos cómo muchas veces las experiencias más difíciles de la vida pueden convertirse en puntos de inflexión. Hablamos sobre cómo, en determinados momentos, la vida nos obliga a detenernos y cuestionar la forma en que estamos viviendo. Tony explica el concepto central de su trabajo y de su libro “Gafas Rotas”, que parte de una idea muy poderosa: no vemos la realidad como realmente es, sino a través de las lentes de nuestras propias experiencias, creencias, traumas y condicionamientos. En otras palabras, el mundo que percibimos es muchas veces más un reflejo de quiénes somos que una realidad objetiva.Esa reflexión nos llevó a hablar sobre cómo muchas personas viven en piloto automático, siguiendo caminos que parecen seguros o socialmente aceptados, pero que no necesariamente están alineados con lo que realmente sienten o desean. Conversamos sobre identidad, sobre la dificultad de dejar morir versiones antiguas de nosotros mismos y sobre el proceso de construir una vida más consciente y coherente con lo que verdaderamente queremos.También entramos en temas que hoy atraviesan la vida de muchas personas: el burnout, la presión del mundo corporativo, la búsqueda de propósito y la sensación de vacío que muchas veces aparece incluso cuando aparentemente todo “va bien” desde afuera. Tony comparte cómo prácticas como la meditación, la respiración consciente y el trabajo interior pueden abrir espacios de transformación real en la manera en que vivimos y experimentamos la vida.Uno de los puntos más interesantes de la conversación fue explorar cómo los patrones familiares y las experiencias de la infancia pueden influir silenciosamente en nuestras decisiones en la vida adulta. Muchas veces repetimos dinámicas o comportamientos sin siquiera darnos cuenta de dónde vienen. Comprender ese origen puede ser el primer paso para empezar a transformar esos patrones.Para mí, este episodio tuvo un significado aún más especial justamente por haberlo compartido con Tami. Su presencia aportó una sensibilidad diferente a la conversación y permitió abrir espacios de reflexión que probablemente no habrían surgido de la misma manera en una entrevista tradicional.Al final de esta conversación me quedó una sensación muy clara: muchas veces los momentos que parecen crisis o rupturas en nuestra vida no son el final de algo, sino el comienzo de una transformación. Son oportunidades para cuestionar quiénes somos, qué estamos construyendo y cómo queremos vivir de ahora en adelante.Espero que esta conversación te acompañe, te invite a reflexionar y quizás también te inspire a mirar tu propio camino con un poco más de curiosidad.🎙 Host: Ernesto MaceirasInstagram: @emaceiras / @elcaminolargopodcastLinkedIn: in/ernestomaceiras/Site: emaceiras.com🎙 Co Host: Tamira GallucciInstagram: @tamiragallucci🎙 Invitado: Tony EspigaresInstagram: @tonyespigaresLinkedIn: in/tony-espigares-meditación-transformación-neurociencia
Neste episódio do El Camino Largo, eu recebo alguém que ocupa um lugar muito especial na minha história: Anderson Okamura. Quando eu cheguei do Uruguai ao Brasil, há cerca de 15 anos, eu estava cheio de ambição, disposto a dar tudo de mim, mas ainda tentando entender como organizar minha vida. O Anderson foi uma das primeiras pessoas que me acolheu de verdade. Trabalhamos juntos por muitos anos, atravessamos fases intensas, duas aquisições, mudanças culturais profundas e um crescimento acelerado que exigia maturidade diária. Hoje, sentar para conversar com ele é revisitar um capítulo fundamental da minha formação como profissional e como pessoa.
A conversa começa falando sobre aquilo que, para mim, é o maior desafio dentro de qualquer empresa: gente. Vivemos choques culturais entre diferentes controladores, pressões por resultado, ritmos quase desumanos e transformações estruturais pesadas. E em todos esses momentos, o ponto central sempre voltava para cultura, comunicação e liderança.
Falamos sobre o papel do líder que sabe conversar com o time, que não centraliza informação, que compartilha contexto e cria um ambiente onde as pessoas se sentem parte da solução. Um líder não tem todas as respostas. Mas pode criar espaço para que as respostas apareçam. Para mim, liderança tem muito de docência: plantar sementes, preparar a terra e se orgulhar quando alguém do time cresce, evolui e até supera você.
Também falamos sobre algo pouco romantizado: liderar é descer para a operação quando necessário. Não como performance, mas como exemplo. Entender o processo, estar próximo da realidade, ganhar perspectiva. E talvez o ponto mais forte da nossa conversa seja este: assumir o erro. Admitir que errou não diminui um líder. Pelo contrário, constrói confiança. A fantasia do líder perfeito não se sustenta na vida real.
Entramos em um debate importante sobre microgerenciamento e profundidade. Eu sempre senti a necessidade de entender os detalhes do processo para fazer perguntas melhores e identificar gargalos. Mas como fazer isso sem virar o gargalo? A resposta passa por formar pessoas no longo prazo, evitar a armadilha do “deixa que eu faço” e construir cultura. Falamos de Kaizen, PDCA, causa raiz e da importância de focar no processo, não apenas na meta. Meta é direção. Processo é o que sustenta o caminho.
A conversa também se amplia para o mundo atual. Discutimos como muitas habilidades técnicas estão sendo rapidamente automatizadas por ferramentas e inteligência artificial. O que permanece como vantagem competitiva é o que é humano: comunicação, linguagem, visão sistêmica, empatia, capacidade de traduzir o complexo em simples.
Em um momento mais pessoal, eu compartilho minha própria virada de percepção. Durante muito tempo, inteligência para mim significava avançar no jogo corporativo, subir degraus, alcançar status. Hoje, inteligência passa pela capacidade de sonhar a vida que eu quero viver e ter coragem de executar essa visão. Questionar a “cenourinha mental” do cargo, do carro, do crachá e entender se aquilo ainda faz sentido.
Falamos também da crise dos 40, da paternidade, da importância da autonomia das crianças e do desafio de criar discernimento em um mundo saturado de estímulos digitais. A tecnologia facilita, mas também pode engolir presença, tempo e atenção.
No final, a conversa se transforma em gratidão. Gratidão por ter tido alguém ao meu lado quando eu errava, por ter vivido uma amizade que atravessou fases e decisões difíceis. Porque existem coisas que ninguém pode fazer por você, mas saber que você não está sozinho muda completamente o peso da caminhada.
Se algo dessa conversa fizer sentido para você, compartilhe com alguém. Esse projeto nasce do desejo de plantar sementes e apoiar crescimento humano.
Nos vemos no próximo episódio.
🎙 Host: Ernesto Maceiras
Instagram: @emaceiras / @elcaminolargopodcast
LinkedIn: in/ernestomaceiras
Site: emaceiras.com
🎙 Convidado: Anderson Okamura
LinkedIn: in/kaizen4life/
O que acontece quando você chega “lá”… mas percebe que não era exatamente onde queria estar?
Neste episódio profundo e sem roteiro engessado, converso com Diego Godoy — recrutador há mais de 15 anos, pai, profissional do mundo corporativo e alguém que decidiu fazer a pergunta que muitos evitam:
Estou vivendo a vida que eu quero ou a vida que esperam de mim?
Falamos sobre carreira corporativa, identidade profissional, crise da meia-idade, auto conhecimento, bipolaridade, minimalismo, paternidade, pressão social, performance, mundo empresarial, inteligência artificial, China como nova potência global e o impacto da busca por sucesso na nossa saúde mental.
Diego compartilha reflexões sobre:
- O peso de ser reconhecido apenas pelo cargo
- O medo de errar na vida adulta
- A coragem de recomeçar aos 40+
- A diferença entre ter uma vida feliz e ter uma vida interessante
- O impacto do mundo corporativo na identidade masculina
- O desafio de sair do piloto automático
- Alta performance vs equilíbrio emocional
- Carreira portfólio vs CLT tradicional
- Como o autoconhecimento pode ser dolorido — mas necessário -
- A influência de filmes como “Sociedade dos Poetas Mortos”
- Educação dos filhos em um mundo digital
- O eixo China-EUA-Europa e o futuro do trabalho
Essa não é uma conversa sobre “largue tudo e siga seus sonhos”.É sobre responsabilidade.É sobre maturidade.
É sobre escolher quais boletos você quer pagar.
É sobre entender que talvez o sucesso não seja o Oscar… mas a coerência.
Existe um momento na vida em que você precisa descer da montanha que domina… para ter coragem de subir outra.
E isso exige algo raro:vulnerabilidade.
Se você sente que está em transição. Se questiona sua carreira. Se vive conflitos entre estabilidade e propósito. Se pensa em recomeçar.Se sente que construiu uma identidade que talvez não seja sua…Esse episódio é para você.
Compartilhe com alguém que esteja nesse momento.
🎙 Host: Ernesto MaceirasInstagram: @emaceiras / @elcaminolargopodcastLinkedIn: in/ernestomaceiras/Site: emaceiras.com🎙 Convidado: Diego GodoyInstagram: @godoyheadhunterLinkedIn: in/diegogodoy/
¿Y si eso que hoy sentís como un techo… no fuera un límite, sino una invitación?
A veces creemos que llegamos al final del camino, cuando en realidad estamos frente a un nuevo horizonte.
En esta Cápsula 04 de El Camino Largo, Ernesto reflexiona sobre cómo se expanden nuestros horizontes a lo largo de la vida. Desde su infancia en el interior de Uruguay, pasando por la universidad, los másters, Brasil y su rol como CEO a los 28 años, hasta el momento de cerrar un ciclo y descubrir que había mucho más por delante.
Inspirado por historias como la de Michael Jordan, explora una idea poderosa: el verdadero crecimiento no viene de competir con otros, sino de competir con la versión que fuiste ayer.
Los límites más grandes no están afuera, están en nuestras creencias.
Una reflexión sobre liderazgo, mentalidad, propósito y el coraje de animarse a cruzar el horizonte para descubrir qué más somos capaces de aportar.
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¿Y si el verdadero diferencial no fuera saber más, sino preguntar mejor?Ser parte del “1%” no se trata de ego, títulos o llegar a la cima, sino de algo mucho más profundo: volver al núcleo, a la esencia.En esta Cápsula 03 de El Camino Largo, Ernesto reflexiona sobre cómo las mejores decisiones de liderazgo no nacen de tener todas las respuestas, sino de saber formular las preguntas correctas. Desde su recorrido como CEO, hasta su experiencia en el mundo corporativo, la filosofía, la psicología y la estrategia, explora los tres niveles clave de preguntas que definen a un líder completo:– las existenciales,– las humanas,– y las estratégicas.Un episodio sobre liderazgo consciente, curiosidad, vulnerabilidad y el valor de resistir los atajos para recorrer el camino largo. Porque al final, la calidad de tus preguntas determina la calidad de tu empresa, tu equipo y la persona en la que te convertís.Una invitación a pausar, profundizar y animarte a liderarte primero a vos mismo.—📍Seguí el viaje en Instagram:https://www.instagram.com/elcaminolargopodcast/https://www.instagram.com/emaceiras/🎧 Producido por https://www.instagram.com/lumen.casts/
¿La inteligencia artificial va a reemplazarte… o a despertarte?
Muchos líderes, ejecutivos y profesionales sienten hoy una pregunta incómoda: ¿qué valor puedo aportar si la IA sabe más que yo?
En este episodio de El Camino Largo, Ernesto reflexiona sobre el miedo a quedar obsoletos como líderes, CEO, profesores o referentes, y propone un cambio de mirada profundo: competir desde el conocimiento ya no alcanza.
El verdadero diferencial está en lo que la IA no puede hacer: sentir, conectar, acompañar procesos y liderar desde la experiencia humana.
A partir de la película La sociedad de los poetas muertos, Ernesto explora una nueva forma de liderazgo y educación, donde el valor no está en repetir información, sino en unir conocimiento, vulnerabilidad e historias reales para generar impacto genuino.
Una invitación a soltar máscaras, liderar con humanidad y entender que el futuro no es de quienes saben más, sino de quienes conectan mejor.
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¿Estás dando tu máximo… o estás dando lo mejor de vos?En un mundo que exige velocidad constante, respuestas inmediatas y agendas llenas, muchas veces confundimos intensidad con presencia.En este episodio de El Camino Largo, Ernesto comparte un espacio íntimo de reflexión, inspirado en sus anotaciones personales, para hablar de algo esencial: nutrir las raíces antes de escalar.Desde su experiencia como ejecutivo y líder, reflexiona sobre productividad, estrés, tecnología, naturaleza y la importancia de construir una vida (y una carrera) con bases sólidas: salud, descanso, vínculos y presencia.Una invitación a desacelerar con intención, reconectar con lo esencial y recordar que el verdadero crecimiento no empieza en el hacer, sino en el ser.✨ Un episodio práctico y profundo sobre liderazgo consciente, equilibrio y el valor del camino largo.—📍Seguí el viaje en Instagram:https://www.instagram.com/elcaminolargopodcast/https://www.instagram.com/emaceiras/🎧 Producido por https://www.instagram.com/lumen.casts/
¿Qué pasa cuando todo afuera está bien… pero por dentro no?
En este episodio de El Camino Largo, conversamos con Ernesto Maceiras, ex CEO que alcanzó posiciones de máxima responsabilidad a una edad muy temprana y vivió durante años el modelo clásico del éxito corporativo: crecimiento, estatus, exigencia constante y alto rendimiento.
Desde afuera, todo funcionaba.
Desde adentro, algo se estaba rompiendo.
A lo largo de esta conversación profunda e íntima, Ernesto comparte cómo el cuerpo empezó a dar señales, cómo la desconexión emocional se fue acumulando silenciosamente y cómo un episodio de burnout marcó un punto de quiebre que lo llevó a replantearse su forma de vivir, liderar y trabajar.
Este episodio no habla de “renunciar por renunciar” ni de rechazar el éxito. Habla de algo mucho más incómodo y necesario para líderes y ejecutivos:
• La diferencia entre tener éxito y sentirse pleno
• El costo invisible de vivir en piloto automático
• El cuerpo como sistema de información que no se puede ignorar
• El miedo como señal, no como enemigo
• Cómo rediseñar el trabajo a partir de la vida, y no al revés
Si sos CEO, C-level, director o líder y alguna vez sentiste cansancio, rigidez, vacío o desconexión aun cuando “todo iba bien”, esta conversación puede ayudarte a ponerle palabras a eso que todavía no sabías cómo nombrar.
No estás mal por sentirlo.
Y no estás solo.
Gracias, a Mijael Wolfson por la invitación a compartir y grabar este episodio tan especial. Una conversación profunda, auténtica y única que Ernesto disfrutó mucho y que hoy queda registrada en este podcast.
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¿Qué recuerdos siguen viviendo en vos incluso cuando la persona ya no está? A veces una voz, una historia o un gesto simple pueden llenar vacíos para siempre.En este episodio de El Camino Largo, Ernesto comparte una historia profundamente íntima: la relación con su abuelo Hugo, los cuentos improvisados antes de dormir y los cassettes de audio que cruzaban la distancia para mantener viva la conexión. Una experiencia que le enseñó, desde muy chico, que la presencia no depende de la cercanía física, sino de la calidad del vínculo.A lo largo del episodio, Ernesto conecta ese aprendizaje con su vida adulta como ejecutivo y CEO, el impacto del estrés, la atención fragmentada y los desafíos del liderazgo en un mundo que vive acelerado. Reflexiona sobre cómo estar verdaderamente presentes en el trabajo, en la familia y en la vida, es una práctica diaria que protege nuestra salud emocional y da sentido al camino.Un episodio sobre memoria, gratitud, liderazgo consciente y la importancia de vivir desde la presencia, no desde la urgencia.—📍Seguí el viaje en Instagram:https://www.instagram.com/elcaminolargopodcast/https://www.instagram.com/emaceiras/🎧 Producido por https://www.instagram.com/lumen.casts/
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