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Só amenidades é um quadro do podcast Ela e O Megafone, com convidades.
Nesse episódio, Lara Ferreira e Carol Vale falam sobre as aventuras e desventuras de morar sozinha.
Dá o play para ouvir!
Orgulho é o oposto de vergonha. Independente da forma que você se identifique, você não precisa de sentimentos horríveis como a culpa e o auto ódio dentro de você.
No episódio 9 de Ela e O Megafone, Camila Hilário, fala sobre o mês do Orgulho LGBTQIA+, a Revolta de Stonewall e discute sobre outras formas de se autodefinir a partir da leitura do livro: “O espírito da intimidade” de Sobunfu Somé.
Falar sobre o que sentimos, não deve ser assunto apenas para setembro. Compartilhar o que nos afeta e pedir ajuda deveria ser algo natural na nossa relação com os nossos amigos e família. Mas não é. Nesse episódio, Camila Hilário, fala sobre a série “O Meu Lado Invisível” apresentada por Oprah Winfrey e Príncipe Harry e sobre o quanto saúde mental precisa ser um assunto frequente nas nossas vidas.
Historicamente, o cabelo único das pessoas negras foi desvalorizado como o mais visível estigma da negritude e usado para justificar a subordinação de africanos e africanos (Banks, 2000; Byrd e Tharps, 2001; Mercer, 1994.)
Com esse trecho, retirado do livro “Memórias da plantação” de Grada Kilomba, podemos perceber o porquê de inúmeras pessoas negras sentirem vergonha do seu cabelo natural e passarem por experiências traumáticas por conta disso. Nesse episódio, Camila Hilário, compartilha sua relação com os fios e a revolução que aconteceu em si, depois de passar pela transição capilar.
Aperta o play pra ouvir! 📢Disponível nas principais plataformas de streaming de áudio.
Estamos constantemente acompanhando as discussões sobre autoestima, autoamor e autocuidado nas redes. Ás vezes pensamos que é tudo a mesma coisa e caímos na armadilha de achar que apenas cuidar da estética é o suficiente. Fazendo terapia e algumas reflexões quando tiramos um tempo pra si, podemos perceber que o caminho é mais difícil do que gostaríamos. A descoberta de quem somos passa por diversos estágios, saber dizer não e analisar os nossos gostos, afetos e potencialidades não é um processo linear e simples de ser feito.
Por isso, convidei Clara Bispo e Elanny Silva, minhas amigas podcasters de Debaixo do Cajueiro para que juntas possamos conversar sobre o quanto nos conhecemos e tudo que envolve o tema.
Disponível no Spotify e Google Podcasts.
Em 2011, a Coca-Cola lançou o comercial: “Os bons são a maioria”, com a mensagem de que apesar de existir muitas coisas ruins no mundo, existem razões para acreditar. 10 anos depois, em meio a uma pandemia global e a um desgoverno no nosso país, todos os dias temos acesso a notícias que nos deixam desesperados.
As mais recentes são: 11 bilionários brasileiros entraram na lista da Forbes e ao mesmo tempo, o cenário de fome no Brasil é considerado o pior em décadas. Diante de tudo isso, como continuar?
No quinto episódio de Ela e o Megafone, eu compartilho algumas estratégias para que a gente consiga continuar apesar de tudo.
Disponível no Spotify! Aperta o play ▶️📢
De onde vem a força das mulheres? Em diversas produções audiovisuais, existe um fetiche por parte de roteiristas e diretores quando se trata de estupro. No quarto episódio de “Ela e O Megafone”, @milahilario traz suas reflexões sobre a série da HBO: “I May Destroy” e compartilha experiências pessoais.
TW: Neste episódio fala-se de estupro e abuso sexual, se você for sensível a esses temas, não escute!
Descrição:
Carol Vale, Afrikana em Diáspora, estudante de Ciências Sociais (UFPI) e Educadora em formação foi a convidada no terceiro episódio de “Ela e o Megafone”.
“A gente precisa procurar em qualquer circunstância, a nossa posição de sujeito enquanto pessoa africana”
@milahilario e @carolv.ale falaram sobre afrocentricidade, mulherismo africana, ancestralidade e sobre a importância de romper com as narrativas e teorias europeias impostas desde o Brasil Colônia.
Escuta no Spotify (link na bio) e depois vem nos contar o que achou! 📣📢
O que é racismo reverso?
Quando a gente achou que esse assunto já tinha sido superado, nos surpreendemos ao descobrir que a participante do BBB 21, Lumena Aleluia tinha sido indiciada por esse crime. Ela que é psicóloga e militante, sempre que falava a palavra “branquitude” e dizia algo sobre a atriz Carla Diaz acionava todos os botões de alerta, daqueles que não se veem enquanto grupo étnico. São humanos apenas.
Alana Lentin e Gavin Titley chamam de vitimização branca: um esforço dos poderes de desviar as conversas sobre os efeitos do racismo estrutural para proteger a branquitude das críticas rigorosas e necessárias.
Será que é isso? Escuta o episódio pra descobrir!
Neste episódio piloto de “Ela e o megafone”, inicio fazendo uma reflexão sobre o poder da palavra. O ato de se expressar é colocado como proibido para grupos marginalizados. “A maioria silenciada”, como coloca Lélia Gonzalez, vamos assumir a nossa própria fala. Estilhaçando a máscara do silêncio e seguindo os passos das nossas ancestrais.
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