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O parecer final do relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, Renan Calheiros, apresentado nesta quarta-feira, 20, sugere 68 indiciamentos, incluindo do presidente Jair Bolsonaro, seus três filhos, Flávio, Eduardo e Carlos, e duas empresas – a Precisa Medicamentos, que tentou importar a vacina Covaxin, e a VTCLog, responsável pela logística do Ministério da Saúde. Após acordo entre os senadores do chamado “G7”, grupo majoritário da comissão, o relatório não acusará o presidente por homicídio qualificado nem por genocídio contra as populações indígenas.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta quarta-feira, 20, em evento na cidade de Russas, no Ceará, o valor de R$ 400 para o Auxílio Brasil, como adiantou o Estadão/Broadcast. Em meio à queda de braço entre as alas política e econômica do governo sobre o formato de financiamento do programa para substituir o Bolsa Família, Bolsonaro, no entanto, mesmo sem explicar a origem dos recursos, prometeu que não vai furar o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação.
E ainda: o Rio de Janeiro se preparando para a volta às aulas presenciais e o risco de falta de combustíveis após a Petrobras anunciar que não fará todas as entregas em novembro. Ouça estas e outras notícias desta quarta-feira, 20, no “Eldorado Expresso”.
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O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros, defendeu o diálogo entre os integrantes da comissão e um relatório final dos trabalhos aprovado pela maioria dos colegas. “Só briga quando dois querem. Eu não estou disposto a brigar. É normal ter diferenças, mas a política existe para aparar diferenças e chegar a um denominador comum”, justificou o parlamentar em entrevista à Rádio Eldorado nesta terça-feira, 19, minimizando o mal estar. Apesar das informações coletadas ao longo de 6 meses de investigação e a apuração de omissões do governo pela CPI, o relator avalia que o presidente Jair Bolsonaro manteve o tom negacionista e avesso às críticas na condução da pandemia.
O arranjo financeiro aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro para levar o valor médio do novo programa social Auxílio Brasil a R$ 400 até o fim de 2022 pode provocar novas baixas na equipe econômica. Por enquanto, os principais auxiliares do ministro estão focados na contenção de danos, após a ala política do governo impor uma derrota à equipe econômica e emplacar um desenho do auxílio com uma parte (R$ 100) fora do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação. Mesmo que o gasto seja temporário, a medida vai contra o que vinha sendo defendido pelo Ministério da Economia.
E ainda: a redução do intervalo entre doses da vacina anticovid da Pfizer em São Paulo e os planos para a suspensão do uso obrigatório de máscaras no Rio. Ouça estas e outras notícias desta terça-feira, 19, no “Eldorado Expresso”.
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O relatório final da CPI da Covid, ao qual o Estadão teve acesso, afirma que o governo do presidente Jair Bolsonaro agiu de forma dolosa, ou seja, intencional, na condução da pandemia, tornando-se responsável pelas milhares de vidas perdidas ao longo dos últimos meses. Composto por 1.052 páginas, o documento analisa os possíveis crimes cometidos pelo presidente e por aliados, além de sugerir a continuidade das investigações.
A retomada obrigatória das aulas presenciais a partir desta segunda-feira tenta conter um alto índice de evasão escolar verificado com o ensino remoto durante a pandemia. A afirmação foi feita pelo secretário estadual da Educação de São Paulo, Rossieli Soares. Em entrevista à Rádio Eldorado, ele disse que o retorno à escola é uma nova oportunidade para 35% dos alunos da rede estadual, que se afastaram dos estudos e não cumpriram tarefas. O retorno obrigatório às aulas presenciais também vale para alunos com menos de 12 anos, público para o qual ainda não há autorização para o uso de vacinas contra a covid no Brasil.
E mais: a liberação de lotação total em cinemas e teatros do Rio e o crescimento do PCC no cartel internacional das drogas na Bolívia. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 18, no “Eldorado Expresso”.
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Mesmo com a pandemia, quando famílias disseram perceber que não é fácil ser professor, o sentimento dos docentes ainda é de baixa valorização. Em pesquisa realizada pelo Instituto Península, entre setembro e outubro, com profissionais de escolas públicas e particulares, 74% acreditam que os professores não são respeitados no Brasil. Por outro lado, quase todos acham que são importantes para a transformação social do País e da vida dos alunos. Mais da metade (52%) diz que é "um orgulho ser professor no Brasil" e ainda dois em cada três deles escolheriam dar aulas novamente, se pudessem voltar no tempo.
Oito em cada dez crianças estão com o calendário de vacinação em atraso no Estado de São Paulo. Esse grupo está entre os alvos prioritários do Dia V, um mutirão que será realizado neste sábado nos 645 municípios paulistas. A campanha também tenta regularizar a 2a dose da vacina anticovid, que está em atraso para mais de 4 milhões de pessoas. Desse total, 50% receberam a 1ª dose da vacina da Pfizer e já podem ir aos postos porque o intervalo para a 2ª dose foi reduzido de 12 para 8 semanas pelo Ministério da Saúde.
E mais: o INSS sem orçamento para reduzir a espera por benefícios e o misterioso trabalho do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello no Palácio do Planalto. Ouça estas e outras notícias desta sexta-feira, 15, no “Eldorado Expresso”.
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Com um Programa Nacional de Imunização que é referência internacional e uma tradição de vacinação já consolidada na população, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19 nesta quarta-feira, o que representa 47,11% da população. O País também está próximo de bater a marca de 150 milhões de pessoas vacinadas com ao menos uma dose. São até o momento 149.950.990, ou 70,29% da população que iniciou o esquema vacinal contra a doença.
A apenas 18 dias do fim do auxílio emergencial concedido durante a pandemia de covid-19, o clima na equipe econômica é de tensão e enfrentamento para impedir nova prorrogação do benefício - medida defendida por auxiliares do presidente Jair Bolsonaro e lideranças do Congresso, enquanto o governo não tira do papel o novo Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família.
E ainda: a situação dos reservatórios após as chuvas dos últimos dias e o aumento do governismo de deputados do PSDB apesar do rompimento do partido com Jair Bolsonaro. Ouça estas e outras notícias desta quinta-feira, 14, no “Eldorado Expresso”.
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