Eldorado Expresso

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  • 'Não vejo que haja clima para impeachment', diz Mourão

    Embora a discussão dentro dos partidos políticos sobre um eventual apoio ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro tenha crescido após as manifestações governistas com pautas antidemocráticas, o vice-presidente Hamilton Mourão descartou, nesta quarta-feira,8, existir clima no Congresso para aprovar a cassação do chefe do Planalto. Ele também fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alvo preferencial de Bolsonaro nos discursos deste 7 de Setembro.

    A maioria dos partidos reagiu duramente contra os discursos feitos pelo presidente nos atos, em Brasília e São Paulo. A subida de tom de Bolsonaro, que desafiou decisões de ministros do STF, provocou pressão por uma resposta mais dura no Legislativo. As atenções se voltam novamente para o presidente da Câmara, Arthur Lira, a quem cabe a decisão sobre a abertura de processo de impeachment. Sobre sua mesa, há 124 pedidos de cassação do mandato de Bolsonaro.

    E mais: a proposta para regulamentar as criptomoedas no Brasil e a discussão no Judiciário sobre a proteção da Lei Maria da Penha a mulheres transsexuais. Ouça estas e outras notícias desta quarta-feira, 08, no “Eldorado Expresso”.

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    20 min
  • 'Não vejo que haja clima para impeachment', diz Mourão
    Embora a discussão dentro dos partidos políticos sobre um eventual apoio ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro tenha crescido após as manifestações governistas com pautas antidemocráticas, o vice-presidente Hamilton Mourão descartou, nesta quarta-feira,8, existir clima no Congresso para aprovar a cassação do chefe do Planalto. Ele também fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alvo preferencial de Bolsonaro nos discursos deste 7 de Setembro.
    A maioria dos partidos reagiu duramente contra os discursos feitos pelo presidente nos atos, em Brasília e São Paulo. A subida de tom de Bolsonaro, que desafiou decisões de ministros do STF, provocou pressão por uma resposta mais dura no Legislativo. As atenções se voltam novamente para o presidente da Câmara, Arthur Lira, a quem cabe a decisão sobre a abertura de processo de impeachment. Sobre sua mesa, há 124 pedidos de cassação do mandato de Bolsonaro.
    E mais: a proposta para regulamentar as criptomoedas no Brasil e a discussão no Judiciário sobre a proteção da Lei Maria da Penha a mulheres transsexuais. Ouça estas e outras notícias desta quarta-feira, 08, no “Eldorado Expresso”.
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    20 min
  • Bolsonaro conclama o Conselho da República em discurso no DF

    O presidente Jair Bolsonaro fez um discurso em tom de ameaça ao Judiciário e ao Congresso para manifestantes que se aglomeram na Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira, 7. Sem citar diretamente a quem se referia, o presidente disse que "ou o chefe desse Poder enquadra o seu ou esse Poder pode sofrer aquilo que nós não queremos". Ele afirmou que vai convocar o Conselho da República e levar aos presidentes do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, a "foto" do povo hoje nos atos.

    O Conselho da República citado pelo presidente é um órgão superior de consulta do presidente da República, criado pela Lei 8.041 de 1990 para se pronunciar sobre intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio e questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.

    O órgão é dirigido pelo presidente da República e composto também pelo vice-presidente da República, os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, os líderes da maioria e da minoria nas duas Casas, o ministro da Justiça e seis cidadãos brasileiros com idade superior a 35 anos. De acordo com a legislação, o Conselho da República se reunirá por convocação do presidente da República e suas audiências serão realizadas com o comparecimento da maioria dos conselheiros.

    A última vez que o órgão se reuniu foi em 2018, quando o então presidente Michel Temer determinou a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

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  • Bolsonaro conclama o Conselho da República em discurso no DF
    O presidente Jair Bolsonaro fez um discurso em tom de ameaça ao Judiciário e ao Congresso para manifestantes que se aglomeram na Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira, 7. Sem citar diretamente a quem se referia, o presidente disse que "ou o chefe desse Poder enquadra o seu ou esse Poder pode sofrer aquilo que nós não queremos". Ele afirmou que vai convocar o Conselho da República e levar aos presidentes do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, a "foto" do povo hoje nos atos.
    O Conselho da República citado pelo presidente é um órgão superior de consulta do presidente da República, criado pela Lei 8.041 de 1990 para se pronunciar sobre intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio e questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.
    O órgão é dirigido pelo presidente da República e composto também pelo vice-presidente da República, os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, os líderes da maioria e da minoria nas duas Casas, o ministro da Justiça e seis cidadãos brasileiros com idade superior a 35 anos. De acordo com a legislação, o Conselho da República se reunirá por convocação do presidente da República e suas audiências serão realizadas com o comparecimento da maioria dos conselheiros.
    A última vez que o órgão se reuniu foi em 2018, quando o então presidente Michel Temer determinou a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
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    20 min
  • Bolsonaro quer revogar lei que obriga vacinação contra covid-19

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou a apoiadores na manhã desta segunda-feira, 6, que trabalhará para revogar, por meio de Medida Provisória, trecho da lei de combate à pandemia da covid-19 que diz respeito à vacinação compulsória no País. A legislação foi proposta pelo próprio governo federal e sancionada por Bolsonaro em fevereiro do ano passado. Bolsonaro disse que tentará revogar a legislação após ser abordado por uma apoiadora na entrada do Palácio da Alvorada que se dizia "preocupada" com a exigência de "passaporte da vacina" em algumas cidades, como São Paulo. 

    Ao longo da última semana, o primeiro escalão do governo procurou se desvencilhar das manifestações de 7 de Setembro promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Nos bastidores, ministros demonstraram desacordo com o acirramento institucional e constrangimento com a moldura autoritária dos protestos e a convocação feita por Bolsonaro para aderirem aos atos. Na semana passada, entretanto, os ministros se esquivaram de responder ao Estadão se acompanhariam o presidente. Apenas dois titulares da Esplanada, por enquanto, confirmaram participação nos atos, o que evitará a imagem de um presidente isolado no próprio governo. A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) – que já participou de manifestações pró- governo – e o ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), que acompanhará Bolsonaro na capital federal e em São Paulo.

    E mais: O Estado de São Paulo começa a aplicar a dose de reforço anticovid em pessoas com mais de 90 anos. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 6, no “Eldorado Expresso”.

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    18 min
  • Bolsonaro quer revogar lei que obriga vacinação contra covid-19
    O presidente Jair Bolsonaro afirmou a apoiadores na manhã desta segunda-feira, 6, que trabalhará para revogar, por meio de Medida Provisória, trecho da lei de combate à pandemia da covid-19 que diz respeito à vacinação compulsória no País. A legislação foi proposta pelo próprio governo federal e sancionada por Bolsonaro em fevereiro do ano passado. Bolsonaro disse que tentará revogar a legislação após ser abordado por uma apoiadora na entrada do Palácio da Alvorada que se dizia "preocupada" com a exigência de "passaporte da vacina" em algumas cidades, como São Paulo. 
    Ao longo da última semana, o primeiro escalão do governo procurou se desvencilhar das manifestações de 7 de Setembro promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Nos bastidores, ministros demonstraram desacordo com o acirramento institucional e constrangimento com a moldura autoritária dos protestos e a convocação feita por Bolsonaro para aderirem aos atos. Na semana passada, entretanto, os ministros se esquivaram de responder ao Estadão se acompanhariam o presidente. Apenas dois titulares da Esplanada, por enquanto, confirmaram participação nos atos, o que evitará a imagem de um presidente isolado no próprio governo. A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) – que já participou de manifestações pró- governo – e o ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), que acompanhará Bolsonaro na capital federal e em São Paulo.
    E mais: O Estado de São Paulo começa a aplicar a dose de reforço anticovid em pessoas com mais de 90 anos. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 6, no “Eldorado Expresso”.
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    18 min
  • Ex-assessor de Flavio Bolsonaro denuncia esquema de 'rachadinha'

    Um homem que se apresenta como ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro (Patriota) e afirma ter trabalhado durante 14 anos para a família do presidente Jair Bolsonaro acusa os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro (que é vereador no Rio pelo Republicanos), além da ex-mulher do presidente, a advogada Ana Cristina Valle, de terem praticado o esquema de "rachadinhas" (devolução do salário de funcionários nomeados), entre outros crimes. Marcelo Luiz Nogueira dos Santos brigou com Ana Cristina neste ano e deu entrevista ao site Metrópoles, narrando sua versão dos fatos.

    As mudanças introduzidas pela Câmara na reforma do Imposto de Renda custaram R$ 53,6 bilhões. Essa é a perda de arrecadação entre o projeto original enviado pelo governo e o parecer do relator, Celso Sabino, aprovado na quinta-feira à noite numa votação atropelada e no afogadilho. A conta já considera a votação das últimas mudanças feitas ontem, quando os deputados reduziram a alíquota da tributação sobre lucros e dividendos, de 20% para 15%, num script que já estava acordado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, antes da votação do texto principal.

    E mais: o que muda com a reforma do Imposto de Renda e a morte do ator Sérgio Mamberti. Ouça estas e outras notícias desta sexta-feira, 03, no “Eldorado Expresso”.

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    18 min
  • Ex-assessor de Flavio Bolsonaro denuncia esquema de 'rachadinha'
    Um homem que se apresenta como ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro (Patriota) e afirma ter trabalhado durante 14 anos para a família do presidente Jair Bolsonaro acusa os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro (que é vereador no Rio pelo Republicanos), além da ex-mulher do presidente, a advogada Ana Cristina Valle, de terem praticado o esquema de "rachadinhas" (devolução do salário de funcionários nomeados), entre outros crimes. Marcelo Luiz Nogueira dos Santos brigou com Ana Cristina neste ano e deu entrevista ao site Metrópoles, narrando sua versão dos fatos.
    As mudanças introduzidas pela Câmara na reforma do Imposto de Renda custaram R$ 53,6 bilhões. Essa é a perda de arrecadação entre o projeto original enviado pelo governo e o parecer do relator, Celso Sabino, aprovado na quinta-feira à noite numa votação atropelada e no afogadilho. A conta já considera a votação das últimas mudanças feitas ontem, quando os deputados reduziram a alíquota da tributação sobre lucros e dividendos, de 20% para 15%, num script que já estava acordado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, antes da votação do texto principal.
    E mais: o que muda com a reforma do Imposto de Renda e a morte do ator Sérgio Mamberti. Ouça estas e outras notícias desta sexta-feira, 03, no “Eldorado Expresso”.
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    18 min
  • Bolsonaro revoga LSN mas veta punição por fake news

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei nº 14.197/2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN), remanescente da ditadura militar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. O texto sancionado por Bolsonaro foi aprovado pelo Senado no último dia 10 de agosto, três décadas depois da apresentação do projeto de lei de revogação, em 1991, e a aprovação pela Câmara dos Deputados, em maio deste ano.

    Pressionado pela inflação, desemprego em alta e a menor abrangência e disponibilidade de recursos do auxílio emergencial, o brasileiro reduziu as quantidades compradas de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza no primeiro semestre deste ano. Houve diminuição de volumes em praticamente todas as cestas. A prioridade do consumo diário ficou concentrada nos alimentos básicos: o arroz e o feijão.

    E ainda: a ação de policiais militares extremistas nas redes sociais. Ouça estas e outras notícias desta quinta-feira, 2, no “Eldorado Expresso”.

     

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    15 min
  • Bolsonaro revoga LSN mas veta punição por fake news
    O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei nº 14.197/2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN), remanescente da ditadura militar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. O texto sancionado por Bolsonaro foi aprovado pelo Senado no último dia 10 de agosto, três décadas depois da apresentação do projeto de lei de revogação, em 1991, e a aprovação pela Câmara dos Deputados, em maio deste ano.
    Pressionado pela inflação, desemprego em alta e a menor abrangência e disponibilidade de recursos do auxílio emergencial, o brasileiro reduziu as quantidades compradas de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza no primeiro semestre deste ano. Houve diminuição de volumes em praticamente todas as cestas. A prioridade do consumo diário ficou concentrada nos alimentos básicos: o arroz e o feijão.
    E ainda: a ação de policiais militares extremistas nas redes sociais. Ouça estas e outras notícias desta quinta-feira, 2, no “Eldorado Expresso”.
     
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    15 min

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