
Sign up to save your podcasts
Or


Com o risco de desabastecimento do chamado 'kit intubação' para pacientes com covid-19 em grande parte do País, o governo federal disse hoje que a aquisição desses medicamentos "é de responsabilidade de Estados, Distrito Federal e municípios", mas que, "de forma inovadora", monitora semanalmente a disponibilidade dos remédios em todo território nacional em reforço às ações da unidades federativas.
E ainda: a “quarentena radical” da Venezuela, que culpa o Brasil pela crise sanitária. Ouça essas e outras notícias desta segunda-feira, 22, no “Eldorado Expresso”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Onze medicamentos - de analgésicos e bloqueadores neuromusculares - podem faltar em até dez dias no País, provocando, segundo o Fórum Nacional de Governadores, “um colapso dentro do colapso” que vive a saúde pública do Brasil em razão da pandemia de covid-19. De acordo com documento do fórum, já são 18 os Estados que relatam a escassez, por exemplo, de bloqueadores neuromusculares, usados para a intubação de pacientes nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
E ainda: a guerra de Jair Bolsonaro contra governadores, de novo, no STF. Ouça essas e outras notícias desta sexta-feira, 19, no “Eldorado Expresso”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O prefeito Bruno Covas (PSDB) informou em entrevista à GloboNews, nesta quinta-feira, que a capital teve a primeira morte de paciente com covid-19 por falta de vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele disse ainda que ao menos 475 pessoas aguardavam por uma vaga em UTI na capital. Em coletiva de imprensa, ele anunciou que a cidade de São Paulo irá antecipar dois feriados municipais deste ano e outros três de 2022, para os dias 26, 29, 30 e 31 de março, e 1º de abril. Somados com o fim de semana e a Páscoa, a capital terá dez dias seguidos de recesso.
E ainda: a situação de colapso nas UTIs e as cidades que fazem lockdown e vetam até aluguel de sítios no combate à pandemia. Ouça essas e outras notícias desta quinta-feira, 18, no “Eldorado Expresso”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governador de São Paulo, João Doria, anunciou uma série de medidas de apoio aos micro-empreendedores em coletiva de imprensa no início desta tarde. Entre elas, um pacote de R$ 100 milhões em créditos aos setores de bares, restaurantes, beleza, comércio, academias e eventos através do Banco do Povo estadual. Também está proibido o corte no fornecimento de gás e água ao comércio e aos serviços até 30 de abril. Há, ainda, previsão de isenção de impostos sobre o leite pasteurizado e diminuição do ICMS sobre as carnes, de 13% para 7%.
Em boletim extraordinário divulgado na noite desta terça-feira, a Fundação Oswaldo Cruz, afirmou que o Brasil vive o “maior colapso sanitário e hospitalar da história”. Segundo levantamento da instituição, 24 Estados e o Distrito Federal estão com taxa de ocupação de leitos de terapia intensiva dedicados à covid-19 igual ou superior a 80%. A ocupação passa dos 90% em 15 unidades da Federação. Nas capitais, 19 já superam o índice de 90%. A situação é considerada “extremamente crítica” pelos técnicos da Fiocruz. O boletim recomenda a “ampliação das medidas de distanciamento físico e social, o uso de máscaras em larga escala e a aceleração da vacinação” como forma de reversão do quadro.
E ainda: as promessas do novo ministro da Saúde de aumentar a vacinação contra a covid e as investigações que têm como alvos dois filhos do presidente Jair Bolsonaro.
Ouça essas e outras notícias desta quarta-feira, 17, no “Eldorado Expresso”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escolhido para ser o quarto ministro da Saúde em plena pandemia, o cardiologista Marcelo Queiroga disse nesta terça-feira, 16, que dará continuidade ao trabalho até agora executado na pasta. "A política é do governo Bolsonaro, não do ministro da Saúde. O ministro executa a política do governo", disse Queiroga.
A nova rodada do programa que permite às empresas cortarem jornada e salário e suspender contratos de trabalho deve ter custo total entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6,5 bilhões para o governo, responsável por pagar um benefício emergencial aos trabalhadores. A estimativa considera que 2,7 milhões a 3,0 milhões de acordos serão firmados entre patrões e empregados nas duas modalidades, segundo documento obtido pelo Estadão/Broadcast.
E ainda: previsões trágicas do infectologista Marcos Boulos em entrevista à Rádio Eldorado e a paralisação do Paulistão com o avanço da Covid-19.
Ouça essas e outras notícias desta terça-feira, 16, no “Eldorado Expresso”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed