O governo chinês acaba de aprovar a inclusão do espanhol entre as línguas optativas no ensino secundário, ao lado do francês e do alemão. Com isso, estima-se que o idioma ganhe, a cada ano, milhões de estudantes, o que pode favorecer não só o turismo, como os negócios com países hispanoparlantes. A Real Academia Española (RAE) e uma importante universidade de Shangai fecharam um acordo de colaboração e Michelly Teixeira conversa com o diretor da RAE, Darío Villanueva, sobre os detalhes deste convênio.
Nasceu em Torre de Moncorvo, no norte de Portugal, em 1670, mas foi criado na cidade de Madri, na Espanha. Francisco Botelho deixou importantes obras literárias, mas por ser português e escrever em castelhano, acabou por ficar em "terra de ninguém". A cidade de Coimbra acolheu na semana passada (nos dias 27 e 28 de setembro), um colóquio inteiramente dedicado a este escritor, desconhecido por muitos. Nele, participaram pesquisadores de Portugal e da Espanha, mas também dos Estados Unidos, da França e do Senegal. Com a ajuda de António Apolinário Lourenço, professor da área de espanhol da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e membro do Centro de Literatura Portuguesa, Joana Dias nos dá a conhecer um pouco mais sobre o autor.