Ele se deixou seduzir pelo samba, numa história que, ao mesmo tempo foi natural, mas que também teve de esperar o momento certo. Filho de sambista, Diogo Nogueira primeiro quis ser jogador de futebol e, para a sorte dos seus milhares de fãs, uma lesão no joelho fez com que ele abandonasse os planos de defender uma equipe para, em vez de entrar nos campos, subir nos palcos. Ele começou devagar, nas rodas de samba, até gravar um DVD. E hoje está aqui, com mais de dez discos, entre álbuns gravados e ao vivo, diversos prêmios, como dois Grammys Latinos, e muitos shows dentro e fora do Brasil. A última vez que esteve na Europa foi em 2015 e por causa da pandemia teve que adiar uma nova viagem, que está acontecendo agora. Diogo Nogueira já passou por Dublin, Amsterdam, Berlim, Londres e, na noite passada, fomos conferir o seu vozeirão na Sala Mon. Hoje, ele está em Barcelona, depois vai para Lisboa, Ovar e a cidade do Porto. Conversamos com Diogo Nogueira, um dos principais nomes da nova geração do samba.