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Novinho em folha, o Podcast Encantes apresenta em primeiríssima mão o livro O Fio Vermelho de Mieko, escrito e ilustrado por Isabel Galvanese, com bordados de Paulo Otero, que será lançado no dia 08 de setembro, às 19h, na Casa de Cultura, em São Sebastião.
Poeta de Divinópolis, Minas Gerais, que escreve sobre o cotidiano, Adélia Prado completou 87 anos, no dia 13 de dezembro.
Neste podcast, você vai conhecer mais sobre a vida e obra da escritora Clarice Lispector que, se estivesse viva, estaria completando 102 anos, no dia 10 de dezembro.
Neste podcast eu vou falar sobre dois grandes escritores que estariam completando aniversário em novembro, Raquel de Queiroz e José Saramago.
A crônica "O galho da Pitangueira", publicada no Livro Encantes, em 2017, é uma das minhas favoritas. Ela me lembra de que no lugar dos sonhos desfeitos surgirão outros sonhos e devo seguir em frente, confiar nas sementes que jogo pelo caminho por onde eu passo.
Outro dia eu saí para caminhar pela praia do bairro São Francisco, eu já falei dela para você, é uma praia relativamente pequena e enfeitada pelas cores dos barcos de pesca. E onde tem pesca tem... gaivotas!
Pois é, neste dia, eu encontrei com uma delas e... (muito metida à sabichona) eu achei que ela estivesse triste e com medo de mim!
Não demorou muito para eu descobrir que não se tratava disso. A gaivota me deu uma lição, eu contar para você qual foi.
“Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo”, disse o escritor Luiz Fernando Veríssimo. Você acha que ele está certo?
Em tempos de paparazzi, mídias sociais, câmeras de vigilância estamos todos sendo observados. Em nome da segurança, aos poucos perdemos a privacidade e, com isso, também nos tornamos menos espontâneos. A impressão é estar preso num aquário.
Eu acho que foi esse sentimento que fez eu me colocar no lugar do peixinho João.
Escuta a história dele.
Eu andava sozinha na praia com os meus pensamentos quando encontrei o galho de uma árvore pertinho do mar.
Eu o contornei para continuar o passeio e, conforme fui me distanciando, sentia como se a solidão dele estivesse dentro de mim.
De fato, ele era único naquele lugar, olhei em volta e percebi que não havia outro igual a ele.
Passei a imaginar o que havia acontecido para aquele galho ter ido parar naquela praia. O que me faria deixar tudo para trás e seguir para um lugar desconhecido?
Essa crônica eu escrevi após voltar de um passeio pelo bairro onde eu moro, eu pensava nas oportunidades que perdemos quando sentimos medo de nos aproximar das pessoas, quando perdemos a confiança.
Véspera de uma eleição nervosa, permeada por discursos extremistas, eu quero lembrar que a política não é só o que acontece dentro dos gabinetes, assembléias e palácios. Ah! Você pode estar pensando... lá vem ela falar sobre política!
Calma, eu não estou aqui para perturbar ou dizer faz isso, faz aquilo. Não acredito que um homem - após eleito – seja quem for - vai resolver todos os nossos problemas.Até o super- homem do cinema cometeu erros, teve crises de identidade.
Esse texto foi escrito para lembrar que você tem o poder para transformar o mundo – senão o mundo inteiro, senão o Brasil – gigante e lindo, senão a sua cidade querida, você pode mudar o clima dentro da sua casa, o dia de uma pessoa, com um sorriso, uma palavra de incentivo, dando uma 2ª chance.
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