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Attention: This program contains strong language and tons of bass, enjoy the show!
Sejam bem-vindos à #86 sessão da SlowDem’ Vibes!
Mais uma edição da nossa clássica Tábua Mista, preparada com todos os ingredientes a que têm direito e que já foram habituados. Destaque para os novos lançamentos de ZeroFG, Richtanner, SamRecks e Forestxfire, bem como as estreias de Kateel, Simon Adams e Bairi. Fiquem por perto porque o episódio 87 está ao virar da esquina! Até já
Setlist:
ZeroFG – The Pressure (00:00:25)
João Pedro Moreira & Gustavo Pereira
O conteúdo SlowDem’ Vibes #86 – Tábua Mista 16 aparece primeiro em Engenharia Rádio.
O último episódio do semestre convida-te ao Serralves em Festa. Além disso, mergulhamos numa onda de retrospectivas. A brasileira Giovanna Grous, conta como foi viver no Porto como estagiária. No final, despedimo-nos com risos e com os melhores bloopers do semestre.
Por Joana Damas, Carla Silva, Nádia Neto, Laura Costa, Sofia Moreira
O conteúdo PortOuvido #105 – Uma despedida em Festa aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste mês, vamos perceber como é que a ciência e a tecnologia podem ajudar a antever cenários, nomeadamente, falhas ou avarias em transportes, apoiando as atividades de manutenção dos veículos.
Se viajarmos pela história da manutenção, percebemos que séculos de evolução separam a reatividade da proatividade. Ao longo de anos, os avanços industriais tornaram premente a procura por soluções que permitissem resolver – se possível antecipar – as falhas nos equipamentos, evitando prejuízos. Em 1919, por exemplo, o manual do modelo T da Ford já instruía os clientes da marca a terem determinados cuidados e a prestarem aos seus veículos uma “atenção” que, requerendo pouco tempo, poderia evitar atrasos ou possíveis acidentes na estrada.
Certo é que as operações de manutenção evoluíram e com o advento da Indústria 4.0, procurou-se dar um salto, ao desenvolver tecnologia para detetar o problema ainda antes de ele ter acontecido. Como? Através da análise de dados, da identificação de padrões e, dessa forma, da deteção de anomalias. Tudo isto graças à existência de dados – em grande quantidade – e de soluções de inteligência artificial.
Por outras palavras, falamos de manutenção preditiva. E, a partir deste conceito, convidamos Rita Ribeiro, Investigadora no INESC TEC, para nos contar como é que, em colaboração com a Metro do Porto, se desenvolveu uma solução com vista à deteção antecipada de falhas nos veículos, reduzindo os custos de manutenção. Falamos também sobre explicabilidade de inteligência artificial em contexto de manutenção preditiva. Venham daí, para mais um episódio do Science Bits.
Rita Ribeiro, Investigadora no INESC TEC e Docente na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
O conteúdo INESC TEC Science Bits #32 – Procuram-se eventos raros, falhas e avarias aparece primeiro em Engenharia Rádio.
“Alumni a dar música” é uma rubrica musical em formato Podcast do Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio que traz todos os meses as escolhas musicais dos nossos Alumni. Na 37ª edição do “Alumni a dar música” temos a escolha musical do alumnus André Silva.
André Silva
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
Engenheiro Geotécnico @ Measurand (São Paulo, Brasil)
Playlist de André Silva influenciada pelo Hip Hop
“A viagem pela minha playlist se confunde com o meu percurso desde a adolescência no movimento Hip Hop do Porto, no início dos anos 2000. Naquela época, o meu envolvimento com a cultura Hip Hop era muito intenso: fazia graffiti, participava de pequenas rodas de break na escola e, é claro, sempre tinha o rap como trilha sonora de fundo.
Meu primeiro contato foi com os incontornáveis Dealema e o seu hipnotizante e underground “Expresso do Submundo”, isto ainda numa cassete que o pessoal andava a gravar de um primo mais velho de uma colega de turma. Achei tudo aquilo fascinante: as letras, a rebeldia, a liberdade de poder se expressar como quisesse num país tão conservador e de bons costumes como Portugal era e ainda é.
Naquela época, o movimento Hip Hop já tinha um bom número de seguidores, mas o acesso à música, revistas, videos e eventos ainda era muito reduzido comparativamente ao que vemos atualmente. O acesso à música ainda se dava através de CDs físicos ou cassetes existentes em pouquíssimas lojas de streetwear do Porto. Vale ressaltar que naquela época a internet ainda era uma realidade para muito poucos. Na rádio, era muito difícil encontrar conteúdos relacionados, no entanto existia o “Rimas e Batidas” do Rui Miguel Abreu na Antena 3, que acontecia à 1:00 da madrugada de sexta-feira para sábado (isso para a minha geração, a geração anterior já tinha os programas do José Marinho na Nova Rádio Energia e depois, mais tarde, o “Repto”, também na Antena 3).
O repertório foi aumentando com nomes incontornáveis do movimento nacional como Sam The Kid, Valete, Chullage, Micro, Regula e, é claro, os Mind da Gap, os pioneiros do rap do Porto a alcançarem uma visibilidade maior na grande mídia entre os seus pares. Fica aqui também uma menção honrosa para o Keso, um dos melhores rappers/produtores/influenciadores da geração que se seguiu a MDG e Dealema.
Com naturalidade, o interesse pelo Hip Hop americano foi crescendo, seguido do espanhol (com seu expoente máximo no genial Nach) e brasileiro (Marcelo D2, Emicida, entre outros). Nessa parte, os créditos são devidos ao trabalho de divulgação feito pela revista HHNation (2003-2006). Ainda hoje guardo todas as edições num armário que resta na casa dos meus pais. Nessa fase, aprendi muito sobre os grandes clássicos da Golden Era do rap americano como Gangstarr, J Dilla, Nas, The Roots, Dr. Dre, Blackstar, Common, Wu-Tang Clan, entre outros.
Em 2006, propús ao meu primo (meu companheiro de sempre nessas andanças), também estudante da FEUP, mas de Mecânica, que iniciássemos um blog sobre o tema, visto que havia muito pouca oferta de sites, blogs e revistas. A proposta foi aceita! E, apesar de a internet ser limitada em nossas casas, começamos a postar os primeiros conteúdos a partir dos computadores das salas de informática da FEUP. A partir daí, seguiram-se milhares de visitas ao longo de mais de 15 anos online, convites para escrever em revistas e sites especializados, eventos, muito aprendizado, uma tatuagem no braço e uma coleção impressionante de bons amigos.
Outro aspecto importante a destacar são os benefícios que ouvir rap de diferentes nacionalidades acabaram tendo na minha vida profissional. Profissionalmente, o destino quis que grande parte do meu percurso profissional fosse no Brasil e, mais recentemente, com bastante interação com outros clientes da América Latina, o que exige conhecimentos de espanhol, dos quais eu nunca tive uma aula sequer. Obviamente, para portugueses é mais fácil assimilar, mas muita da familiaridade que adquiri com o espanhol surgiu do meu hábito de escutar rap espanhol desde cedo. E, acreditem ou não, apesar de o português brasileiro ser aparentemente a mesma língua, as gírias fazem total diferença, principalmente quando se está gerindo um projeto de construção.
O texto já está longo e eu teria muitas mais histórias para contar, como aquela vez em que descobri que um estimado professor meu de Civil é pai de uma famosa rapper do Porto, através de uma das suas músicas. Mas os detalhes ficarão para uma próxima oportunidade…
Espero que tenham gostado desta breve viagem pelo tempo. Desfrutem da playlist!”
Playlist
Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio.
O conteúdo Alumni a dar música – The FEUP Alumni Playlist #37 – André Silva aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Hoje temos connosco Mafalda Silva, parte da equipa de Human Relations da Continental Engineering Services, Rita Videira, a representar a ITSector e finalmente Gabriela Moura, parte da equipa de Recursos Humanos da Altice Labs. Este podcast situa-se durante o FED, a feira de emprego realizada pela AEFEUP.
Locutores: João Madureira e David Neves
O conteúdo Isto Não É Engenharia T2 #5 – Prepara-te para o mundo de trabalho aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Hoje temos connosco Carlos Alves, presidente da AEFEUP no mandato de 2022/23.
Locutores: João Madureira e David Neves
O conteúdo Isto Não É Engenharia T2 #4 – Carlos Alves – Um Presidente Promissor aparece primeiro em Engenharia Rádio.
“Alumni a dar música” é uma rubrica musical em formato Podcast do Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio que traz todos os meses as escolhas musicais dos nossos Alumni. Na 36ª edição do “Alumni a dar música” temos a escolha musical do alumnus Paulo Monteiro.
Paulo Monteiro
Licenciatura em Engenharia Informática
Java Software Engineer @Skillworks Limited
Playlist de Paulo Monteiro inspirada na máquina do tempo
“Música muitas vezes é como um café. Um pretexto.
Torna-se o foco da atividade, mas muitas vezes é uma boa razão para estarmos juntos com alguém que nos é querido, aprofundar um novo laço de amizade e criar novas memórias.
As minhas primeiras três músicas mais marcantes vêm da minha infância e curiosamente são todas de autores italianos.
A minha primeira música, “Trinitá: Titoli“, de Franco Micalizzi, vem de um dos meus primeiros filmes de que tenho memória.
“Ecstasy of Gold” de Ennio Morricone, presente num outro spaghetti western “O Bom, o Mau e o Vilão” de Sergio Leone, evoca-me todos os momentos da minha infância em que ficava sentado com o meu pai na nossa sala a ver os mais variados spaghetti westerns e como não podia deixar de ser mais tarde passei a colecionar estes mesmo filmes do qual ainda hoje sou um adepto incondicional.
Corria o ano de 1991, quando a aposta italiana na Eurovisão recaiu para Toto Catugno com a música “Insieme”, que era um desconhecido para mim, mas não para a minha mãe que imediatamente me disse que ele era o grande favorito. Com a queda do muro de Berlim e o alargamento da altura CEE, Insieme (Juntos) era um tema emotivo e que contava com 4 músicos de apoio, representando as diferentes regiões da antiga Jugoslávia. Cotugno conquistaria a Eurovisão e tornar-se-ia na minha primeira obsessão musical.
A minha adolescência musical ficou bastante marcada pelos estilos punk, hardcore e thrash.
Corria o ano de 1994, quando os The Offspring lançam “Smash” e o meu amigo Mário do 7º ano obrigou-me a ouvir “o melhor albúm” que ele alguma vez ouviu no seu Sony Walkman.
Um auricular no meu ouvido esquerdo, o outro no ouvido direito dele. A primeira música que oiço é “Self-Esteem” e tornou-se no hino dos meus primeiros anos de adolescência. A porta do skate punk rock abriu-se para mim.
Cerca de dois anos mais tarde, após trocas de nomes de álbuns entre amigos comuns, acabaria por forjar amizade com o Elísio, na altura um estudante de Farmácia, quando ele me apresentou a uma banda de punk/hardcore de São Paulo, Ratos de Porão e o albúm “Ao vivo” onde tinha a música “Beber até Morrer”. O meu primeiro concerto ao vivo seria precisamente para ver Ratos de Porão no antigo Hard Club em Vila Nova de Gaia.
Ratos de Porão escancarou as portas para Sepultura (outra banda de São Paulo), Pantera, Machine Head, Anthrax e muitas outras bandas de metal thrash.
Os meus primeiros riffs na guitarra foram ao som de “Slave New World”, do álbum Chaos A.D. dos Sepultura, que viria a tornar-se numa das bases para o movimento do metal no final do milénio.
No entanto, poucas bandas influenciaram-me tanto na guitarra como as próximas duas: Slayer e Metallica.
Slayer era conhecida na altura por ter os fãs mais leais e tornou-se na minha ponte para rapidamente forjar amizade com outros apreciadores de metal.
“Seasons in the Abyss” foi a primeira música dos Slayer que aprendi na guitarra.
Para o final da adolescência, tive igualmente a oportunidade de me apaixonar pela a minha melhor amiga, hoje minha esposa, que coincidentemente acabaríamos por nos aproximar por causa de Cradle of Filth, Guns, Pearl Jame Megadeth, mas seria “Nothing Else Matters” dos Metallica que nos marcaria para sempre.
Para o final do secundário, costumava frequentar a loja de música “Piranha”, que na altura estava situada no Shopping Center Itália, na Boavista. E numa das minhas muitas visitas estava com cerca de 3 álbuns numa fila para ouvir, quando um desconhecido de meia-idade, calvo, mas com ainda alguns cabelos compridos a lutar contra a 2ª Lei da Termodinâmica, se aproxima e me diz que tudo o que tenho ali é lixo e que eu deveria tentar ouvir algo de diferente. Por qualquer motivo, encolhi os ombros e perguntei-lhe o que ele me recomendava. Ao fim de 2 minutos de pesquisar pela pequeníssima loja, ele regressa com um CD de Jimi Hendrix Experience – BBC Sessions acabado de ser lançado no panorama nacional, um duplo álbum, onde “Foxy Lady” foi a primeira música que ouvi e comprei o álbum de imediato. O nome do desconhecido era Luís e ficaríamos amigos.
Imediatamente antes da faculdade deparei-me com Jazz por puro acaso.
Após os ensaios de uma das bandas de thrash/nu-metal a que eu pertencia na altura, uma das coisas que fazíamos após os ensaios era trocar cassetes com aquilo que cada um estava a ouvir e Sofia, a baterista da banda, deu-me uma cópia do álbum Moanin’ (1958) de Art Blakey and the Jazz Messengers e a minha vida jamais seria a mesma, acabando por me arrastar para o mundo de Blues e Jazz, mundo que ainda hoje habito. Mais tarde acabaria por mergulhar de cabeça e descobrir gigantes como Marcus Miller, Charles Mingus, Miles Davis, Dave Brubeck, Donald Byrd, Coltrane, entre outros.
Hoje ainda mantenho contacto com Pedro Ferreira, outro amigo do secundário, baixista de uma banda do secundário onde fazíamos covers dos The Offspring e hoje continua como baixista da banda de rock Portuense O Incrível Homem Bomba e uma das minhas músicas favoritas “Procura que vês” tem uma das melhores entradas de baixos de que tenho memória. O rock português continua de boa saúde.
Devido à minha paixão pelo râguebi e por apoiar incondicionalmente os Springboks, a selecção Sul-Africana de râguebi e a equipa dos Blue Bulls de Pretória, comecei a tentar perceber certos comentários ou os “flash interviews” em Afrikaans e um dos músicos que geralmente se ouvia no estádio era e ainda é Kurt Darren, um músico sul-africano que canta em Afrikaans e quando comecei a ler e perceber as letras dele enquanto a música tocava no background, a minha filha Matild aprendeu a apreciar uma música para qual não sabe o seu significado e “Kaptein” tornou-se na sua música favorita durante grande parte de 2022.
Como tal, esta lista de músicas são aquelas que não só me causaram um grande impacto na minha juventude, mas que servem igualmente como uma máquina do tempo DeLorean, onde posso recordar pessoas queridas.
E por falar em DeLorean, está na altura de regressar ao futuro e despedir-me com Johnny B. Goode.”
Podes saber mais sobre o Paulo em Open Source Software no GitHub e em Secção de râguebi no jornal O Público.
Playlist
Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio.
O conteúdo Alumni a dar música – The FEUP Alumni Playlist #36 – Paulo Monteiro aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Science Bits é um podcast produzido pelo INESC TEC e Engenharia Rádio, que aborda as últimas tendências de ciência e tecnologia. Neste episódio, vamos numa viagem pelo mundo das tecnologias baseadas em Luz, nomeadamente, soluções óticas. O que são? Como funcionam? Como podem ser usadas, por exemplo, para detetar bactérias em alimentos?
Vamos de maio de 2023 até maio de 1960. De Portugal para os Estados Unidos da América, mais precisamente para os Laboratórios de Investigação de Hughes, na Califórnia, onde Theodore Maiman, físico e engenheiro, opera de forma bem-sucedida e pela primeira vez na história, um Laser – no caso, um Laser de rubi.
Considerada uma das mais importantes invenções da história da luz, dá seguimento a séculos de investigação e ao trabalho e descobertas de nomes que nos são bem conhecidos, como Albert Einstein.
Hoje, o Laser faz parte do nosso dia-a-dia, sendo utilizado nas mais variadas áreas, da medicina à indústria, passando pela investigação científica, pelas comunicações, até ao seu uso no setor do comércio, por exemplo, em lojas, através dos conhecidos leitores de códigos de barras.
O que Theodore Maiman conseguiu há mais de 60 anos dá o mote para a celebração do Dia Internacional da Luz, assinalado, anualmente, a 16 de maio. Mas, o Laser é apenas uma das muitas descobertas relacionadas com o estudo da Luz.
Por isso, no Science Bits, aproveitamos a oportunidade e desafiamos Luís Coelho, Investigador do Centro de Fotónica Aplicada do INESC TEC, para ficarmos a saber mais sobre tecnologias baseadas em Luz. Até onde nos leva a Luz?
Luís Coelho, Investigador no INESC TEC
O conteúdo INESC TEC Science Bits #31 – Até onde nos leva a Luz? aparece primeiro em Engenharia Rádio.
A Missão País é um projeto católico de universitários para universitários, com o objetivo de inspirar os estudantes a viver a fé católica em missão. Organiza e desenvolve as missões universitárias, que são semanas de apostolado e ação social em que estudantes de várias faculdades de Portugal partem para diferentes localidades do país.
Simão Francisco e Maria Noronha, estudantes do 1ºano do Mestrado em Bioengenharia, foram chefes gerais das missões da FEUP I e da FEUP II, respetivamente, durante o passado mês de Fevereiro.
Durante pouco mais de meia hora de conversa, ambos contam como conheceram a Missão País, como funciona todo o processo de inscrição na mesma, falando também de alguns dos seus momentos mais marcantes durante as suas missões e de como é o processo de passar de ser missionário para fazer parte da equipa de chefes de missão (que na verdade também são missionários).
E tu? Queres conhecer melhor o que é a Missão País? Descobre em mais uma entrevista na tua Engenharia Rádio!
Tomás Miranda
O conteúdo Entrevista Missão País aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Na passada sexta-feira, dia 19 de maio, a Engenharia Rádio esteve no “Maus Hábitos” para assistir ao primeiro concerto a solo de Ana Lua Caiano na cidade Porto.
(Fotografias de Raquel Sousa)
A atuação, integrada na digressão de apresentação do seu novo EP “Se Dançar É Só Depois”, que tem passado por cidades como Setúbal, Lisboa e Coimbra, contou também com músicas do primeiro EP “Cheguei Tarde A Ontem”. A plateia teve ainda a oportunidade de ouvir o tema “Vou Ficar Neste Quadrado”, do seu primeiro álbum, que sairá em breve, e sobre o qual a artista falou em exclusivo para a Engenharia Rádio.
Ana Lua Caiano confirmou mais uma vez o seu talento, correspondendo a todas as expectativas que o seu crescente mediatismo tem criado. Performance original e intensa, deixou toda a plateia hipnotizada com as suas melodias doces e sombrias e as suas letras poeticamente surrealistas no cruzamento da música tradicional portuguesa com a música eletrónica. A fasquia mantém-se elevada para os próximos concertos.
No final a artista concedeu-nos uma entrevista, na qual nos contou um pouco do seu percurso, do seu processo criativo e das suas influências musicais e literárias.
Vasco Tunesconii
O conteúdo Ana Lua Caiano ao vivo no “Maus Hábitos” aparece primeiro em Engenharia Rádio.
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