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Todos os anos, a 28 de outubro, assinala-se o Dia Internacional da Animação. Parte integrante do imaginário infantil e muito presente nas memórias dos adultos, os filmes de animação têm uma história longa e cheia de mudanças ao longo dos tempos. Das primeiras tentativas rudimentares, à junção da cor, até à chegada da tecnologia. Neste episódio vamos mergulhar neste universo fantástico e conhecer a Casa da Animação, um marco no cinema de animação em Portugal e que mora aqui tão perto de nós.
O conteúdo Mais Nozes que Vozes #8 – Dia Internacional da Animação (Parte 2) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
No episódio 128, é feito um “recap” do que se passou nas últimas duas semanas no futebol nacional e internacional, passando pelo campeonato português, pela Taça de Portugal em tempo real, e pelos sorteios das competições europeias. Pelo meio, falamos claro está, das habituais rubricas da última jornada da primeira liga, mas que desta vez ficam à escolha do ouvinte. De destacar também que neste episódio com toque “canarinho” já começa a cheirar a mundial!
Futebol + Rádio? PB, na Engenharia Rádio!
O conteúdo Palestra de Balneário #128 – Ao gosto do ouvinte aparece primeiro em Engenharia Rádio.
O PortOuvido desta semana é inteiramente dedicado à música. Na reportagem, deixamo-nos levar pela energia vibrante do rock portuense e fomos ao festival Rock à Moda do Porto, no Super Bock Arena. A rubrica “Postal Sonoro” aqueceu os nossos corações com a emoção sentida pelos dos estudantes na Serenata de Receção ao Caloiro, no Largo do Amor de Perdição.
O conteúdo PortOuvido #87 – Melodias da Invicta aparece primeiro em Engenharia Rádio.
A arte, a história e a saúde juntam-se no programa desta semana. Falamos com o curador e alguns dos artistas que dão vida ao mural em homenagem a Agustina Bessa-Luís e conhecemos o que as suas obras têm para contar. Visitamos o Quartel Monte Pedral e viajamos pela sua história. Por fim, à Boleia do Dia Mundial da Alimentação, falamos com os portuenses sobre os seus hábitos alimentares.
O conteúdo PortOuvido #86 – Cultura faz-se ouvir nas ruas da Invicta aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Após 3 anos, a maior festa de receção ao caloiro do país regressou à cidade do Porto, o Arraial D’Engenharia 2022! Em conversa com Bruno Cabral, membro da AEFEUP e da organização do evento, a Engenharia Rádio faz-te o resumo completo destas quatro mágicas noites de Arraial! Fica a conhecer a opinião dos jovens no recinto e ouve as entrevistas exclusivas com vários dos artistas presentes como os Insert Coin, Julinho KSD ou os Karetus.
Na primeira noite, dia 30 de outubro, a festa foi feita no edifício da AEFEUP, com o FEUPCAFFÉ Warm Up, que teve a presença do DJ Kiss OneHundred, dando-se assim o pontapé de saída para mais uma edição do Arraial, desta vez ainda mais especial por ser a primeira após a pandemia.
Na segunda noite, dia de Halloween e véspera de feriado, todos os caminhos foram dar à Exponor, tendo o número de bilhetes vendidos chegado aos 11 mil. Na noite mais assustadora do ano, onde os diversos disfarces foram bem visíveis por todo o recinto, Ricardo Reis, Miguel Bravo e os Insert Coin foram os artistas responsáveis por tornar a noite memorável. O primeiro, tal como o seu nome indica, foi o “Rei” do palco e começou a noite da melhor maneira possível. De seguida, Miguel foi “Bravíssimo”, tendo o alentejano levado o público à loucura com a sua energia positiva. E para encerrar de forma bombástica, Joel Rodrigues e João Paulo Sousa, habitués em Arraiais D’Engenharia, onde marcaram presença pela terceira vez, superaram as expectativas, dando “baile” não só com os seus sucessos habituais, como também com o convidado especial surpresa, Tozé dos Per7ume, que cantou o maior sucesso da banda, “Intervalo“, levando ao delírio um público completamente iluminado pelas lanternas dos telemóveis.
Na terceira noite de Arraial, subiram ao palco MC Gabzin, Julinho KSD e a dupla vencedora do concurso de DJs da AEFEUP, Miguel Gamito e Vicente Lora . O cantor brasileiro, “menino do cabelo roxo”, deu espetáculo, havendo tempo inclusive para chamar a palco três fãs “preferidas” para cantarem com o mesmo durante o concerto. Já Julinho, regressou ao palco do Arraial com ainda mais energia e pôs todo o público a “Vivi Good”, tendo como “Conclusão” de um concerto memorável a sua música preferida no momento,” Stunka“, como revelado na nossa entrevista exclusiva. Por fim, a dupla de DJs, fez jus ao seu primeiro lugar alcançado no concurso, terminando a noite com uma performance que não desiludiu.
Na quarta e última noite do evento, dia 2 de novembro, Henri Josh, Lon3r Johny, Karetus e o artista convidado de última hora Gian Varela, foram os últimos a atuar no palco da Exponor. Numa noite que começou chuvosa, o DJ começou a aquecer a noite na hora “H”, preparando os presentes para o que se seguiria. Lon3r Johny deu espetáculo, cantando alguns dos seus maiores sucessos como “GT3” ou ” Porsche Turbo“. De seguida, os carismáticos Karetus, que fizeram mais uma vez referência aos Caretos de Podence através das suas máscaras e indumentária, brindaram o público com as suas misturas tradicionais de músicas com um toque pessoal, terminando a sua atuação com “Burra”, a sua música mais badalada no momento, levando o público à loucura. Deu-se depois lugar no palco a Gian Varela, que também teve uma excelente performance. A noite terminou com a equipa da AEFEUP no palco a dançar e a celebrar, em simbiose com o restante público presente no recinto, mais uma edição de Arraial D’Engenharia.
Foram sem dúvida quatro noites que vão deixar saudades e que criaram muitas memórias a quem esteve presente pois “a vida são dois dias e o Arraial D’Engenharia são quatro“! Até para o ano!
Tomás Miranda e Bruno Cabral
Fotos: ER e AEFEUP
O conteúdo Reportagem Arraial D’Engenharia 2022 aparece primeiro em Engenharia Rádio.
“Alumni a dar música” é uma rubrica musical em formato Podcast do Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio que traz todos os meses as escolhas musicais dos nossos Alumni. Na 29ª edição do “Alumni a dar música” temos a escolha musical da alumnus Anónio Maçães Boucinha.
António Maçães Boucinha
Engenharia Mecânica
Consultor Independente /Aposentado da Philip Morris International
Playlist de uma vida
“A minha educação musical foi muito reduzida, mas não posso esquecer os discos que ouvi na velha grafonola lá de casa que, de tanto ser descuidadamente usada, acabou por ficar inutilizada quando num só dia tocou todos os discos disponíveis. Também não posso esquecer os discos de 78 rpm, que o meu pai trouxe do Brasil em 1962, e que muitas vezes ouvi no velho gira discos ligado ao rádio “Telefunken” ou quando a “aparelhagem” era levada para as desfolhadas na casa do meu tio lavrador. Ainda a influência da catequese e da missa, com o “Tantum ergo sacramentum” em lugar de destaque que me marcaram. Nas aulas de Canto Coral no liceu fui sistematicamente dispensado porque “desafinava” muito.
A minha seleção passa pelas canções que me ligam aos vários locais onde vivi ou trabalhei e começam pela canção “Mãe Preta”, que constava de um dos discos de 78 rpm que vieram do Brasil, com música e letra originais dos brasileiros Caco Velho e Pirani. Durante muito tempo esta canção foi proibida em Portugal, tendo mais tarde ressurgido com nova letra de David Mourão Ferreira cantada por Amália com o título “Barco Negro” e cuja história gostei de revisitar.
Nos primeiros anos do Liceu da Póvoa de Varzim e nos bailes de domingo à tarde, as canções francesas eram as mais frequentes e “Ne Me Quite Pas” do Jacques Brel marcava o fim da festa. Com a chegada dos anglo-saxónicos (Beatles, Bee Gees,…), nos últimos anos do liceu mudou o panorama e para além do “Hey Jude” realço “Whiter Shade of Pale”. Com a ida para Coimbra para fazer os propedêuticos (em 1970 a FEUP só começava nos 3 últimos anos) não esqueço a balada “Bairro Negro” magnificamente interpretada pelo José Afonso e que era dos poucos temas que o meu colega de quarto tinha no seu gravador de fita.
Aproveitando o lançamento do último álbum de Janis Joplin depois da sua morte, a emissora regional da Coimbra passava diariamente as suas canções. Entre “Cry Baby” e “Mercedes Benz” foram muitas as horas de estudo acompanhadas com estas músicas na rádio. Com o ambiente de Coimbra ainda no coração, chego à FEUP e deparo-me com uma liberdade política que desconhecia até aí e que se refletia na música que ouvíamos. E se o José Afonso me surpreendeu com os fados de Coimbra (Lá longe ao cair da tarde) foi nos anos letivos de 72 a 74 que as canções “Venham mais Cinco” e “Traz outro amigo também” animavam as frequentes reuniões, assembleias e manifestações em que a mobilização contra a guerra implicava trazer mais e mais estudantes para a luta.
No início de 1976 iniciei a minha primeira atividade profissional e não posso nunca esquecer os acordes do “Für Elise” que o colega MJ tocava na sala de professores da Escola Secundária de Moncorvo e que marcaram a minha abertura à música clássica. Também não posso esquecer os álbuns dos Pink Floyd que o mesmo colega punha no leitor de cartuchos do seu carro, nas viagens intermináveis de muitas horas para chegar ao Porto. Em Elvas, onde fiz o estágio no Ensino, fica a recordação dos convívios nos fins de tarde quentes ao som de “Hotel Califórnia”.
A compra do meu primeiro gira-discos, quando vim para Lisboa, foi inaugurada com o “Concerto de Aranjuez” de Joaquin Rodrigo. Já o álbum do Paul Simon que a minha mulher me ofereceu, quando estava grávida de poucos meses, diz muito sobre alguém que aparece na nossa vida e que nunca mais deixamos (“Late in the Evening”) mas a quem esperamos que seja perfeito (“One Trick Pony”).
A “Suite nº1 da peça Peer Gynt” de Edvard Grieg marca a travessia da ponte 25 de abril ao fim da tarde, no regresso do trabalho a Lisboa, quando vinha da Setenave. Do LP “Cavaquinho” de Júlio Pereira, que escutei do princípio ao fim e muitas vezes, realço o “Vira Minhoto” e que me fazia lembrar as festas na minha aldeia. Em plena atividade profissional, há uma canção que não me largava a mente que é a “Criatura da noite” do grupo Entre Aspas, magnificamente interpretada pela Viviane.
Nas intermináveis filas de trânsito da IC 19, na companhia dos programas da rádio “Antena 2” a ouvir muita música barroca, clássica e óperas há que assinalar o “Jazz Suite No.1” de Shostakovich como uma das que mais me encanta, ficando por último o “Concerto para cravo e orquestra” do Carlos Seixas que foi o maior compositor do Barroco português e que pouca divulgação tem tido.”
PLAYLIST de António Boucinha
Gabinete Alumni da Talent Unit da FEUP em parceria com a Engenharia Rádio.
O conteúdo Alumni a dar música – The FEUP Alumni Playlist #29 – António Maçães Boucinha aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Um curso novo, o “grandioso dcc”, viver a praxe e inteligência artificial. Este é o terceiro episódio da segunda temporada de Horário de Atendimento, aqui na Engenharia Rádio.
Neste episódio estivemos à conversa com o Guilherme Vaz, 19 anos, do 2º ano da Licenciatura em Inteligência Artificial e Ciência de dados na FCUP. Na nossa “Hora do Recreio“, fomos ouvir os “Alunos da FCUP” e ficar a saber quais os seus hábitos.
No“Fora de casa” desta semana estamos numa festa de Hallowen numa casa em Getafe, Madrid.
O conteúdo Horário de Atendimento #8 – FCUP aparece primeiro em Engenharia Rádio.
O nosso poeta e locutor Vasco Tunesconii recebeu a poetisa Daniela Fatela Geraldes para uma conversa sobre literatura, arte e vida.
Convidamos os nossos ouvintes a conhecer a sua poesia, que podem também encontrar em formato físico na obra Mãos Frias – Cadernos de Poesia 2020 – 2022 ou online através do Instagram @d.geraldes e do site https://danielageraldes.wixsite.com/danielageraldes.
Não percas o décimo terceiro episódio deste que é o programa de poesia da tua Engenharia Rádio: Um poema de Tunesconii.
O conteúdo Um poema de Tunesconii #13 – Perdido nas ruas da poesia com Daniela Fatela Geraldes (especial) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
Todos os anos, a 28 de outubro, assinala-se o Dia Internacional da Animação. Parte integrante do imaginário infantil e muito presente nas memórias dos adultos, os filmes de animação têm uma história longa e cheia de mudanças ao longo dos tempos. Das primeiras tentativas rudimentares, à junção da cor, até à chegada da tecnologia. Neste episódio vamos mergulhar neste universo fantástico e conhecer a Casa da Animação, um marco no cinema de animação em Portugal e que mora aqui tão perto de nós.
O conteúdo Mais Nozes que Vozes #7 – Dia Internacional da Animação (Parte 1) aparece primeiro em Engenharia Rádio.
No episódio 127 do Palestra, o clássico da jornada passada foi o destaque principal, onde o SL Benfica foi ao Dragão conquistar 3 pontos importantes na corrida pelo título. Analisamos também os restantes jogos da liga portuguesa, terminando com as habituais rubricas da jornada. Por fim, damos uma volta pela Europa nos jogos da semana da Liga dos Campeões. Um episódio que prova, sem dúvida, que o futebol é um desporto cheio de marcas.
Futebol + Rádio? PB, na Engenharia Rádio!
O conteúdo Palestra de Balneário #127 – Jornada MARCAnte aparece primeiro em Engenharia Rádio.
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