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A União deve investir em saúde o mesmo que no ano anterior, somado a variação do PIB. Em 2021 o orçamento do Ministério da Saúde é de R$125,8 Bi. As Secretarias Estaduais da Saúde devem investir 12% da receita corrente líquida em saúde, sendo que no RS em 2020 foram R$6 Bi. E os municípios devem investir R$15%.
Para debater boas ideias da melhor forma de fazer a gestão do SUS, chamei quadros trabalhistas renomados da área.
A PEC 32/2020 é consubstanciada pela ideia do Estado mínimo e visa desaparelhar o setor público para o exercício de suas funções.
O texto acaba com a estabilidade dos novos servidores, diminui o número de cargos comissionados e carreiras, além de alterar regras de contratação, salários e jornada.
Ao invés de aperfeiçoar o serviço público, a medida aprofunda desigualdades entre as carreiras públicas, ao criar quatro categorias com direitos diferenciados, em contraposição ao Regime Jurídico Único atualmente em vigor. com exceção de alguns dispositivos específicos, a proposta cria instabilidade e precarização, ao invés de acarretar melhorias ao serviço público.
A proposta encaminhada pelo Governo Federal assemelha-se mais a uma reforma fiscal, sem grandes preocupações com a melhoria da qualidade dos serviços públicos, que, especialmente em época de epidemia, mostraram-se mais fundamentais do que nunca.
A Heteronormatividade indica quais corpos são mais ou menos aceitos pela sociedade, inclusive entre LGBTs.
É possível que o fato histórico protagonizado pelo governador do RS constranja a homofobia em certos grupos e que chame a atenção para as dinâmicas de ódio homofóbico.
Muitos gays são politicamente conservadores, assim como muitos héteros, no que, aliás, estão em seu pleno direito.
É libertador, pessoalmente, e custoso, politicamente, assumir-se LGBT+ num país governado por um presidente homofóbico, presidente que, aliás, Leite ajudou a eleger junto com outros 29% de LGBT’s.
O país que aceita cada vez mais a homossexualidade (crescimento de 61% a 67% entre 2013 e 2019) é o mesmo país que mais mata travestis e transexuais (alta de 41% em 2020, segundo a ANTRA, sendo a grande maioria negras) e vê índices de violência sexual e física contra mulheres lésbicas invisibilizados.
É por isso que precisamos debater o tema na perspectiva de políticas públicas!
Acompanhe a live!
A forma de arrecadar e distribuir recursos impacta diretamente na vida das pessoas, por alterar o poder de consumo, o modo de vida e as estruturas do tecido social. Para debater a Reforma Tributária convidei importantes lideranças do PDT Gaúcho e quero te convidar para acompanhar!
A partir do livro Projeto Nacional: O Dever da Esperança de Ciro Gomes, nada melhor do que jovens para semear esperanças pelo nosso Brasil! Com a presença do Presidente Nacional da Juventude do PDT além de jovens representando cada uma das regiões do Brasil, vamos estar debatendo diferentes temas do livro do Ciro, na perspectiva de Projeto Nacional de Desenvolvimento e extrapolando para Projeto Estadual e Municipal de Desenvolvimento! Te aprochega para acompanhar!
Embora a tarefa de combater as mudanças climáticas seja enorme, é relativamente simples de definir. As emissões globais precisam atingir o pico o mais rápido possível e depois cair rapidamente até atingir zero - ou, como o Acordo de Paris coloca, até que haja um "equilíbrio entre emissões antrópicas por fontes e remoções por sumidouros", uma situação às vezes chamada zero líquido.(*) (*) - OBSERVAÇÃO SOBRE ZERO LÍQUIDO: as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) não precisam apenas cair pela metade nos próximos dez anos – mas as emissões líquidas precisam zerar até a metade desse século XXI. Conseguiremos chegar a emissões líquidas zero quando todas as emissões de GEE que ainda forem causadas pelo homem alcançarem equilíbrio. Em primeiro lugar, é preciso reduzir ao mais próximo de zero possível todas as emissões causadas pela atividade humana. Depois disso, as emissões de GEE restantes seriam equilibradas com uma quantidade equivalente de remoção de CO2 atingindo a neutralidade climática.
Só há um caminho para o futuro: a educação. Ela possibilita que desenvolvamos as habilidades necessárias para ser produtivo em sociedade, expande os horizontes da realidade e permite que construamos diferentes caminhos para nossa comunidade. Ela nos empodera com a capacidade crítica necessária para as batalhas de uma realidade desigual com tanta violência e marginalização social. A educação transforma quando a valorizamos, mas também reproduz a desigualdade quando esquecemos de sua centralidade. Essa é a realidade da educação pública do rio grande do sul e do brasil hoje: décadas de desleixo e abandono com os filhos da classe trabalhadora.
Ao longo da Pandemia de Covid-19, cansamos de ver notícias sobre o estado da educação pública. Em meio à crise, quem sofre são os mais pobres, os que não tem poder. Crianças ficaram sem aulas, famílias estavam com seus filhos dentro de casa pequenas e apertadas, não havia computadores, celulares, internet para se conectar com seus colegas e professores. Os filhos das massas trabalhadoras não tinham recursos para ensino à distância, nem suas escolas tinham estrutura para compensar.
Até os anos 90, o Rio Grande do Sul era um exemplo de Educação no Brasil. Subimos ao topo dos rankings em muitos casos. Nossos pais e avós se lembram das famosas brizoletas que tinham a missão de educar todas as crianças gaúchas e chegaram aos mais remotos cantos do nosso estado. Hoje professores são mal pagos, escolas estão caindo aos pedaços, alunos não tem uma real oportunidade de aprender. Num mundo de rápida mudança tecnológica e da economia do conhecimento isso é inaceitável. Qual foi a tragédia que nos acometeu neste século que fez com que o RS despencasse na formação das novas gerações?
Para além da importância de reconhecer o ato corajoso, histórico e representativo da declaração do governador Eduardo Leite em entrevista em 02/07/2021 ao jornalista Pedro Bial: "Sou um governador gay, e não um gay governador", precisamos debater o tema em uma perspectiva de políticas públicas.
No último boletim nacional de HIV/AIDS, Porto Alegre e o Rio Grande do Sul são a capital e o estado brasileiro com as maiores incidências de HIV do Brasil.
O que o governo de Eduardo Leite fez para mudar isso? Como a educação pode ajudar a quebrar preconceitos?
Refletir sobre os impactos do Covid-19 no pós pandemia na sociedade e a repercussão dessas transformações nos próximos anos é o objetivo da Live Pós-pandemia.
A construção de sociedades resilientes e o fortalecimento dos sistemas devem transformar os discursos em ações a nível global para responder crises que estão por vir auxiliando a preparar a população para uma mudança comportamental e redução de desigualdades sócio econômicas.
Atualmente, o Brasil tem cerca de 70% da população vacinada com pelo menos a primeira dose e é evidente que existe um ponto de inflexão da pandemia que poderá ser temporário devido a variantes, devendo haver mudança na postura da população para que aumente a taxas de vacinação e essas mutações possam ser controladas.
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