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Quando a alma é ferida por pedras humanas, Cristo se oferece como o pão que sustenta, cura e dá vida.
Nesta terça-feira da 3ª semana da Páscoa, a liturgia nos conduz a um contraste forte e profundamente pascal: de um lado, as pedras lançadas contra Estêvão; de outro, o Pão da Vida oferecido por Cristo. Nos Atos dos Apóstolos, contemplamos o martírio de Estêvão, que, cheio do Espírito Santo, mantém os olhos fixos no céu e perdoa seus perseguidores. O Salmo nos ensina a oração da entrega confiante: “Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito”. No Evangelho, Jesus revela que o verdadeiro pão não é apenas um alimento passageiro, mas Ele mesmo, o Pão descido do céu para dar vida ao mundo.
Esta Palavra fala diretamente às nossas feridas, rejeições e fomes interiores. Muitas vezes tentamos responder às pedras da vida com revolta, controle ou fechamento do coração, mas Estêvão nos mostra outro caminho: entregar-se a Deus, perdoar com coragem e permanecer unido a Cristo. Só quem se alimenta do Pão da Vida encontra força para amar quando é ferido, confiar quando tudo parece ruir e recomeçar quando a alma está cansada.
Gostou desta reflexão? Junte-se à nossa comunidade: curta e inscreva-se para caminharmos juntos.
Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.
By Liturgia Et VitaQuando a alma é ferida por pedras humanas, Cristo se oferece como o pão que sustenta, cura e dá vida.
Nesta terça-feira da 3ª semana da Páscoa, a liturgia nos conduz a um contraste forte e profundamente pascal: de um lado, as pedras lançadas contra Estêvão; de outro, o Pão da Vida oferecido por Cristo. Nos Atos dos Apóstolos, contemplamos o martírio de Estêvão, que, cheio do Espírito Santo, mantém os olhos fixos no céu e perdoa seus perseguidores. O Salmo nos ensina a oração da entrega confiante: “Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito”. No Evangelho, Jesus revela que o verdadeiro pão não é apenas um alimento passageiro, mas Ele mesmo, o Pão descido do céu para dar vida ao mundo.
Esta Palavra fala diretamente às nossas feridas, rejeições e fomes interiores. Muitas vezes tentamos responder às pedras da vida com revolta, controle ou fechamento do coração, mas Estêvão nos mostra outro caminho: entregar-se a Deus, perdoar com coragem e permanecer unido a Cristo. Só quem se alimenta do Pão da Vida encontra força para amar quando é ferido, confiar quando tudo parece ruir e recomeçar quando a alma está cansada.
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Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.