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Acompanhamos o que a trégua EUA China e o acordo 30x30 entregam e onde ainda ficam as dúvidas sobre alíquotas e prazos. Conectamos esse cenário às tarifas contra o Brasil e aos caminhos que se abrem em Milwaukee, incluindo riscos para carnes e oportunidades em minerais críticos.
• Contexto jurídico das tarifas nos EUA e a reconstrução via Seção 301
• Renovação da trégua EUA China e o que fica pendente na negociação
• Como funcionam as listas do 30x30 e por que isso importa
• Impactos para o Brasil em soja, carne bovina, frango e milho
• Minerais críticos como possível carta brasileira nas conversas com Washington
• Reunião no G20 em Milwaukee e criação de grupos de trabalho Brasil EUA
• Obstáculos políticos, jurídicos e eleitorais para uma redução tarifária total
• Caso na Corte de Comércio Internacional sobre a tarifa de 12,5% por trabalho forçado
• Lei de sanções contra Rússia e Irã e o risco de mudança de cenário em 2027
• Atualização da guerra comercial EUA Canadá e o que ela sinaliza para o ambiente de retaliações
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Inauguramos uma parceria mensal entre o Entre Tarifas e o Women Inside Trade para traduzir a política comercial norte-americana em decisões práticas para o exportador brasileiro, com foco no que mexe no seu bolso, no seu risco e na sua competitividade.
Começamos pela alfândega: o CBP intensifica a fiscalização com a Ordem Executiva 14411, a maior reforma aduaneira em décadas. Explicamos o que muda nas exigências de identificação e diligência, por que o Formulário 5106 vira ponto de vulnerabilidade e como informações incompletas podem levar à anulação do número de importador a partir de 18 de setembro de 2026. Falamos de governança de dados, estrutura societária, endereço próprio e o que revisar agora para não perder capacidade de importar.
Depois, entramos na escalada EUA Canadá, com tarifas de 50% e contratarifas planejadas, e por que essa disputa importa mesmo para quem não vende para o Canadá: ela sinaliza uma postura mais agressiva dos EUA e pode criar brechas em mercados onde o Canadá perde competitividade. Fechamos com China, Conselho de Comércio EUA China e a revisão da Seção 301, destacando o impacto potencial em commodities agrícolas, especialmente soja e carnes, onde o Brasil precisa acompanhar cada movimento para proteger participação e preço.
Quer acompanhar essas mudanças? Assine os podcasts, ative as notificações e compartilhe com quem exporta .
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No dia 22 de julho, uma tarifa de 25% dos Estados Unidos passa a atingir grande parte das exportações brasileiras e a pergunta que fica é simples e incômoda: isso é “economia”, é “política” ou é os dois ao mesmo tempo? A gente abre a caixa-preta da política tarifária da administração Trump e mostra por que entender a lógica por trás dessas medidas muda a forma como governo e empresas se preparam para o que vem a seguir.
Na conversa com Bárbara Medrado, advogada em comércio internacional baseada em Washington, destrinchamos a diferença entre tarifa base e tarifa usada como alavanca de negociação, e como o Brasil acaba entrando nessa segunda categoria. Passamos pelo que a Seção 301 permite, onde a OMC pode ou não enquadrar a medida, e por que investigações ligadas a “trabalho forçado” não significam o que muita gente imagina. Também olhamos para a Seção 122, a disputa judicial sobre autoridade para impor tarifas e o efeito de listas de exceção que aliviam parte da pauta, mas deixam setores específicos sob pressão.
Do lado prático, trazemos o que exportadores brasileiros podem fazer num cenário de incerteza: como ler os critérios do USTR, que tipo de dado ajuda a defender exceções, e por que classificação aduaneira, uso final e enforcement viram temas do dia a dia. Fechamos com uma visão de futuro do comércio internacional: mais complexidade regulatória, mais geopolítica e um Brasil mais presente no radar de Washington. Se fizer sentido, siga o podcast, compartilhe com quem exporta ou acompanha política comercial e deixe uma avaliação para ajudar mais gente a encontrar a conversa.
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PCC e Comando Vermelho agora são oficialmente tratados como organizações terroristas pelos Estados Unidos — e isso pode afetar a sua empresa, mesmo que você nunca tenha ouvido falar em OFAC ou material support. Neste episódio, o primeiro com convidada especial, Bárbara Medrado recebe a colega Clarissa Moliterno ([email protected]) para explicar as designações do CV e do PCC como SDGTs e FTOs, anunciadas em 2026 pelo Departamento de Estado. A conversa destrincha o que é apoio material, os riscos criminais, de sanções e civis sob o Anti-Terrorism Act, e lições dos casos Chiquita e Lafarge. Você entende também por que empresas brasileiras com qualquer conexão aos EUA — de dólares a bancos correspondentes — entram no radar. Fechamos com orientação prática: mapear, documentar e reforçar controles antes do primeiro alerta. Direto de Washington, D.C. Host: Bárbara Medrado ([email protected]).
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Duas investigações abertas em apenas dois dias e, de repente, a Seção 301 volta ao centro da política comercial americana com um alcance que pega muita gente de surpresa. Eu te levo, passo a passo, pelo que o USTR está fazendo, por que isso pode virar novas tarifas dos EUA nos próximos meses e o que muda quando o Brasil aparece nominalmente numa apuração ligada a trabalho forçado e aplicação de proibições de importação.
A conversa destrincha a lógica por trás da Seção 301: um procedimento administrativo público com janela de comentários, audiência e relatório final, capaz de gerar tarifas adicionais e restrições calibradas por país e produto. A gente conecta isso ao que já foi testado em tribunal, mostrando por que devido processo e proporcionalidade não são detalhes técnicos, mas a base da durabilidade dessas medidas.
Também entro no coração do alerta para empresas brasileiras: cadeias de suprimento com insumos globais de alto risco, como algodão em têxteis, pescado e palma, e o que significa provar diligência e rastreabilidade num ambiente de fiscalização mais duro. A partir do que o USTR pede nos comentários, eu traduzo quais argumentos tendem a ser relevantes, como documentar impactos reais e por que a participação pública pode influenciar listas de produtos, alíquotas e exceções. E, mesmo na investigação de excesso de capacidade que não inclui o Brasil, a gente fala dos efeitos indiretos em preços e fluxos em setores como aço, químicos, automotivo e eletrônicos.
Se esse tema cruza seu negócio, não espere a lista final sair: escute, compartilhe com quem decide compras e exportações e deixe uma avaliação do podcast para ajudar mais gente a se preparar. O que você mais quer entender sobre Seção 301 e risco tarifário para o Brasil?
Host: Bárbara Medrado ([email protected])
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O Presidente Trump perdeu sua batalha legal na Suprema Corte, mas já tem um plano B. Entenda a decisão histórica sobre as tarifas emergenciais, a dificuldade com o reembolsos e os próximos movimentos do presidente.
Host: Bárbara Medrado ([email protected])
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O Entre Tarifas analisa desdobramentos da política comercial norte-americana.
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Análise clara, objetiva e focada em Brasil. Direto de Washington, D.C.
Host: Bárbara Medrado