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Apesar de ter afirmado publicamente, em mais de uma ocasião, que não pretende disputar eleições em 2026, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a ser tratado como a principal alternativa do PT para a disputa pelo governo de São Paulo. Dirigentes petistas afirmam que o partido trabalha exclusivamente com o nome de Haddad, e avaliam que o presidente Lula tem avançado em conversas para convencê-lo a aceitar a candidatura. No Planalto, a principal preocupação é evitar que Lula chegue à eleição com um palanque fragilizado em SP. Já no assunto internacional, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a próxima fase do plano para a Faixa de Gaza será o desarmamento do grupo Hamas e a desmilitarização do território, e não a reconstrução da região. A declaração foi feita no parlamento israelense, logo após o governo anunciar que o corpo do último refém havia retornado ao país. Em janeiro, o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, anunciou o início da segunda fase do plano de paz norte-americano para a Faixa de Gaza. Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, na apresentação de Isabela Veiga e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
Segundo informações da revista The American Conservative, os Estados Unidos humilharam publicamente a União Europeia pela relutância em negociar com a Rússia. De acordo com a publicação, o presidente Donald Trump e seu círculo de assessores afirmaram repetidamente aos europeus, que o conflito na Ucrânia deve terminar, e que a UE precisa encontrar uma maneira de conviver pacificamente com a Rússia. Na última semana, durante discurso em Davos, Trump afirmou que a Europa estava seguindo na direção errada. Ainda no assunto internacional, o presidente Lula conversou por telefone, nesta segunda-feira (26), com Donald Trump. Os dois presidentes acordaram a realização de uma visita de Lula a Washington, que ainda não tem data prevista. No tema, os dois abordaram o Conselho da Paz - que Lula ainda não decidiu se fará parte. O líder brasileiro fez duas sugestões ao presidente norte-americano: uma de propor que o conselho se limite à questão de Gaza e preveja um assento para a Palestina, e outra sobre a importância de uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de Isabela Veiga e André Lucena, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
Em conversa telefônica, o presidente da China, Xi Jinping, assegurou ao presidente Lula que o país chinês apoiará o Brasil e o Sul Global. Os comentários de Xi Jinping vieram após as críticas do presidente brasileiro ao ataque dos Estados Unidos à Venezuela. O líder chinês também afirmou que os dois países devem manter conjuntamente o papel das Nações Unidas na "atual conjuntura internacional turbulenta". Ainda no assunto internacional, a Alemanha e a Espanha recusaram o convite feito pelo presidente norte-americano Donald Trump para integrar o “Conselho da Paz”. Do lado espanhol, o primeiro-ministro Pedro Sánchez disse que pretende manter a “coerência com o compromisso de Madri com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo”. A Alemanha, por meio do chanceler Friedrich Merz, destacou que não concorda com o plano apresentado. Os Estados Unidos já convidaram cerca de sessenta países para o grupo. Argentina, Hungria, Belarus e Turquia foram alguns dos que aceitaram. O Brasil, que também foi convidado, ainda não se posicionou. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de Isabela Veiga e André Lucena, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente Lula conversou por telefone com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. O diálogo ocorreu em meio às articulações internacionais após o anúncio do chamado Conselho da Paz, iniciativa criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A proposta tem gerado desconfiança por parte do Brasil e de outros países, diante do receio de que o novo órgão possa esvaziar o papel tradicional da Organização das Nações Unidas na mediação de conflitos internacionais. Brasil e Índia, que integram o grupo do BRICS, ainda analisam se devem ou não participar da nova estrutura. Ainda no assunto internacional, o governo da Groenlândia reagiu oficialmente às declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Autoridades locais afirmaram que não existe a presença de navios russos nas águas territoriais, contrariando afirmações de Trump sobre uma suposta ameaça russa na região. A posição oficial reforça que o controle marítimo está sob vigilância das forças de segurança da própria Groenlândia em coordenação com a Dinamarca. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de André Lucena e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou o convite feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para integrar o grupo dedicado ao enclave palestino. O líder russo também indicou que responderá à proposta após o Ministério das Relações Exteriores analisar a documentação recebida e consultar parceiros estratégicos. Putin ainda anunciou que a Rússia está disposta a destinar US$ 1 bilhão de dólares - cerca de R$ 5,3 bilhões de reais -, ao Conselho da Paz, valor que seria proveniente de ativos russos congelados anteriormente nos Estados Unidos. Ainda no assunto internacional, o Parlamento Europeu decidiu acionar a Justiça da União Europeia para contestar o acordo firmado entre o bloco europeu e o Mercosul, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A decisão foi tomada após uma votação apertada entre os deputados, que optaram por encaminhar o texto ao Tribunal de Justiça da União Europeia para avaliar se o tratado respeita os princípios legais e institucionais do bloco. Agora, a tramitação no Parlamento Europeu fica suspensa até que a Justiça se pronuncie, o que pode levar meses, ou até anos. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de Leonardo Macachero e André Lucena, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente Lula criticou duramente a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em um artigo publicado neste domingo pelo (18) jornal The New York Times. Lula classificou o ataque e a captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro como uma violação do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial. O presidente brasileiro alertou que o uso recorrente da força e ações unilaterais enfraquecem a autoridade de instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU) e criam um cenário de anomia, comprometendo tanto os Estados quanto o sistema internacional. Ainda no assunto internacional, o Kremlin confirmou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi convidado a integrar o Conselho de Paz de Donald Trump sobre a Faixa de Gaza. Segundo o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, a Rússia pretende estabelecer contatos com Washington para esclarecer melhor os pontos do convite antes de qualquer decisão. Peskov também ressaltou que o processo ainda está em fase de avaliação e que não há definições tomadas até o momento. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de Pedro Henrique Lima e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou que vai se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no dia 3 de fevereiro, em Washington, em um encontro considerado importante para as relações entre os dois países. Segundo Petro, a conversa terá como um dos principais temas o combate ao narcotráfico, ponto que vem gerando um grande debate entre Bogotá e Washington. A reunião ocorre após um diálogo telefônico recente entre os dois líderes. Ainda no assunto internacional, o governo da Venezuela expressou gratidão à Rússia após uma declaração da porta-voz do ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, sobre a situação do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Zakharova afirmou que, como chefe de Estado, Maduro goza de imunidade total perante a justiça dos Estados Unidos, e que qualquer ação judicial contra ele seria considerada ilegal sob o direito internacional. O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, publicou uma mensagem nas redes sociais destacando a mesma posição e reafirmando que a única ação compatível com o direito internacional seria a libertação de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de Pedro Henrique Lima e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para uma ala do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. No local, também estão detidos outros investigados ligados aos atos golpistas, tais como o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. A decisão também prevê a realização de um exame médico para avaliar seu estado de saúde e a necessidade de um eventual encaminhamento ao hospital penitenciário. Já no assunto internacional, em pronunciamento no Kremlin, em Moscou, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que Brasil e Rússia compartilham a mesma visão sobre a construção de uma ordem mundial multipolar. Putin também destacou que o país mantém relações próximas com diversos países da América Latina e reforçou a parceria estratégica com o Brasil. Segundo o líder russo, Moscou e Brasília, que estiveram entre os fundadores do BRICS, são parceiros consistentes e compartilham ideias semelhantes na criação de uma ordem mundial multipolar mais justa e equilibrada. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de André Lucena e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
Os presidentes da Rússia e do Brasil, Vladimir Putin e Luiz Inácio Lula da Silva, mantiveram, nesta quarta-feira (14), uma conversa telefônica importante para a agenda internacional. No diálogo, os líderes trocaram opiniões sobre questões internacionais atuais, dando especial atenção à situação na Venezuela. Os dois chefes de Estado ainda discutiram perspectivas da próxima reunião da Comissão de Alto Nível russo-brasileira, marcada para fevereiro, onde devem aprofundar a colaboração bilateral em diversas áreas. Ainda no assunto internacional, a mídia ucraniana informou que lideranças políticas do país foram indiciadas por corrupção. Entre os nomes citados estão Yulia Tymoshenko, líder do partido Pátria, e David Arakhamia, chefe da bancada do partido Servo do Povo, de Vladimir Zelensky. De acordo com a publicação, Tymoshenko teria sido notificada no âmbito do caso envolvendo o deputado Yuri Kisel, acusado de receber benefícios indevidos em troca de votos no parlamento ucraniano. A mesma notificação também foi recebida por David Arakhamia. Até o momento, não há informações oficiais sobre medidas judiciais adicionais contra os envolvidos. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de André Lucena e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, voltou a negar um pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa apresentou um agravo regimental contra uma decisão em que Moraes negava um recurso contra a condenação pela chamada trama golpista. Na atual decisão, o magistrado considerou que é “absolutamente incabível juridicamente” que se pudesse reconsiderar a decisão que levou Bolsonaro à prisão. Já no assunto internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai impor tarifas a países que mantiverem relações comerciais com o Irã. Trump afirmou que, com efeito imediato, qualquer país que fizer negócios com a República Islâmica do Irã será taxado em 25% em todas as transações comerciais com os Estados Unidos. A medida aumenta ainda mais a tensão entre Washington e Teerã. Nos últimos dias, Trump já havia ameaçado lançar ataques sem precedentes contra o território iraniano caso o país tomasse qualquer ação contra instalações militares ou comerciais norte-americanas. Apuração, informação e análise de qualidade, hoje na apresentação de André Lucena e Leonardo Macachero, com participação do comentarista político Raphael Machado e convidados.
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