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Mergulho profundo na black music Saxofonista, compositor e produtor Beto Saroldi lança ‘Vênus’, seu sétimo álbum de carreira Músico que trabalhou com as maiores estrelas da MPB, o saxofonista, compositor e produtor Beto Saroldi lança no próximo dia 18 seu sétimo álbum solo. Em “Vênus” (Beto Saroldi Records / Warner), o instrumentista apresenta um vigoroso trabalho autoral com os pés fincados nas melhores tradições da música negra americana como o soul, o blues e o funk numa profusão de beats, grooves estonteantes e elaboradas melodias. São ao todo 14 músicas, sendo 13 autorais, e uma releitura para a “A Linha e o Linho”, do amigo Gilberto Gil. Em tempos de pandemia, Saroldi tem a felicidade de ter um estúdio doméstico com equipamentos de última geração e, desta forma, pode gravar com alto grau de qualidade e ainda respeitar as recomendações de isolamento social. Em “Vênus”, o músico toca quase todos os instrumentos, contando com participações especiais gravadas em outros estúdios de artistas como Frejat, Rosa Marya Collin e os um respeitável trio de guitarristas: o mestre Ricardo Silveira (da banda de Milton Nascimento), Fernando Vidal (Fernanda Abreu e Seu Jorge) e Luiz Fernando Comprido (Conexão Japeri). Parceria de Saroldi com Frejat, o single “Noites e Noites Sem Fim” antecipa o álbum. “Trata-se de um blues potente em que a voz do ex-Barão Vermelho dialoga com o sax de Saroldi e a gaita do gaúcho Toyo Bagoso. “Frejat escreveu a letra, cantou e gravou o solo de guitarra. Foi uma alegria compor com ele pela primeira vez”, comemora Saroldi. O músico conta que o disco estava pronto, quando o país e o mundo pararam pela pandemia do coronavírus, emperrando as negociações com a gravadora. “Escritórios, editora fechados, um caos. Eis que em uma madrugada de total confinamento, surgiu a batida e melodia na cabeça. Fui direto para o piano, onde componho minhas músicas. Fiz a harmonia, e o melhor em ter seu próprio estúdio é a oportunidade de trabalhar muito, no horário que você determinar. O dia amanheceu quando terminei a música. Resolvi incluir no álbum, por ter sido feita durante todo esse momento único e porque não assustador que estamos vivendo”, conta Saroldi, referindo-se ao tema “Meu Confinamento”.
By Rádio Studio FKMMergulho profundo na black music Saxofonista, compositor e produtor Beto Saroldi lança ‘Vênus’, seu sétimo álbum de carreira Músico que trabalhou com as maiores estrelas da MPB, o saxofonista, compositor e produtor Beto Saroldi lança no próximo dia 18 seu sétimo álbum solo. Em “Vênus” (Beto Saroldi Records / Warner), o instrumentista apresenta um vigoroso trabalho autoral com os pés fincados nas melhores tradições da música negra americana como o soul, o blues e o funk numa profusão de beats, grooves estonteantes e elaboradas melodias. São ao todo 14 músicas, sendo 13 autorais, e uma releitura para a “A Linha e o Linho”, do amigo Gilberto Gil. Em tempos de pandemia, Saroldi tem a felicidade de ter um estúdio doméstico com equipamentos de última geração e, desta forma, pode gravar com alto grau de qualidade e ainda respeitar as recomendações de isolamento social. Em “Vênus”, o músico toca quase todos os instrumentos, contando com participações especiais gravadas em outros estúdios de artistas como Frejat, Rosa Marya Collin e os um respeitável trio de guitarristas: o mestre Ricardo Silveira (da banda de Milton Nascimento), Fernando Vidal (Fernanda Abreu e Seu Jorge) e Luiz Fernando Comprido (Conexão Japeri). Parceria de Saroldi com Frejat, o single “Noites e Noites Sem Fim” antecipa o álbum. “Trata-se de um blues potente em que a voz do ex-Barão Vermelho dialoga com o sax de Saroldi e a gaita do gaúcho Toyo Bagoso. “Frejat escreveu a letra, cantou e gravou o solo de guitarra. Foi uma alegria compor com ele pela primeira vez”, comemora Saroldi. O músico conta que o disco estava pronto, quando o país e o mundo pararam pela pandemia do coronavírus, emperrando as negociações com a gravadora. “Escritórios, editora fechados, um caos. Eis que em uma madrugada de total confinamento, surgiu a batida e melodia na cabeça. Fui direto para o piano, onde componho minhas músicas. Fiz a harmonia, e o melhor em ter seu próprio estúdio é a oportunidade de trabalhar muito, no horário que você determinar. O dia amanheceu quando terminei a música. Resolvi incluir no álbum, por ter sido feita durante todo esse momento único e porque não assustador que estamos vivendo”, conta Saroldi, referindo-se ao tema “Meu Confinamento”.

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