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Do final de novembro para cá um assunto relacionado à saúde tomou conta do interesse público – e não é a Covid-19. A H3N2 chegou batendo mais forte do que a “ressaca” de vacina, causou um surto em Salvador a ponto de mudar a estratégia vacinal e traz um alerta: não dá para menosprezar a gripe.
Na semana passada, a prefeitura de Salvador anunciou que vai abrir para o público geral a vacinação contra a gripe, que só atingiu cobertura 58% do público-alvo: idosos, trabalhadores da saúde, gestantes e mulheres que tiveram filho até 45 dias, indígenas e quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente e crianças de seis meses até 6 anos.
Uma coisa é certa: o relaxamento do uso de máscaras e distanciamento social “ajudaram” o vírus a se propagar. Mesmo assim, fica o questionamento: por quê uma doença que tem vacina disponível anualmente pelo SUS tem cobertura tão baixa? Por que os baianos não se vacinam contra a gripe? E mais: será que estamos expostos a surtos de outras doenças infecto-contagiosas que também têm vacinas?
No 30º episódio do podcast O Que a Bahia Quer Saber, vamos saber a importância de seguir o calendário do Programa Nacional de Imunizações e o que pode acontecer se crianças, adolescentes, adultos e idosos deixarem de tomar as vacinas. Spoiler: surtos de doenças que já tínhamos até erradicado não estão descartados.
By Jornal Correio*Do final de novembro para cá um assunto relacionado à saúde tomou conta do interesse público – e não é a Covid-19. A H3N2 chegou batendo mais forte do que a “ressaca” de vacina, causou um surto em Salvador a ponto de mudar a estratégia vacinal e traz um alerta: não dá para menosprezar a gripe.
Na semana passada, a prefeitura de Salvador anunciou que vai abrir para o público geral a vacinação contra a gripe, que só atingiu cobertura 58% do público-alvo: idosos, trabalhadores da saúde, gestantes e mulheres que tiveram filho até 45 dias, indígenas e quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente e crianças de seis meses até 6 anos.
Uma coisa é certa: o relaxamento do uso de máscaras e distanciamento social “ajudaram” o vírus a se propagar. Mesmo assim, fica o questionamento: por quê uma doença que tem vacina disponível anualmente pelo SUS tem cobertura tão baixa? Por que os baianos não se vacinam contra a gripe? E mais: será que estamos expostos a surtos de outras doenças infecto-contagiosas que também têm vacinas?
No 30º episódio do podcast O Que a Bahia Quer Saber, vamos saber a importância de seguir o calendário do Programa Nacional de Imunizações e o que pode acontecer se crianças, adolescentes, adultos e idosos deixarem de tomar as vacinas. Spoiler: surtos de doenças que já tínhamos até erradicado não estão descartados.