A história é bem conhecida. Em 1996, o músico americano Ry Cooder e o cineasta alemão Win Wanders foram à Havana para realizarem um documentário sobre a música cubana. O resultado extrapolou todas as expectativas. Não só venceu o Grammy, como gerou inúmeros discos que correram o mundo e a rica música de Cuba desfrutou novamente de grande prestígio internacional, o que, 25 anos depois, parece ser definitivo.
O artista que mais simbolizou estes resultados talvez tenha sido Compay Segundo. Ouvimos, com Compay Segundo, “Una rosa de Francia”, de Rodrigo Prats e, dele próprio, “Amor gigante”.