Há canções que têm asas grandes e fortes. Voam longe, no tempo, no espaço e entre culturas diferentes. O programa de hoje falará de uma delas. Quirino Mendoza foi um mexicano que viveu quase 100 anos, fato raro, para quem nascera em 1859. Quirino tinha 23 anos, quando compôs uma canção que o imortalizou: “Cielito lindo”. Escutemos “Cielito lindo” nas suas duas versões: a mexicana, em gravação recente, da colombiana Marta Gómez; a brasileira, na versão original, de Carmem Costa.