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É muito provável que navegando pela internet e pelas redes sociais você tenha se deparado com palavras e gírias que você não fazia a mínima ideia do que significava. Ou então enquanto escrevia um texto para entregar no trabalho ou na faculdade se deu conta que não dava para colocar abreviações, emojis ou figurinhas só para facilitar o trabalho. Esse tipo de situações tem se tornado cada vez mais comum no nosso dia a dia, afinal, o mundo virtual tem ficado cada vez mais conectado no nosso dia a dia e, entre os inúmeros reflexos desse cenário, está numa mudança na linguagem que usamos para nos comunicarmos. Estamos passando por um processo de adaptação e entendimento de que, a partir de agora, existem diferentes tipos de linguagens que podem, e devem, ser utilizadas nos espaços da sociedade.
Para ela, a população mais jovem surge como a mais propensa a transitar entre essas duas linguagens, apesar desse movimento apresentar riscos na formação acadêmica. Por isso, ela explica quais alternativas precisam ser discutidas não só pelas escolas e outras instituições de ensino, mas por cada um de nós diariamente. O programa ainda tem a participação do estudante de comunicação João Gabriel Mota. Ele trabalha com redes sociais e compartilha um pouco da sua visão sobre as diferentes linguagens e como se comportam. Será que é uma tarefa muito complicada manter-se consciente de onde e quando utilizar as linguagens do universo virtual?
By Jornal Correio*É muito provável que navegando pela internet e pelas redes sociais você tenha se deparado com palavras e gírias que você não fazia a mínima ideia do que significava. Ou então enquanto escrevia um texto para entregar no trabalho ou na faculdade se deu conta que não dava para colocar abreviações, emojis ou figurinhas só para facilitar o trabalho. Esse tipo de situações tem se tornado cada vez mais comum no nosso dia a dia, afinal, o mundo virtual tem ficado cada vez mais conectado no nosso dia a dia e, entre os inúmeros reflexos desse cenário, está numa mudança na linguagem que usamos para nos comunicarmos. Estamos passando por um processo de adaptação e entendimento de que, a partir de agora, existem diferentes tipos de linguagens que podem, e devem, ser utilizadas nos espaços da sociedade.
Para ela, a população mais jovem surge como a mais propensa a transitar entre essas duas linguagens, apesar desse movimento apresentar riscos na formação acadêmica. Por isso, ela explica quais alternativas precisam ser discutidas não só pelas escolas e outras instituições de ensino, mas por cada um de nós diariamente. O programa ainda tem a participação do estudante de comunicação João Gabriel Mota. Ele trabalha com redes sociais e compartilha um pouco da sua visão sobre as diferentes linguagens e como se comportam. Será que é uma tarefa muito complicada manter-se consciente de onde e quando utilizar as linguagens do universo virtual?