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Duas canções brasileiras homônimas, de ritmos e épocas diferentes, de que gosto muito. Uma valsa e um choro, um título curto, simples e bonito: “Ternura”. Ambas muito pouco conhecidas.
Ouçamos as duas ternuras de hoje: a primeira de Lyrio Panicalli e Amaral Gurgel, “Ternura”, com Francisco Alves, e a segunda de K-Ximbinho, “Ternura”, com K-Ximbinho e seu grupo de choro.
By Mauro BragaDuas canções brasileiras homônimas, de ritmos e épocas diferentes, de que gosto muito. Uma valsa e um choro, um título curto, simples e bonito: “Ternura”. Ambas muito pouco conhecidas.
Ouçamos as duas ternuras de hoje: a primeira de Lyrio Panicalli e Amaral Gurgel, “Ternura”, com Francisco Alves, e a segunda de K-Ximbinho, “Ternura”, com K-Ximbinho e seu grupo de choro.