Uma conversa recorrente nas cafezinhos da empresa é: "Fulano era um ótimo executor, mas não nasceu para ser chefe".
O que percebemos é que muitas empresas, sobretudo as de pequeno e médio portes, alimentam uma cultura de dependência funcional. Nela, as decisões não são delegadas, apenas descentralizadas (na aparência).
O resultado são times que operam com baixa autonomia. Profissionais que aguardam direcionamento até para questões que poderiam resolver sozinhos, que hesitam em avançar e acabam travando na ausência de validação.
Mais do que uma limitação individual, esse cenário revela um modelo de gestão que condiciona as pessoas a executar, mas não a decidir.
Esse é o tema do novo episódio do Epifanius, o videocast da Fluxe apresentado por Julio Cesar Freitas e Matheus Assunção.
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