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Tentou a sorte na Académica e no Porto. Mas foi só depois dos 18, e em casa, que encontrou um lugar ao sol. Campeão em 70/71 e pai-treinador para uma geração que ainda veste preto e branco, Armindo Malícia dedicou grande parte da carreira à Ovarense. Entre viagens de Renault, bifanas na sede dos Axu-Mal e o desaparecimento de um leitão, viajamos pelo testemunho de uma figura que deixou marca na história do nosso clube.
No pontapé de saída do Às três na Oliveirinha, conversamos com o antigo capitão e treinador alvinegro.
By Às três na OliveirinhaTentou a sorte na Académica e no Porto. Mas foi só depois dos 18, e em casa, que encontrou um lugar ao sol. Campeão em 70/71 e pai-treinador para uma geração que ainda veste preto e branco, Armindo Malícia dedicou grande parte da carreira à Ovarense. Entre viagens de Renault, bifanas na sede dos Axu-Mal e o desaparecimento de um leitão, viajamos pelo testemunho de uma figura que deixou marca na história do nosso clube.
No pontapé de saída do Às três na Oliveirinha, conversamos com o antigo capitão e treinador alvinegro.