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Conflito no Irã: O petróleo Brent abriu em alta expressiva, atingindo US$ 120 o barril, mas recuou para a casa dos US$ 90 após declarações de Donald Trump sobre a proximidade do fim do conflito.
Trump e o Mercado: O narrador destaca como Trump utiliza suas declarações como ferramenta de "trade", monitorando a reação do mercado como termômetro para suas ações.
Movimentação Saudita: A Arábia Saudita está tentando escoar petróleo pelo Mar Vermelho para evitar o Estreito de Ormuz, embora a escolta marítima oferecida pelos EUA ainda não tenha convencido totalmente os mercados.
China: Apresentou dados surpreendentes com crescimento de 21,8% nas exportações e um superávit comercial recorde de US$ 213 bilhões, o que é visto como positivo para o Brasil.
Europa e Ásia: A Europa segue fragilizada pela dependência de gás e petróleo, com desvalorização do Euro. Já o Japão registrou um PIB anualizado de 1,3%, acima do consenso.
Ativos de Proteção (Hedge): Ouro e dólar permanecem fortes. O ouro sustenta a marca de US$ 5.100 a onça troy.
Fenômeno de Backwardation: O mercado de petróleo precifica o valor atual mais alto do que os contratos futuros, indicando uma expectativa de que o conflito seja resolvido até o segundo semestre de 2026.
Inflação e Selic: Um estudo da equipe de Mansueto Almeida (BTG) projeta que a alta do petróleo pode elevar a inflação brasileira em 0,5%.
Copom: Apesar do corte na Selic já estar precificado para março, espera-se um tom mais "hawkish" (rigoroso) na ata do Copom devido às incertezas internacionais.
Petrobras: A empresa e o governo arrecadam mais com a subida dos preços, mas o impacto na cadeia de produção e transporte preocupa.
O narrador cita uma entrevista de Graham Allison (autor de A Armadilha de Tucídides), sugerindo que o conflito atual é, em essência, de Israel, que teria conseguido atrair os EUA para o embate direto com o Irã.
By Raphael Abs MusaConflito no Irã: O petróleo Brent abriu em alta expressiva, atingindo US$ 120 o barril, mas recuou para a casa dos US$ 90 após declarações de Donald Trump sobre a proximidade do fim do conflito.
Trump e o Mercado: O narrador destaca como Trump utiliza suas declarações como ferramenta de "trade", monitorando a reação do mercado como termômetro para suas ações.
Movimentação Saudita: A Arábia Saudita está tentando escoar petróleo pelo Mar Vermelho para evitar o Estreito de Ormuz, embora a escolta marítima oferecida pelos EUA ainda não tenha convencido totalmente os mercados.
China: Apresentou dados surpreendentes com crescimento de 21,8% nas exportações e um superávit comercial recorde de US$ 213 bilhões, o que é visto como positivo para o Brasil.
Europa e Ásia: A Europa segue fragilizada pela dependência de gás e petróleo, com desvalorização do Euro. Já o Japão registrou um PIB anualizado de 1,3%, acima do consenso.
Ativos de Proteção (Hedge): Ouro e dólar permanecem fortes. O ouro sustenta a marca de US$ 5.100 a onça troy.
Fenômeno de Backwardation: O mercado de petróleo precifica o valor atual mais alto do que os contratos futuros, indicando uma expectativa de que o conflito seja resolvido até o segundo semestre de 2026.
Inflação e Selic: Um estudo da equipe de Mansueto Almeida (BTG) projeta que a alta do petróleo pode elevar a inflação brasileira em 0,5%.
Copom: Apesar do corte na Selic já estar precificado para março, espera-se um tom mais "hawkish" (rigoroso) na ata do Copom devido às incertezas internacionais.
Petrobras: A empresa e o governo arrecadam mais com a subida dos preços, mas o impacto na cadeia de produção e transporte preocupa.
O narrador cita uma entrevista de Graham Allison (autor de A Armadilha de Tucídides), sugerindo que o conflito atual é, em essência, de Israel, que teria conseguido atrair os EUA para o embate direto com o Irã.