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Conflito no Oriente Médio: Ataques iranianos a países vizinhos elevaram o preço do petróleo Brent para a faixa de US$ 110-112.
Ouro: O ativo está em correção, caindo cerca de 15% desde o seu topo histórico (de US$ 5.400 para US$ 4.500 a onça troy), influenciado pelo aumento dos juros reais e fortalecimento do dólar.
Estados Unidos (Fed): O comunicado indicou que não é o momento para cortes de juros devido à incerteza da guerra. As projeções agora apontam para apenas um corte de 25 pontos-base em todo o ano de 2026.
Austrália (RBA): O Banco Central Australiano subiu os juros pela segunda vez consecutiva.
Europa e Inglaterra: Expectativa de manutenção das taxas de juros pelo BCE e pelo BoE, refletindo cautela com o cenário inflacionário e geopolítico.
Copom: O Banco Central do Brasil anunciou um corte de 25 pontos-base na Selic, adotando uma postura cautelosa e gradual diante das incertezas externas.
Tesouro Nacional: Houve uma recompra expressiva de títulos públicos (quase R$ 50 bilhões) para prover liquidez e estabilizar as curvas de juros (NTN-F, LTN e NTN-B).
Índices Americanos: O S&P 500 e o Nasdaq 100 apresentam correções. O S&P 500 caiu de 7.000 para aproximadamente 6.500 pontos.
Big Techs: As empresas do grupo "Magnificent 7" também mostram tendência de correção no pré-mercado, embora ainda sejam vistas como ativos mais resilientes.
Dólar: A moeda americana apresenta fortalecimento global, cotada a R$ 5,28 em relação ao Real e subindo em relação ao Yuan (6,90).
By Raphael Abs MusaConflito no Oriente Médio: Ataques iranianos a países vizinhos elevaram o preço do petróleo Brent para a faixa de US$ 110-112.
Ouro: O ativo está em correção, caindo cerca de 15% desde o seu topo histórico (de US$ 5.400 para US$ 4.500 a onça troy), influenciado pelo aumento dos juros reais e fortalecimento do dólar.
Estados Unidos (Fed): O comunicado indicou que não é o momento para cortes de juros devido à incerteza da guerra. As projeções agora apontam para apenas um corte de 25 pontos-base em todo o ano de 2026.
Austrália (RBA): O Banco Central Australiano subiu os juros pela segunda vez consecutiva.
Europa e Inglaterra: Expectativa de manutenção das taxas de juros pelo BCE e pelo BoE, refletindo cautela com o cenário inflacionário e geopolítico.
Copom: O Banco Central do Brasil anunciou um corte de 25 pontos-base na Selic, adotando uma postura cautelosa e gradual diante das incertezas externas.
Tesouro Nacional: Houve uma recompra expressiva de títulos públicos (quase R$ 50 bilhões) para prover liquidez e estabilizar as curvas de juros (NTN-F, LTN e NTN-B).
Índices Americanos: O S&P 500 e o Nasdaq 100 apresentam correções. O S&P 500 caiu de 7.000 para aproximadamente 6.500 pontos.
Big Techs: As empresas do grupo "Magnificent 7" também mostram tendência de correção no pré-mercado, embora ainda sejam vistas como ativos mais resilientes.
Dólar: A moeda americana apresenta fortalecimento global, cotada a R$ 5,28 em relação ao Real e subindo em relação ao Yuan (6,90).