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Neste segundo episódio, vamos falar sobre quando se iniciaram as discussões sobre tecnologia digital e educação no Brasil. Também faremos reflexões sobre a desigualdade no acesso e como isso impacta na formação dos cidadãos.
As desigualdades e a exclusão digital - ou a infoexclusão (Marco Silva, 2006) - impediram que em 2020 os estudantes tivessem acesso igualitário à educação. Alguns fatores podem ampliar as desigualdades educacionais existentes, tais como: o acesso à internet e a equipamentos como celular, tablet, computador; apoio da família ou responsável para o acompanhamento das atividades; ambiente doméstico propício para o estudo e a concentração, organização e autonomia do estudante para aprender de modo on-line. De todos estes, o maior é a responsabilidade do Estado em garantir o direito constitucional à Educação e, no contexto da pandemia, as políticas públicas para o acesso e a permanência de estudantes na rede pública de ensino mostraram-se ineficazes. Não porque não existem, mas porque não são efetivamente cumpridas e efetivadas.
By Érica Ramos Rocha SilvaNeste segundo episódio, vamos falar sobre quando se iniciaram as discussões sobre tecnologia digital e educação no Brasil. Também faremos reflexões sobre a desigualdade no acesso e como isso impacta na formação dos cidadãos.
As desigualdades e a exclusão digital - ou a infoexclusão (Marco Silva, 2006) - impediram que em 2020 os estudantes tivessem acesso igualitário à educação. Alguns fatores podem ampliar as desigualdades educacionais existentes, tais como: o acesso à internet e a equipamentos como celular, tablet, computador; apoio da família ou responsável para o acompanhamento das atividades; ambiente doméstico propício para o estudo e a concentração, organização e autonomia do estudante para aprender de modo on-line. De todos estes, o maior é a responsabilidade do Estado em garantir o direito constitucional à Educação e, no contexto da pandemia, as políticas públicas para o acesso e a permanência de estudantes na rede pública de ensino mostraram-se ineficazes. Não porque não existem, mas porque não são efetivamente cumpridas e efetivadas.