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Conflito no Oriente Médio e Impactos no Petróleo
Escalada de Declarações: O locutor relata um aumento na intensidade das declarações entre Trump e o Irã, sem horizonte de desfecho a curto prazo.
Ameaças a Infraestrutura: Trump mencionou ataques a pontos de energia no Irã, enquanto o país prometeu revidar.
Estratégias de Escoamento: A Arábia Saudita passou a utilizar um duto estratégico, inativo há 40 anos, para escoar a produção pelo Mar Vermelho, evitando o Estreito de Ormuz.
Preços do Petróleo: O barril está sendo negociado entre 112 e 113 dólares, com contratos futuros para dezembro de 2026 próximos de 90 dólares.
Cenário de Risk-off: O mercado entrou em um ambiente de aversão ao risco (risk-off), com investidores buscando proteção no dólar e mantendo liquidez em caixa.
Queda nas Bolsas: As ações globais e os índices futuros (S&P 500, Nasdaq e Dow Jones) operam em queda.
Ouro: O metal devolveu os ganhos do ano, negociando na casa de 4.200 a 4.270, possivelmente devido a um movimento especulativo anterior.
Dica de Investimento: O áudio cita Howard Marks para enfatizar que, em momentos de crise, proteger a carteira e "cair menos que o mercado" é tão importante quanto buscar alta performance.
O locutor destaca indicadores importantes que ajudarão a medir a temperatura da economia após o início do conflito:
EUA: Pronunciamento de Jerome Powell (Fed), dados de PMIs globais (indústria e serviços), produtividade, custo do trabalho e pedidos de seguro-desemprego (jobless claims).
Reino Unido: Dados de inflação (CPI) e vendas no varejo.
Japão: Inflação (CPI), que pode levar o Banco do Japão (BoJ) a subir juros, impactando a reprecificação do mercado global.
China: Realização do Fórum de Boao e foco em políticas de estímulo fiscal para fortalecer o mercado interno.
Taxa Selic: As projeções de inflação e cortes de juros podem ser alteradas. O Banco Central pode interromper o ciclo de cortes da Selic diante do choque geopolítico.
Curva de Juros: O Tesouro Nacional realizou operações de recompra para conter o pânico e o stop loss no mercado de juros futuros.
Títulos Públicos: Menção à atratividade das NTN-Bs (títulos atrelados ao IPCA), embora o custo elevado para o governo seja um ponto de atenção para o endividamento brasileiro.
By Raphael Abs MusaConflito no Oriente Médio e Impactos no Petróleo
Escalada de Declarações: O locutor relata um aumento na intensidade das declarações entre Trump e o Irã, sem horizonte de desfecho a curto prazo.
Ameaças a Infraestrutura: Trump mencionou ataques a pontos de energia no Irã, enquanto o país prometeu revidar.
Estratégias de Escoamento: A Arábia Saudita passou a utilizar um duto estratégico, inativo há 40 anos, para escoar a produção pelo Mar Vermelho, evitando o Estreito de Ormuz.
Preços do Petróleo: O barril está sendo negociado entre 112 e 113 dólares, com contratos futuros para dezembro de 2026 próximos de 90 dólares.
Cenário de Risk-off: O mercado entrou em um ambiente de aversão ao risco (risk-off), com investidores buscando proteção no dólar e mantendo liquidez em caixa.
Queda nas Bolsas: As ações globais e os índices futuros (S&P 500, Nasdaq e Dow Jones) operam em queda.
Ouro: O metal devolveu os ganhos do ano, negociando na casa de 4.200 a 4.270, possivelmente devido a um movimento especulativo anterior.
Dica de Investimento: O áudio cita Howard Marks para enfatizar que, em momentos de crise, proteger a carteira e "cair menos que o mercado" é tão importante quanto buscar alta performance.
O locutor destaca indicadores importantes que ajudarão a medir a temperatura da economia após o início do conflito:
EUA: Pronunciamento de Jerome Powell (Fed), dados de PMIs globais (indústria e serviços), produtividade, custo do trabalho e pedidos de seguro-desemprego (jobless claims).
Reino Unido: Dados de inflação (CPI) e vendas no varejo.
Japão: Inflação (CPI), que pode levar o Banco do Japão (BoJ) a subir juros, impactando a reprecificação do mercado global.
China: Realização do Fórum de Boao e foco em políticas de estímulo fiscal para fortalecer o mercado interno.
Taxa Selic: As projeções de inflação e cortes de juros podem ser alteradas. O Banco Central pode interromper o ciclo de cortes da Selic diante do choque geopolítico.
Curva de Juros: O Tesouro Nacional realizou operações de recompra para conter o pânico e o stop loss no mercado de juros futuros.
Títulos Públicos: Menção à atratividade das NTN-Bs (títulos atrelados ao IPCA), embora o custo elevado para o governo seja um ponto de atenção para o endividamento brasileiro.