
Sign up to save your podcasts
Or


Hoje partilho convosco o primeiro episódio deste ano de 2026. É ano novo, vida nova, e há muitas caras novas por aqui, pelo que achei que seria um óptimo momento para me voltar a apresentar.
Espero que desfrutem.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Antes de começar o episódio desta semana, quero contar-te que já abrimos as inscrições para o Desenhamos Juntas. O Desenhamos Juntas é um encontro semanal, à segunda-feira, às 13h de Lisboa, em 1ue durante aproximadamente 40 minutos, vamos fazer exercícios de desenho para soltar o perfeccionismo e aconchegar a alma. O link para a página do Desenhamos. Juntas vai estar nas informações deste episódio.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este novo ano de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”!
Hoje partilho convosco o primeiro episódio deste ano de 2026. É ano novo, vida nova, e há muitas caras novas por aqui, pelo que achei que seria um óptimo momento para me voltar a apresentar.
Para quem não sabe, o meu nome é Ana Isabel Ramos. Nasci em Lisboa, em cujos arredores vivi até aos meus nove anos, altura em que a família se mudou para Macau. E, claro está, essa mudança marcou um antes e um depois na minha vida.
Em Macau passei a minha adolescência. Macau, uma terra pequena, mas com muita densidade populacional e muita influência de muitas culturas diferentes, primeiro foi muito esquisito para mim, que vinha de uma aldeia dos arredores de Lisboa onde conhecia o sr. Manel do café, a D. Violante da papelaria e o Sr. Félix, o merceeiro. Já em Macau, mergulhada numa cidade com tanta gente, só aos poucos me comecei a familiarizar com os seus recantos e algumas das suas caras. Em Macau, cresci rodeada dessa mistura única que lá acontece: da cultura chinesa, claro, com aspectos de que gostava especialmente, nomeadamente da sua gastronomia; e da cultura portuguesa da diáspora, já com muitas adaptações ao sudeste asiático.
Aos dezoito anos, voltei para Lisboa para estudar Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes. Foram cinco anos – na altura em que as licenciaturas ainda eram de cinco anos, e isso já vos dá uma ideia da idade que tenho! – de aprendizagem e de adaptação a esta nova vida, cá deste lado do mundo, quando as minhas referências estavam todas do lado de lá.
Durante a faculdade comecei a estudar alemão e, mais tarde, fiz Erasmus na Alemanha. A minha paixão pela língua, com a sua lógica de peças de puzzle que têm um lugar exacto onde cair, veio estruturar muito o meu pensamento. Depois do Erasmus, voltei para Lisboa, para completar o curso, uma prova de resistência que finalmente acabou. A experiência académica teve alguns momentos de muita felicidade, mas a melhor parte foi, sem dúvida, as grandes amizades que fiz.
Antes de terminar o curso, comecei a trabalhar primeiro num, e depois em dois ateliers de design que partilhavam instalações. Com pessoas maravilhosas – que ainda hoje conto como amigas e mentoras – e com um trabalho interessante, esses podem ter sido dos anos mais felizes enquanto designer.
Alguns anos mais tarde, e já por motivos pessoais, mudei-me para Buenos Aires, na Argentina. Não tinha autorização de trabalho por lá, então continuei a alimentar projectos com clientes cá em Portugal, mas, numa altura em que o trabalho remoto ainda não era um conceito muito conhecido, então fiquei com bastante tempo livre. Aproveitei por isso para refrescar alguns aspectos da minha vida, nomeadamente focar-me mais em desenvolver o meu portefólio de ilustração. Uma das coisas que fiz, meio sem saber e sempre a puxar pelo fio da intuição, foi inscrever-me nas aulas de pintura da Associação dos Amigos do Museu de Belas Artes de Buenos Aires. E aí encontrei um círculo que foi quase uma casa para mim. Graças à maneira do professor conduzir as aulas, do ambiente que conseguia criar e do cuidado no feedback que dava, sempre construtivo e sempre directo, sem insinuações, senti-me em segurança para ir, progressivamente, esticando as minhas “asas” figurativas e experimentando novas técnicas, novas cores, novas maneiras de pintar.
Os exercícios, o ambiente criado e a segurança e empatia na hora de dar e receber feedback moldaram toda a minha actividade até aos dias de hoje. Nestas aulas, aprendi não só a pintar, mas sobretudo a falar sobre o meu trabalho e o trabalho dos meus colegas com todo o respeito, com empatia e com o cuidado que qualquer iniciativa artística, vulnerável por natureza, merece. Vem daí a forma como conduzi workshops e cursos de tricot, bordado e desenho, e vem daí a minha alegria de experimentar, sem me focar muito no resultado. Tudo coisas que não pensei ir aprender naquelas aulas de pintura, lá em Buenos Aires, e no entanto foi exactamente isso que aconteceu. As minhas recordações dessas segundas-feiras são cálidas, e as saudades que tenho dessas sessões são imensas.
Uns anos mais tarde, mudámo-nos de Buenos Aires para a Cidade do Panamá, uma mudança que ditou muitas outras mudanças. Por exemplo, deixei de ter aulas de pintura, mas comecei a pintar de forma mais autónoma, em minha casa.
Os anos no Panamá foram marcados por um grande crescimento pessoal, mas tive muitas, muitas saudades das aulas de pintura em Buenos Aires.
Mais tarde, em 2013, voltámos para Lisboa, onde vivemos actualmente. Encontrei um espaço muito fofinho no Príncipe Real onde fazer o meu atelier e aí comecei a trabalhar em projectos de design, alguns de ilustração e aí lancei o meu primeiro podcast, Anita no Trabalho, com a minha querida amiga Eli.
A gentrificação da zona forçou-nos a sair de lá, e que pena foi!, e o atelier entretanto já teve outras casas. Os trabalhos de design e de ilustração foram escasseando, e começaram então os projectos próprios: em Junho de 2024, lancei o meu primeiro livro, o “Livro do Não”, escrito por mim e ilustrado integralmente com bordado. Foi uma gestação bem longa, com dez meses inteiros a bordar, com muitas dúvidas, mas também com muitas alegrias, uma delas a ida a Macau, em Outubro de 2025, para fazer uma exposição com os originais bordados.
Paralelamente, dei forma a uma sensação – talvez uma intuição? – que já tinha dentro de mim e que me chamava a criar um curso, um programa de desenvolvimento pessoal e de reconexão com o nosso íntimo, com a nossa criatividade. No Outono de 2024, lancei a primeira edição de Conectar para Liderar, um programa de liderança pessoal em que nos voltamos a recentrar em nós, reconectamos connosco próprias para saber e sentir o que podemos trazer às nossas vidas para elas serem mais coloridas, mais felizes, mais intensas. Facilitar essas sessões mostrou-me que era esse o caminho que eu tinha de seguir.
Desde 2021 que desenho todos os dias no meu diário gráfico. Desenhar é uma daquelas actividades a que chamo “actividade só porque sim”, ou seja, aquelas coisas que faço só porque me trazem alegria e prazer e que não precisam de servir para mais nada (como se trazer alegria fosse pouco!).
E desde a Primavera de 2024 que tenho as sessões de Desenhamos Juntas, onde, todas as semanas, nos reunimos para fazer alguns exercícios de observação e, lá está, desenharmos juntas (juntas ao vivo, mas também juntas em diferido).
Para além do Desenhamos Juntas, que é semanal, e do Conectar para Liderar, que conta uma edição por ano, sendo a próxima no último trimestre de 2026, está previsto para o segundo trimestre deste ano um workshop prático sobre Procrastinação. Estou agora a desenhá-lo, a gerá-lo, e desejosa de o partilhar convosco.
Para além de desenhar todos os dias, as minhas outras actividades “só porque sim” são tocar cavaquinho, que toco a um nível que eu chamo de “principiante-que-se-diverte”, com um reportório que vai desde Marco Paulo a Billie Eilish e Dua Lipa; e canto num coro – hoje mesmo começámos a ensaiar para o próximo concerto, e as melodias das canções não me saem da cabeça.
Feita esta apresentação, passo-vos a palavra a vocês: como chegaram até este podcast? Que actividades “só porque sim” têm? Qual a vossa favorita? Escrevam-me um email ou identifiquem-me no Instagram – o meu nome de utilizador é air_billy. Mal posso esperar por saber!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
By Ana Isabel RamosHoje partilho convosco o primeiro episódio deste ano de 2026. É ano novo, vida nova, e há muitas caras novas por aqui, pelo que achei que seria um óptimo momento para me voltar a apresentar.
Espero que desfrutem.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Antes de começar o episódio desta semana, quero contar-te que já abrimos as inscrições para o Desenhamos Juntas. O Desenhamos Juntas é um encontro semanal, à segunda-feira, às 13h de Lisboa, em 1ue durante aproximadamente 40 minutos, vamos fazer exercícios de desenho para soltar o perfeccionismo e aconchegar a alma. O link para a página do Desenhamos. Juntas vai estar nas informações deste episódio.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este novo ano de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”!
Hoje partilho convosco o primeiro episódio deste ano de 2026. É ano novo, vida nova, e há muitas caras novas por aqui, pelo que achei que seria um óptimo momento para me voltar a apresentar.
Para quem não sabe, o meu nome é Ana Isabel Ramos. Nasci em Lisboa, em cujos arredores vivi até aos meus nove anos, altura em que a família se mudou para Macau. E, claro está, essa mudança marcou um antes e um depois na minha vida.
Em Macau passei a minha adolescência. Macau, uma terra pequena, mas com muita densidade populacional e muita influência de muitas culturas diferentes, primeiro foi muito esquisito para mim, que vinha de uma aldeia dos arredores de Lisboa onde conhecia o sr. Manel do café, a D. Violante da papelaria e o Sr. Félix, o merceeiro. Já em Macau, mergulhada numa cidade com tanta gente, só aos poucos me comecei a familiarizar com os seus recantos e algumas das suas caras. Em Macau, cresci rodeada dessa mistura única que lá acontece: da cultura chinesa, claro, com aspectos de que gostava especialmente, nomeadamente da sua gastronomia; e da cultura portuguesa da diáspora, já com muitas adaptações ao sudeste asiático.
Aos dezoito anos, voltei para Lisboa para estudar Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes. Foram cinco anos – na altura em que as licenciaturas ainda eram de cinco anos, e isso já vos dá uma ideia da idade que tenho! – de aprendizagem e de adaptação a esta nova vida, cá deste lado do mundo, quando as minhas referências estavam todas do lado de lá.
Durante a faculdade comecei a estudar alemão e, mais tarde, fiz Erasmus na Alemanha. A minha paixão pela língua, com a sua lógica de peças de puzzle que têm um lugar exacto onde cair, veio estruturar muito o meu pensamento. Depois do Erasmus, voltei para Lisboa, para completar o curso, uma prova de resistência que finalmente acabou. A experiência académica teve alguns momentos de muita felicidade, mas a melhor parte foi, sem dúvida, as grandes amizades que fiz.
Antes de terminar o curso, comecei a trabalhar primeiro num, e depois em dois ateliers de design que partilhavam instalações. Com pessoas maravilhosas – que ainda hoje conto como amigas e mentoras – e com um trabalho interessante, esses podem ter sido dos anos mais felizes enquanto designer.
Alguns anos mais tarde, e já por motivos pessoais, mudei-me para Buenos Aires, na Argentina. Não tinha autorização de trabalho por lá, então continuei a alimentar projectos com clientes cá em Portugal, mas, numa altura em que o trabalho remoto ainda não era um conceito muito conhecido, então fiquei com bastante tempo livre. Aproveitei por isso para refrescar alguns aspectos da minha vida, nomeadamente focar-me mais em desenvolver o meu portefólio de ilustração. Uma das coisas que fiz, meio sem saber e sempre a puxar pelo fio da intuição, foi inscrever-me nas aulas de pintura da Associação dos Amigos do Museu de Belas Artes de Buenos Aires. E aí encontrei um círculo que foi quase uma casa para mim. Graças à maneira do professor conduzir as aulas, do ambiente que conseguia criar e do cuidado no feedback que dava, sempre construtivo e sempre directo, sem insinuações, senti-me em segurança para ir, progressivamente, esticando as minhas “asas” figurativas e experimentando novas técnicas, novas cores, novas maneiras de pintar.
Os exercícios, o ambiente criado e a segurança e empatia na hora de dar e receber feedback moldaram toda a minha actividade até aos dias de hoje. Nestas aulas, aprendi não só a pintar, mas sobretudo a falar sobre o meu trabalho e o trabalho dos meus colegas com todo o respeito, com empatia e com o cuidado que qualquer iniciativa artística, vulnerável por natureza, merece. Vem daí a forma como conduzi workshops e cursos de tricot, bordado e desenho, e vem daí a minha alegria de experimentar, sem me focar muito no resultado. Tudo coisas que não pensei ir aprender naquelas aulas de pintura, lá em Buenos Aires, e no entanto foi exactamente isso que aconteceu. As minhas recordações dessas segundas-feiras são cálidas, e as saudades que tenho dessas sessões são imensas.
Uns anos mais tarde, mudámo-nos de Buenos Aires para a Cidade do Panamá, uma mudança que ditou muitas outras mudanças. Por exemplo, deixei de ter aulas de pintura, mas comecei a pintar de forma mais autónoma, em minha casa.
Os anos no Panamá foram marcados por um grande crescimento pessoal, mas tive muitas, muitas saudades das aulas de pintura em Buenos Aires.
Mais tarde, em 2013, voltámos para Lisboa, onde vivemos actualmente. Encontrei um espaço muito fofinho no Príncipe Real onde fazer o meu atelier e aí comecei a trabalhar em projectos de design, alguns de ilustração e aí lancei o meu primeiro podcast, Anita no Trabalho, com a minha querida amiga Eli.
A gentrificação da zona forçou-nos a sair de lá, e que pena foi!, e o atelier entretanto já teve outras casas. Os trabalhos de design e de ilustração foram escasseando, e começaram então os projectos próprios: em Junho de 2024, lancei o meu primeiro livro, o “Livro do Não”, escrito por mim e ilustrado integralmente com bordado. Foi uma gestação bem longa, com dez meses inteiros a bordar, com muitas dúvidas, mas também com muitas alegrias, uma delas a ida a Macau, em Outubro de 2025, para fazer uma exposição com os originais bordados.
Paralelamente, dei forma a uma sensação – talvez uma intuição? – que já tinha dentro de mim e que me chamava a criar um curso, um programa de desenvolvimento pessoal e de reconexão com o nosso íntimo, com a nossa criatividade. No Outono de 2024, lancei a primeira edição de Conectar para Liderar, um programa de liderança pessoal em que nos voltamos a recentrar em nós, reconectamos connosco próprias para saber e sentir o que podemos trazer às nossas vidas para elas serem mais coloridas, mais felizes, mais intensas. Facilitar essas sessões mostrou-me que era esse o caminho que eu tinha de seguir.
Desde 2021 que desenho todos os dias no meu diário gráfico. Desenhar é uma daquelas actividades a que chamo “actividade só porque sim”, ou seja, aquelas coisas que faço só porque me trazem alegria e prazer e que não precisam de servir para mais nada (como se trazer alegria fosse pouco!).
E desde a Primavera de 2024 que tenho as sessões de Desenhamos Juntas, onde, todas as semanas, nos reunimos para fazer alguns exercícios de observação e, lá está, desenharmos juntas (juntas ao vivo, mas também juntas em diferido).
Para além do Desenhamos Juntas, que é semanal, e do Conectar para Liderar, que conta uma edição por ano, sendo a próxima no último trimestre de 2026, está previsto para o segundo trimestre deste ano um workshop prático sobre Procrastinação. Estou agora a desenhá-lo, a gerá-lo, e desejosa de o partilhar convosco.
Para além de desenhar todos os dias, as minhas outras actividades “só porque sim” são tocar cavaquinho, que toco a um nível que eu chamo de “principiante-que-se-diverte”, com um reportório que vai desde Marco Paulo a Billie Eilish e Dua Lipa; e canto num coro – hoje mesmo começámos a ensaiar para o próximo concerto, e as melodias das canções não me saem da cabeça.
Feita esta apresentação, passo-vos a palavra a vocês: como chegaram até este podcast? Que actividades “só porque sim” têm? Qual a vossa favorita? Escrevam-me um email ou identifiquem-me no Instagram – o meu nome de utilizador é air_billy. Mal posso esperar por saber!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.