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Desde o surgimento do ChatGPT, em 2022, o termo IA caiu na boca do povo. O mercado viu um boom enorme no investimento de grandes empresas de tecnologia e as LLMs começaram a pipocar como um serviço para usuários de todo o mundo. Porém, a inteligência artificial como ferramenta é muito mais antiga e tem sido cada vez mais inserida no contexto da pesquisa e desenvolvimento tecnológico nas empresas. Na bioinformática não é diferente. O uso de IA, especialmente o Machine Learning, tem acelerado desde a análise de estruturas biológicas até a pesquisa de predisposições de doenças genéticas, possibilitando diagnósticos precoces e tratamentos personalizados. Não há como negar, a IA veio para ficar inclusive no dia a dia de um bioinformata.
No episódio de hoje, vamos conversar sobre o papel da IA na bioinformática: como ela está mudando o jeito de analisar dados genômicos, o que os algoritmos de deep learning já conseguem fazer, e o que ainda não conseguem, e o que significa ser bioinformata nessa nova era.
A conversa de hoje é com o Dr Felipe Simão, Gerente executivo de Bioinformática na DASA.
By RSG-Brazil PodcastDesde o surgimento do ChatGPT, em 2022, o termo IA caiu na boca do povo. O mercado viu um boom enorme no investimento de grandes empresas de tecnologia e as LLMs começaram a pipocar como um serviço para usuários de todo o mundo. Porém, a inteligência artificial como ferramenta é muito mais antiga e tem sido cada vez mais inserida no contexto da pesquisa e desenvolvimento tecnológico nas empresas. Na bioinformática não é diferente. O uso de IA, especialmente o Machine Learning, tem acelerado desde a análise de estruturas biológicas até a pesquisa de predisposições de doenças genéticas, possibilitando diagnósticos precoces e tratamentos personalizados. Não há como negar, a IA veio para ficar inclusive no dia a dia de um bioinformata.
No episódio de hoje, vamos conversar sobre o papel da IA na bioinformática: como ela está mudando o jeito de analisar dados genômicos, o que os algoritmos de deep learning já conseguem fazer, e o que ainda não conseguem, e o que significa ser bioinformata nessa nova era.
A conversa de hoje é com o Dr Felipe Simão, Gerente executivo de Bioinformática na DASA.