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António Galapito é, aos 27 anos, um dos chefes mais conceituados da nova geração em Portugal. Há cerca de um ano deixou Londres e veio para Lisboa abrir o Prado, em Lisboa, para criar, diariamente, uma carta nova e desafiante com os produtos que lhe chegam às mãos.
Nesta conversa com António Galapito ficamos a saber um pouco mais sobre ao seu lado criativo. Foi um encontro à saída do serviço do almoço, com alguns clientes ainda na sala do Prado – e por isso esta é uma entrevista com um pouquinho mais de ruído de fundo…
Eu nunca tinha estado antes com o António. Senti que ele vinha com aquela adernalina de quem acaba de cumprir uma missão… isso foi o que eu pensei, de uma forma meio romântica. Mas percebi que o que ele tem mesmo é uma energia natural, um drive especial que, certamente, lhe desperta todas as ideias e permite que ele lide com a exigência diária da construção da carta do Prado.
Conversámos sobre as suas origens, na zona de Negrais, em Sintra – terra de leitões – dos tempos em que nem sequer gostava de comer e da altura em que fazia ovos com salsichas para comer e da carne bem passada… tempos de rebeldia juvenil que ainda conserva nos dias de hoje apesar de ter sido, de alguma maneira, “domada” pela idade e pela necessária disciplina na vida das cozinhas.
Obrigado ao Manuel e à equipa do Prado por me terem recebido.
A fotografia é do Manuel Manso.
O conteúdo Episódio 3: António Galapito aparece primeiro em Assim Assado.
By Bruno Martins5
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António Galapito é, aos 27 anos, um dos chefes mais conceituados da nova geração em Portugal. Há cerca de um ano deixou Londres e veio para Lisboa abrir o Prado, em Lisboa, para criar, diariamente, uma carta nova e desafiante com os produtos que lhe chegam às mãos.
Nesta conversa com António Galapito ficamos a saber um pouco mais sobre ao seu lado criativo. Foi um encontro à saída do serviço do almoço, com alguns clientes ainda na sala do Prado – e por isso esta é uma entrevista com um pouquinho mais de ruído de fundo…
Eu nunca tinha estado antes com o António. Senti que ele vinha com aquela adernalina de quem acaba de cumprir uma missão… isso foi o que eu pensei, de uma forma meio romântica. Mas percebi que o que ele tem mesmo é uma energia natural, um drive especial que, certamente, lhe desperta todas as ideias e permite que ele lide com a exigência diária da construção da carta do Prado.
Conversámos sobre as suas origens, na zona de Negrais, em Sintra – terra de leitões – dos tempos em que nem sequer gostava de comer e da altura em que fazia ovos com salsichas para comer e da carne bem passada… tempos de rebeldia juvenil que ainda conserva nos dias de hoje apesar de ter sido, de alguma maneira, “domada” pela idade e pela necessária disciplina na vida das cozinhas.
Obrigado ao Manuel e à equipa do Prado por me terem recebido.
A fotografia é do Manuel Manso.
O conteúdo Episódio 3: António Galapito aparece primeiro em Assim Assado.