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Hoje quero falar-vos sobre algo que já observei várias vezes em mim e que surgiu, em conversa, numa das mais recentes sessões de Desenhamos Juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Hoje quero falar-vos sobre algo que já observei várias vezes em mim e que surgiu, em conversa, numa das mais recentes sessões de Desenhamos Juntas.
Mas antes, deixem-me que vos dê contexto sobre as sessões de Desenhamos Juntas.
Em cada sessão, fazemos mais ou menos quatro exercícios de desenho de observação com pincéis e aguarelas, pensados para porem o cérebro num “aperto”. Com algumas restrições, que podem ser, por exemplo, usar a mão não dominante, ou não levantar o pincel do papel, os exercícios são pensados para colocar intencionalmente obstáculos ao cérebro, para que este seja obrigado a abandonar os automatismos aos quais recorre de forma habitual, sem que muitas vezes nos cheguemos sequer a dar conta.
No final dos exercícios, fazemos uma ronda pelos desenhos feitos, e nesses momentos surgem muitas vezes conversas muito interessantes. É nesses momentos que costumamos verbalizar a conversa que o nosso crítico interno nos faz. E foi exactamente nesse contexto que surgiu a conversa de que vos quero falar hoje.
Nesta sessão, tínhamos de usar a mão não dominante num dos exercícios e, ao mostrar os seus desenhos, uma das participantes disse algo como: “enquanto estava a fazer, parecia-me que estava péssimo, mas agora que vejo o desenho no ecrã, já me parece menos mau.”
E isso fez-me pensar num fenómeno curioso que também já observei nos meus desenhos: enquanto os faço e os vejo ali, bem à minha frente, parecem-me ter defeitos por todos os lados. Depois, quando lhes tiro uma fotografia e observo essa fotografia no ecrã, já não me parecem tão maus. É quase como se o facto de lhes tirar uma fotografia e de olhar para eles através da intermediação do dispositivo me desse uma certa distância que até aí não tinha, e me desse uma nova capacidade de olhar para os desenhos com olhos menos viciados que os meus. O meu crítico interno, por alguma razão, já não tem tão presente que fui eu quem fez aqueles desenhos, e não vem à superfície com o seu discurso normal, de quão maus, imperfeitos, esquisitos estão cada um daqueles desenhos. Digamos que até parece que o crítico interno se esquece de que fui eu que fiz aqueles desenhos, e então faz cerimónia. Afinal de contas, o meu crítico interno jamais fala com as outras pessoas como fala comigo!
O que eu acho curioso e me continua a surpreender, apesar de já ter visto isto acontecer muitas vezes, e apesar de ser o conceito das próprias sessões de Desenhamos Juntas, é que nestas sessões, e à boleia de exercícios de desenho e observação, se possam discutir temas tão interessantes, pertinentes e profundos da nossa maneira de ser e estar no mundo, sobretudo habitando corpos femininos.
A nossa relação com o nosso crítico interno é uma das coisas que mais trabalhamos nas nossas sessões, porque naturalmente ele vem ao de cima quando nos vê a fazer algo que considera arriscado. No caso, fazer um desenho que pode ser que não saia tão perfeito quanto o crítico interno gostaria.
(Abro aqui um parêntesis para vos contar em que circunstâncias estou a escrever este episódio. Ora bem: estou às escuras, em casa, a usar a bateria do computador, porque a luz faltou há várias horas. Na cabeça, tenho uma daquelas lanternas de campismo com a luz mais fraca, para conservar energia. E tenho velas à mão, até porque pelo andar da carruagem vou precisar delas: por um lado, para iluminar um pouco, quando as baterias das lanternas acabarem; por outro, para as pôr num altar dedicado à EDP, para ver se a luz volta. Olhando pela janela, vejo que a luz falta em alguns quarteirões aqui à volta, mas não em todos. Sem dúvida que estou agradecida por só ter faltado há umas horas, e ter podido fazer a sessão de Desenhamos Juntas sem qualquer problema. E, ao mesmo tempo que agradeço por todos os avanços tecnológicos, também reflicto sobre a arbitrariedade de quem é e quem não é afectado pelos efeitos destas intempéries que se têm sucedido aqui em Portugal. Fecho parêntesis.)
Como vos dizia, continua a surpreender-me como podemos ter reflexões tão interessantes sobre a nossa relação connosco mesmas, com o nosso crítico interno, com o mundo que nos rodeia, à boleia de desenhos de observação. Quando criei o Desenhamos Juntas, tinha uma intuição de que estes exercícios seriam positivos, produtivos, introspectivos. Mas não sabia de que forma podemos mudar a nossa maneira de nos relacionarmos com o mundo através das aprendizagens que lá fazemos, simplesmente por fazermos singelos desenhos de observação.
Sabendo o que sei hoje, é enorme o entusiasmo com que falo sobre o Desenhamos Juntas, pois sinto, não só em mim, mas também nas participantes, como os exercícios que lá fazemos são potentes e os seus efeitos extravasam a área do desenho e transbordam para toda a vida. Porque ao aprendermos a baixar o volume do crítico interno a desenhar, também aprendemos a baixá-lo noutras áreas da nossa vida.
E é por isso que quando me ponho a falar sobre as nossas sessões começo logo a entusiasmar-me – e depois não me calo! É mesmo divertido desenhar, e é mesmo divertido ver como o nosso desenho vai evoluindo. Mas ainda mais incrível é ver como a nossa visão do mundo vai mudando. De alguma maneira, deixamos de ser ouvintes passivos da voz do nosso crítico interno, para podermos, de forma activa, dizer-lhe que está tudo bem, que não se preocupe, e voltar a tomar as rédeas das situações.
Várias pessoas me perguntaram se havia uma maneira de experimentar fazer uma sessão de Desenhamos Juntas, de maneira que pensei: “por que não?” E pensei então em fazer uma sessão aberta, gratuita, no dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, que são 12h nos Açores e 21h em Macau. A sessão será gravada e disponibilizada durante um tempo limitado a todas as pessoas que se inscreverem. Deixarei nas notas do episódio o link para as inscrições.
Vamos ter uma sessão típica, na medida em que os exercícios serão sempre dentro do âmbito das dinâmicas habituais, mas muito especial, por contar com a experiência mais alargada de grupo. E sim, porque há algo de muito mágico nas experiências de grupo. Por vezes, nem sabemos sequer verbalizar a questão que temos, e descobrimos que outra participante sentiu o mesmo e se questionou da mesma forma. Isso dá-nos uma sensação de pertença, de experiência partilhada, de comunhão e de comunidade que não tem preço.
Por isso, venham, venham! Inscrevam-se no link disponibilizado e preparem papel e material riscador – que pode ser o que tiverem à mão. Temos usado pincel e aguarelas porque são divertidos, por um lado, acessíveis, por outro, e ainda porque permitem menos controlo que um lápis, por exemplo, o que vai pôr o nosso cérebro, lá está, num “aperto”. Mas é desse desconforto que surgem os saltos, as conversas, os temas da vida, e é por isso que temos recorrido a estes materiais pouco rigorosos, mas muito expressivos.
Está feito o convite, que espero que aceitem: venham desenhar connosco na sessão aberta de Desenhamos Juntas, que terá lugar no dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, uma hora a menos nos Açores e mais oito horas em Macau. Vai ser muito divertido, ainda que agora possa parecer assustador. Ah! E antes que me esqueça: não é preciso ter experiência nenhuma de desenho. Temos participantes que começaram a desenhar connosco, que diziam “não ter jeito” (e ponho este “não ter jeito” entre aspas) e que hoje desenham regularmente. Como já disse, os maiores efeitos de desenharmos juntas são mesmo internos, mas no caminho de facto começamos a desenhar cada vez melhor – porque treinamos abrandar o cérebro e ver o que os olhos estão a ver, e não o que a cabeça pensa que os olhos estão a ver.
Enfim, o meu entusiasmo é gigante e mal posso esperar por vos ter lá! Inscrevam-se hoje mesmo na sessão aberta para irmos todas desenhar juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
By Ana Isabel RamosHoje quero falar-vos sobre algo que já observei várias vezes em mim e que surgiu, em conversa, numa das mais recentes sessões de Desenhamos Juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Hoje quero falar-vos sobre algo que já observei várias vezes em mim e que surgiu, em conversa, numa das mais recentes sessões de Desenhamos Juntas.
Mas antes, deixem-me que vos dê contexto sobre as sessões de Desenhamos Juntas.
Em cada sessão, fazemos mais ou menos quatro exercícios de desenho de observação com pincéis e aguarelas, pensados para porem o cérebro num “aperto”. Com algumas restrições, que podem ser, por exemplo, usar a mão não dominante, ou não levantar o pincel do papel, os exercícios são pensados para colocar intencionalmente obstáculos ao cérebro, para que este seja obrigado a abandonar os automatismos aos quais recorre de forma habitual, sem que muitas vezes nos cheguemos sequer a dar conta.
No final dos exercícios, fazemos uma ronda pelos desenhos feitos, e nesses momentos surgem muitas vezes conversas muito interessantes. É nesses momentos que costumamos verbalizar a conversa que o nosso crítico interno nos faz. E foi exactamente nesse contexto que surgiu a conversa de que vos quero falar hoje.
Nesta sessão, tínhamos de usar a mão não dominante num dos exercícios e, ao mostrar os seus desenhos, uma das participantes disse algo como: “enquanto estava a fazer, parecia-me que estava péssimo, mas agora que vejo o desenho no ecrã, já me parece menos mau.”
E isso fez-me pensar num fenómeno curioso que também já observei nos meus desenhos: enquanto os faço e os vejo ali, bem à minha frente, parecem-me ter defeitos por todos os lados. Depois, quando lhes tiro uma fotografia e observo essa fotografia no ecrã, já não me parecem tão maus. É quase como se o facto de lhes tirar uma fotografia e de olhar para eles através da intermediação do dispositivo me desse uma certa distância que até aí não tinha, e me desse uma nova capacidade de olhar para os desenhos com olhos menos viciados que os meus. O meu crítico interno, por alguma razão, já não tem tão presente que fui eu quem fez aqueles desenhos, e não vem à superfície com o seu discurso normal, de quão maus, imperfeitos, esquisitos estão cada um daqueles desenhos. Digamos que até parece que o crítico interno se esquece de que fui eu que fiz aqueles desenhos, e então faz cerimónia. Afinal de contas, o meu crítico interno jamais fala com as outras pessoas como fala comigo!
O que eu acho curioso e me continua a surpreender, apesar de já ter visto isto acontecer muitas vezes, e apesar de ser o conceito das próprias sessões de Desenhamos Juntas, é que nestas sessões, e à boleia de exercícios de desenho e observação, se possam discutir temas tão interessantes, pertinentes e profundos da nossa maneira de ser e estar no mundo, sobretudo habitando corpos femininos.
A nossa relação com o nosso crítico interno é uma das coisas que mais trabalhamos nas nossas sessões, porque naturalmente ele vem ao de cima quando nos vê a fazer algo que considera arriscado. No caso, fazer um desenho que pode ser que não saia tão perfeito quanto o crítico interno gostaria.
(Abro aqui um parêntesis para vos contar em que circunstâncias estou a escrever este episódio. Ora bem: estou às escuras, em casa, a usar a bateria do computador, porque a luz faltou há várias horas. Na cabeça, tenho uma daquelas lanternas de campismo com a luz mais fraca, para conservar energia. E tenho velas à mão, até porque pelo andar da carruagem vou precisar delas: por um lado, para iluminar um pouco, quando as baterias das lanternas acabarem; por outro, para as pôr num altar dedicado à EDP, para ver se a luz volta. Olhando pela janela, vejo que a luz falta em alguns quarteirões aqui à volta, mas não em todos. Sem dúvida que estou agradecida por só ter faltado há umas horas, e ter podido fazer a sessão de Desenhamos Juntas sem qualquer problema. E, ao mesmo tempo que agradeço por todos os avanços tecnológicos, também reflicto sobre a arbitrariedade de quem é e quem não é afectado pelos efeitos destas intempéries que se têm sucedido aqui em Portugal. Fecho parêntesis.)
Como vos dizia, continua a surpreender-me como podemos ter reflexões tão interessantes sobre a nossa relação connosco mesmas, com o nosso crítico interno, com o mundo que nos rodeia, à boleia de desenhos de observação. Quando criei o Desenhamos Juntas, tinha uma intuição de que estes exercícios seriam positivos, produtivos, introspectivos. Mas não sabia de que forma podemos mudar a nossa maneira de nos relacionarmos com o mundo através das aprendizagens que lá fazemos, simplesmente por fazermos singelos desenhos de observação.
Sabendo o que sei hoje, é enorme o entusiasmo com que falo sobre o Desenhamos Juntas, pois sinto, não só em mim, mas também nas participantes, como os exercícios que lá fazemos são potentes e os seus efeitos extravasam a área do desenho e transbordam para toda a vida. Porque ao aprendermos a baixar o volume do crítico interno a desenhar, também aprendemos a baixá-lo noutras áreas da nossa vida.
E é por isso que quando me ponho a falar sobre as nossas sessões começo logo a entusiasmar-me – e depois não me calo! É mesmo divertido desenhar, e é mesmo divertido ver como o nosso desenho vai evoluindo. Mas ainda mais incrível é ver como a nossa visão do mundo vai mudando. De alguma maneira, deixamos de ser ouvintes passivos da voz do nosso crítico interno, para podermos, de forma activa, dizer-lhe que está tudo bem, que não se preocupe, e voltar a tomar as rédeas das situações.
Várias pessoas me perguntaram se havia uma maneira de experimentar fazer uma sessão de Desenhamos Juntas, de maneira que pensei: “por que não?” E pensei então em fazer uma sessão aberta, gratuita, no dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, que são 12h nos Açores e 21h em Macau. A sessão será gravada e disponibilizada durante um tempo limitado a todas as pessoas que se inscreverem. Deixarei nas notas do episódio o link para as inscrições.
Vamos ter uma sessão típica, na medida em que os exercícios serão sempre dentro do âmbito das dinâmicas habituais, mas muito especial, por contar com a experiência mais alargada de grupo. E sim, porque há algo de muito mágico nas experiências de grupo. Por vezes, nem sabemos sequer verbalizar a questão que temos, e descobrimos que outra participante sentiu o mesmo e se questionou da mesma forma. Isso dá-nos uma sensação de pertença, de experiência partilhada, de comunhão e de comunidade que não tem preço.
Por isso, venham, venham! Inscrevam-se no link disponibilizado e preparem papel e material riscador – que pode ser o que tiverem à mão. Temos usado pincel e aguarelas porque são divertidos, por um lado, acessíveis, por outro, e ainda porque permitem menos controlo que um lápis, por exemplo, o que vai pôr o nosso cérebro, lá está, num “aperto”. Mas é desse desconforto que surgem os saltos, as conversas, os temas da vida, e é por isso que temos recorrido a estes materiais pouco rigorosos, mas muito expressivos.
Está feito o convite, que espero que aceitem: venham desenhar connosco na sessão aberta de Desenhamos Juntas, que terá lugar no dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, uma hora a menos nos Açores e mais oito horas em Macau. Vai ser muito divertido, ainda que agora possa parecer assustador. Ah! E antes que me esqueça: não é preciso ter experiência nenhuma de desenho. Temos participantes que começaram a desenhar connosco, que diziam “não ter jeito” (e ponho este “não ter jeito” entre aspas) e que hoje desenham regularmente. Como já disse, os maiores efeitos de desenharmos juntas são mesmo internos, mas no caminho de facto começamos a desenhar cada vez melhor – porque treinamos abrandar o cérebro e ver o que os olhos estão a ver, e não o que a cabeça pensa que os olhos estão a ver.
Enfim, o meu entusiasmo é gigante e mal posso esperar por vos ter lá! Inscrevam-se hoje mesmo na sessão aberta para irmos todas desenhar juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.