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Lançado no auge do enorme sucesso solo de Phil Collins, Invisible Touch foi visto por muitos como um álbum de Collins disfarçado de Genesis. Não é difícil entender o motivo: trata-se do disco mais pop da carreira da banda, marcado por bateria eletrônica, sintetizadores e uma produção elegante e altamente acessível.
Mas mesmo com a coleção de grandes hits que define o álbum, Invisible Touch tem momentos que nos lembram que estamos diante de um dos grandes nomes do rock progressivo de todos os tempos.
Chegando aos 40 anos, Invisible Touch é o assunto do nosso papo de hoje.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Prisioneiros do RockLançado no auge do enorme sucesso solo de Phil Collins, Invisible Touch foi visto por muitos como um álbum de Collins disfarçado de Genesis. Não é difícil entender o motivo: trata-se do disco mais pop da carreira da banda, marcado por bateria eletrônica, sintetizadores e uma produção elegante e altamente acessível.
Mas mesmo com a coleção de grandes hits que define o álbum, Invisible Touch tem momentos que nos lembram que estamos diante de um dos grandes nomes do rock progressivo de todos os tempos.
Chegando aos 40 anos, Invisible Touch é o assunto do nosso papo de hoje.
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