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Esta semana estou muuuuuito entusiasmada com o que aí vem. Ai, que não aguento o excitex! Mas, afinal, o que é que vem aí?
Eu conto-vos tudo, até porque com o meu entusiasmo nem conseguiria ficar calada!
Na próxima segunda-feira, dia 9 de Março de 2026, vamos ter a nossa sessão aberta de Desenhamos Juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana estou muuuuuito entusiasmada com o que aí vem. Ai, que não aguento o excitex! Mas, afinal, o que é que vem aí?
Eu conto-vos tudo, até porque com o meu entusiasmo nem conseguiria ficar calada!
Na próxima segunda-feira, dia 9 de Março de 2026, vamos ter a nossa sessão aberta de Desenhamos Juntas.
Se se der o caso de ainda não saberes o que é o Desenhamos Juntas, eu conto. O Desenhamos Juntas é a nossa sessão semanal de desenho em que fazemos uma série de exercícios de desenho de observação, e ultimamente temos usado muito as aguarelas. A sessão é online, por zoom, e acontece à hora de almoço de segunda-feira, para começar a semana com um sorriso na cara.
Nestas sessões, fazemos exercícios de desenho de observação que têm o objectivo de desafiar o cérebro, de o fazer abrandar e de nos fazer perceber se estamos a desenhar aquilo que os olhos estão a ver, ou se estamos a desenhar aquilo que o cérebro acha que os olhos estão a ver. Enquanto nos desafiamos, o crítico interno costuma dar sinal de alarme porque, claro, nos estamos a desafiar. Como o crítico interno não sabe distinguir entre perigo real e perigo imaginado, porque para ele tudo é perigoso, quer fazer com que nós paremos imediatamente de pôr-nos em perigo e portanto levanta a sua voz para dizer coisas que são, por vezes, bastante ácidas.
Nestas sessões, que se caracterizam por um ambiente seguro e protegido, falamos muito sobre o nosso crítico interno e sobre as coisas que nos vai dizendo. De cada vez que o crítico acha que fizemos algo “mal”, ou algum “erro”, e ponho aqui grandes aspas em “mal” e em “erro”, tenta desencorajar-nos da maneira que sabe, que é a ser desagradável. Contudo, porque estamos num espaço seguro e podemos partilhar o que o crítico nos diz, só por verbalizarmos as suas palavras elas perdem, imediatamente, o seu poder.
Curiosamente, a repetição destes exercícios e a repetição da partilha da voz do crítico interno tem um efeito muito terapêutico e, diria mesmo, milagroso: as palavras do crítico interno perdem a sua força. Não é que o crítico se cale, ou que a sua voz desapareça por completo, mas aquilo que nos diz deixa de ter o mesmo efeito sobre nós. É curioso, não é?
Bem, mas para além de todos estes efeitos ao nível da nossa relação com o crítico interno – efeitos esses que não são de menosprezar – há algo ainda mais interessante, na minha opinião: fazer estes exercícios é divertido e dá prazer. Primeiro, é divertido estarmos a desenhar todas juntas, e mesmo em formato assíncrono, quando faço uma gravação prévia ou as participantes não podem estar presentes em directo e vêem a gravação, mesmo aí é divertido. E depois há toda a parte do prazer, o prazer dos materiais, de brincar com as cores e as texturas. O prazer do pincel a mergulhar no pigmento e depois a deslizar no papel é um prazer muito táctil que nos faz voltar a contactar com a nossa criança interna, que, num passado mais ou menos distante, não precisava de mais nada do que papel e cores para se divertir.
E sabem? A vida, por vezes, fica pesada. E o mundo, de uma forma geral, está muito chato, para não dizer outra coisa. Não está fácil viver nesta época em que as notícias estão constantemente a entrar-nos pelos olhos e pelos ouvidos dentro, seja pela televisão, rádio ou redes sociais. E eu não sou apologista de andar desinformada; mas acho mais difícil, nos dias de hoje, manter limites higiénicos entre estar informada e não ser esmagada pelo peso das notícias.
E por isso, quando o mundo lá fora está cada vez mais pesado, ruidoso e esmagador, é ainda mais importante encontrarmos estas bolsas de oxigénio em que o prazer, a brincadeira e o jogo têm o papel principal e são o veículo de conexão connosco próprias e com a nossa criança interior.
Penso que com o passar dos anos, o prazer, o jogo e a brincadeira ganharam alguma má reputação, como se fossem coisas menos importantes, fúteis, inúteis, aparentadas da preguiça – preguiça essa que, sabemos, é pecado capital no cristianismo. Mesmo não sendo religiosos, ou não levando esses preceitos à letra, estas ideias foram entrando e infiltrando a nossa cultura judaico-cristã.
É altura de recuperarmos estes aspectos mais esquecidos da vida e incorporá-los no nosso dia-a-dia, e não os deixar reservados para um dia incerto, ou para quando estivermos de férias, ou para quando tivermos tempo. Temos, pelo contrário, de criar espaços na nossa rotina para incorporar o prazer, a parte lúdica da vida, porque estes espaços são bolsas de oxigénio que nos revitalizam. Tal como temos de incorporar a actividade física na nossa rotina, também temos de incorporar os momentos lúdicos, de descanso, prazer e jogo, para nos conectarmos connosco próprias e com a criança que temos dentro de nós.
E por isso, se tens vontade de experimentar desenhar, quer tenhas experiência, quer não, quer te consideres uma pessoa com “jeito para as artes” (alerta grandes aspas!), quer não; quer tenhas os materiais em casa, quer não; esperamos por ti na sessão aberta de Desenhamos Juntas. Vais encontrar o link para a inscrição gratuita nas notas deste episódio.
Esta vai ser uma sessão normal, na medida em que iremos fazer exercícios dentro das dinâmicas que já são habituais, mas também muito especial, porque iremos acolher muitas pessoas que sentem esse chamamento para vir experimentar algo de novo. Estou muito entusiasmada com tudo isto, claro, porque é muito bom partilhar esta alegria com outras pessoas que também sentem essa vontade dentro de si.
Vai ser uma sessão em que nos vamos desafiar: vamos experimentar soltar o controlo que um lápis nos dá, usando pincel e aguarela. Vamos surpreender-nos com os acidentes felizes da aguarela, aqueles momentos em que parece que não saiu o que queríamos, e depois vamos ver e há ali um pequeno milagre na forma como o traço ficou, ou como as cores se misturaram, ou como o pigmento se depositou no papel. Vamos deslumbrar-nos com o que temos dentro de nós e que quer sair, e, se calhar, não sabíamos. Vamos partilhar tudo isto com todas as outras participantes, e, à boleia destes singelos exercícios, ter conversas que são mais profundas do que podem parecer. E vamos sentir a magia do grupo, de fazer algo, todas juntas, de passarmos por um desafio em círculo protegido e sagrado. Há qualquer coisa de especialmente alquímico nestes círculos que começa a transpirar para a nossa vida, e depois para a vida de quem nos rodeia.
Deixo-vos aqui o meu convite: venham participar na sessão aberta de Desenhamos Juntas. As portas vão estar abertas na sessão de dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, 21h em Macau. O link para fazerem a vossa inscrição vai estar nas notas do episódio. Vemo-nos lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
By Ana Isabel RamosEsta semana estou muuuuuito entusiasmada com o que aí vem. Ai, que não aguento o excitex! Mas, afinal, o que é que vem aí?
Eu conto-vos tudo, até porque com o meu entusiasmo nem conseguiria ficar calada!
Na próxima segunda-feira, dia 9 de Março de 2026, vamos ter a nossa sessão aberta de Desenhamos Juntas.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana estou muuuuuito entusiasmada com o que aí vem. Ai, que não aguento o excitex! Mas, afinal, o que é que vem aí?
Eu conto-vos tudo, até porque com o meu entusiasmo nem conseguiria ficar calada!
Na próxima segunda-feira, dia 9 de Março de 2026, vamos ter a nossa sessão aberta de Desenhamos Juntas.
Se se der o caso de ainda não saberes o que é o Desenhamos Juntas, eu conto. O Desenhamos Juntas é a nossa sessão semanal de desenho em que fazemos uma série de exercícios de desenho de observação, e ultimamente temos usado muito as aguarelas. A sessão é online, por zoom, e acontece à hora de almoço de segunda-feira, para começar a semana com um sorriso na cara.
Nestas sessões, fazemos exercícios de desenho de observação que têm o objectivo de desafiar o cérebro, de o fazer abrandar e de nos fazer perceber se estamos a desenhar aquilo que os olhos estão a ver, ou se estamos a desenhar aquilo que o cérebro acha que os olhos estão a ver. Enquanto nos desafiamos, o crítico interno costuma dar sinal de alarme porque, claro, nos estamos a desafiar. Como o crítico interno não sabe distinguir entre perigo real e perigo imaginado, porque para ele tudo é perigoso, quer fazer com que nós paremos imediatamente de pôr-nos em perigo e portanto levanta a sua voz para dizer coisas que são, por vezes, bastante ácidas.
Nestas sessões, que se caracterizam por um ambiente seguro e protegido, falamos muito sobre o nosso crítico interno e sobre as coisas que nos vai dizendo. De cada vez que o crítico acha que fizemos algo “mal”, ou algum “erro”, e ponho aqui grandes aspas em “mal” e em “erro”, tenta desencorajar-nos da maneira que sabe, que é a ser desagradável. Contudo, porque estamos num espaço seguro e podemos partilhar o que o crítico nos diz, só por verbalizarmos as suas palavras elas perdem, imediatamente, o seu poder.
Curiosamente, a repetição destes exercícios e a repetição da partilha da voz do crítico interno tem um efeito muito terapêutico e, diria mesmo, milagroso: as palavras do crítico interno perdem a sua força. Não é que o crítico se cale, ou que a sua voz desapareça por completo, mas aquilo que nos diz deixa de ter o mesmo efeito sobre nós. É curioso, não é?
Bem, mas para além de todos estes efeitos ao nível da nossa relação com o crítico interno – efeitos esses que não são de menosprezar – há algo ainda mais interessante, na minha opinião: fazer estes exercícios é divertido e dá prazer. Primeiro, é divertido estarmos a desenhar todas juntas, e mesmo em formato assíncrono, quando faço uma gravação prévia ou as participantes não podem estar presentes em directo e vêem a gravação, mesmo aí é divertido. E depois há toda a parte do prazer, o prazer dos materiais, de brincar com as cores e as texturas. O prazer do pincel a mergulhar no pigmento e depois a deslizar no papel é um prazer muito táctil que nos faz voltar a contactar com a nossa criança interna, que, num passado mais ou menos distante, não precisava de mais nada do que papel e cores para se divertir.
E sabem? A vida, por vezes, fica pesada. E o mundo, de uma forma geral, está muito chato, para não dizer outra coisa. Não está fácil viver nesta época em que as notícias estão constantemente a entrar-nos pelos olhos e pelos ouvidos dentro, seja pela televisão, rádio ou redes sociais. E eu não sou apologista de andar desinformada; mas acho mais difícil, nos dias de hoje, manter limites higiénicos entre estar informada e não ser esmagada pelo peso das notícias.
E por isso, quando o mundo lá fora está cada vez mais pesado, ruidoso e esmagador, é ainda mais importante encontrarmos estas bolsas de oxigénio em que o prazer, a brincadeira e o jogo têm o papel principal e são o veículo de conexão connosco próprias e com a nossa criança interior.
Penso que com o passar dos anos, o prazer, o jogo e a brincadeira ganharam alguma má reputação, como se fossem coisas menos importantes, fúteis, inúteis, aparentadas da preguiça – preguiça essa que, sabemos, é pecado capital no cristianismo. Mesmo não sendo religiosos, ou não levando esses preceitos à letra, estas ideias foram entrando e infiltrando a nossa cultura judaico-cristã.
É altura de recuperarmos estes aspectos mais esquecidos da vida e incorporá-los no nosso dia-a-dia, e não os deixar reservados para um dia incerto, ou para quando estivermos de férias, ou para quando tivermos tempo. Temos, pelo contrário, de criar espaços na nossa rotina para incorporar o prazer, a parte lúdica da vida, porque estes espaços são bolsas de oxigénio que nos revitalizam. Tal como temos de incorporar a actividade física na nossa rotina, também temos de incorporar os momentos lúdicos, de descanso, prazer e jogo, para nos conectarmos connosco próprias e com a criança que temos dentro de nós.
E por isso, se tens vontade de experimentar desenhar, quer tenhas experiência, quer não, quer te consideres uma pessoa com “jeito para as artes” (alerta grandes aspas!), quer não; quer tenhas os materiais em casa, quer não; esperamos por ti na sessão aberta de Desenhamos Juntas. Vais encontrar o link para a inscrição gratuita nas notas deste episódio.
Esta vai ser uma sessão normal, na medida em que iremos fazer exercícios dentro das dinâmicas que já são habituais, mas também muito especial, porque iremos acolher muitas pessoas que sentem esse chamamento para vir experimentar algo de novo. Estou muito entusiasmada com tudo isto, claro, porque é muito bom partilhar esta alegria com outras pessoas que também sentem essa vontade dentro de si.
Vai ser uma sessão em que nos vamos desafiar: vamos experimentar soltar o controlo que um lápis nos dá, usando pincel e aguarela. Vamos surpreender-nos com os acidentes felizes da aguarela, aqueles momentos em que parece que não saiu o que queríamos, e depois vamos ver e há ali um pequeno milagre na forma como o traço ficou, ou como as cores se misturaram, ou como o pigmento se depositou no papel. Vamos deslumbrar-nos com o que temos dentro de nós e que quer sair, e, se calhar, não sabíamos. Vamos partilhar tudo isto com todas as outras participantes, e, à boleia destes singelos exercícios, ter conversas que são mais profundas do que podem parecer. E vamos sentir a magia do grupo, de fazer algo, todas juntas, de passarmos por um desafio em círculo protegido e sagrado. Há qualquer coisa de especialmente alquímico nestes círculos que começa a transpirar para a nossa vida, e depois para a vida de quem nos rodeia.
Deixo-vos aqui o meu convite: venham participar na sessão aberta de Desenhamos Juntas. As portas vão estar abertas na sessão de dia 9 de Março de 2026, às 13h de Lisboa, 21h em Macau. O link para fazerem a vossa inscrição vai estar nas notas do episódio. Vemo-nos lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.