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Esta semana, quero contar-vos a história de bastidores deste episódio, que mostra muito claramente os mecanismos da procrastinação em acção. Digo-vos que não me canso de rir da ironia de tudo isto!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana, quero contar-vos a história de bastidores deste episódio, que mostra muito claramente os mecanismos da procrastinação em acção. Digo-vos que não me canso de rir da ironia de tudo isto!
Ora bem, vejam vocês que eu me sento a planificar os episódios de podcast com algum tempo de antecedência. Tenho uma folha excel com um calendário de comunicação, onde anoto ideias gerais para episódios futuros e começo a distribuí-las pelas várias terças-feiras do mês, tentando criar uma lógica na comunicação.
Normalmente, basta-me pôr um título provisório e, eventualmente, algumas ideias soltas do que quero falar e isso é rastilho suficiente para me lançar a escrever. No fundo, não é muito diferente das composições que fazia na aula de Português do 8.º ano, ou dos posts de blog, formato que conheci e que adoptei com todo o entusiasmo e coração quando me mudei para a Argentina em 2007. Nessa altura, tinha um blog chamado “Entre Lisboa e Buenos Aires” e aí me diverti a contar episódios caricatos da minha vida nessas duas cidades, uma em que vivia, outra onde vinha de férias e onde tinha parte do meu coração.
Bem, estabelecido que está o meu entusiasmo pela escrita neste formato, não é de admirar que agora adore escrever os guiões destes episódios, que são, basicamente, como posts de blog com a diferença de que agora vos são servidos em formato áudio. Em áudio, porque eu própria adoro ouvir podcasts, e adoro a sensação de proximidade na comunicação que sinto ao ter alguém a segredar-me mensagens ao ouvido. Aliás, com a experiência acumulada de dez anos de Anita no Trabalho, podcast áudio que lancei com a minha amiga Eli em 2016, não tive a menor dúvida de que as “Confissões” seriam também em áudio.
Voltando aqui ao tema, e já vêem que aqui se começam a destapar os mecanismos da procrastinação, em que já vamos com cerca de um quarto de episódio escrito e ainda não falei sobre o que me aconteceu… bom, se calhar já estão a intuir que este atraso a falar da procrastinação é, ele próprio, um mecanismo da procrastinação.
Pois bem, estava então a organizar o calendário de comunicação e a decidir o tema desta semana e dei por mim a pensar que não sabia o que fazer, por onde pegar, então recorri ao meu caderno e a uma caneta e pus-me a escrever. Porque escrever à mão é um espectacular desbloqueador de ideias. E assim que comecei a deslizar a caneta sobre o papel, a fazer download da falta de ideias que estava dentro da minha cabeça, a escrever algo como “quero escrever um guião de podcast sobre procrastinação mas não me está a ocorrer n…” e nem consegui terminar essa frase, porque imediatamente a minha cabeça me começou a falar de outro tema.
Um dos projectos que tinha para Janeiro de 2026 era fazer a transição da plataforma de envio de mails, projecto esse que está concluído, e que portanto só falta mesmo terminar fazendo o cancelamento da conta paga na plataforma anterior (que ainda não fiz porque… procrastinação?). E o meu cérebro achou que este era o momento ideal para trazer isso à consciência, precisamente na altura em que me sento a tentar desbloquear e encontrar o fio à meada do que vos quero contar neste episódio sobre procrastinação.
Está confuso? Pois até para mim está. Basicamente, quando me sento e me foco na escrita sobre procrastinação, o meu cérebro arranja maneira de desviar a minha atenção para outro sítio, procrastinando na tarefa actual ao mostrar-me como estou a adiar aquela outra tarefa.
Parecem aquelas bonecas russas que saem umas de dentro das outras. Basicamente, uma matrioshka de procrastinação.
Uffff, até eu estou cansada ao ver como os fios deste novelo se emaranham todos, e de como tenho de ter calma para com cuidado e muito método pegar num fio e começar a deslindá-lo, para poder articular as ideias de uma forma inteligível.
Resumidamente, acontece assim: tenho um projecto que adoro e que não só quero como também preciso de fazer – neste caso, escrever este episódio de “Confissões”. Quando me sento a fazê-lo, o meu cérebro lembra-se de vinte e três outras coisas que precisam de ser feitas, mas não necessariamente neste exacto momento. Contudo, é deveras tentador sair deste ligeiro desconforto de não me estar a ocorrer nada para dizer para ir fazer uma outra tarefa que o meu cérebro identificou, e que sabe como resolver, para ter aquela sensação de satisfação por ter uma tarefa para riscar da lista.
Bem, e como sair deste impasse?
Foi muito tentador ir tratar de cancelar a conta na plataforma de correio anterior, mas em vez disso tomei nota na minha lista de afazeres e voltei para aqui. No fundo, fiz download desse pensamento e voltei a concentrar-me no texto que tenho entre mãos.
Mas, logo a seguir, houve um ícone que me chamou a atenção, e nem tive tempo de resistir. Distraí-me a ver as mensagens no whatsapp, mais a mais agora que estamos a planificar uma viagem entre amigas. Obviamente, um tema muito mais apelativo do que a concentração que preciso para terminar de escrever este texto.
E assim foi, lá me perdi nas mensagens, depois dei por mim a voltar à tona e a cair-me a ficha de que preciso de escrever este texto, até porque não tenho todo o tempo do mundo e daqui a pouco faz-se a hora de ir levar crianças às suas actividades extracurriculares e puf, são horas de ir dormir outra vez.
Esta é aquela altura em que é essencial ir buscar a minha caixa de ferramentas para entender a procrastinação. Começo por fazer um ponto de situação e agradecer à procrastinação por aparecer, já que ela me traz sempre informação importante. No caso, diz-me que este texto que me proponho escrever é importante para mim, e é importante que saia claro, coeso, mesmo que tenha nascido de um novelo dentro do meu cérebro.
Depois, e sempre que preciso, agarro na caneta e no meu bloco para me ajudar a sistematizar as ideias. Primeiro, escrevo-as todas de supetão, à medida que me vão aparecendo, e depois vou encarrilando umas nas outras, para que façam sentido. Nada como a escrita à mão para nos ajudar nesta parte. E depois tento que o ambiente que me rodeia me distraia menos, cortando notificações e desligando apps que não estou a usar. Muitas vezes preciso de fazer uma ligeira pausa e mexer o meu corpo, então vou à cozinha buscar uma chávena de chá fumegante, que trago para o pé de mim para fazer deste momento o mais delicioso possível, até porque a tarefa que tenho pela frente também é, ela própria, deliciosa. Lembram-se de vos ter dito que adorava fazer as composições no 8.º ano? E que, quando criei o meu primeiro blog, o “Entre Lisboa e Buenos Aires”, os posts me traziam uma alegria imensa? Escrevia porque queria e quando queria, e normalmente queria muitas vezes, porque era divertido. E então convoco esse divertimento que já senti antes e trago-o para aqui, para este momento e para este episódio, e assim, aos poucos, vou articulando estas ideias que tenho para partilhar convosco.
E porque sei que a procrastinação é um tema que nos toca a todas, é humano e transversal, e porque sei também que não se trata nem de falta de vontade, nem de falta de organização ou de disciplina, e gosto de olhar para a procrastinação através da lente da curiosidade, quero convidar-vos a todas para uma Masterclass gratuita sobre Procrastinação que terá lugar em Maio. As inscrições são gratuitas e já estão abertas, e o respectivo link estará nas notas deste episódio.
Nesta Masterclass, vamos perceber o que é a procrastinação e os seus mecanismos e vamos começar a dar os primeiros passos para a identificar, assim que ela aparece, e depois para a superar.
Como todo o trabalho, não é coisa que se resolva de uma só vez, de uma penada só, mas entender que a procrastinação nos traz informação muito útil ajuda-nos tremendamente a desmontá-la, por um lado, e a começar a superá-la, por outro. Por isso, fica aqui o convite para a Masterclass gratuita sobre Procrastinação, que terá lugar na primeira semana de Maio. As inscrições estão abertas e são gratuitas, e se estás cansada de te sentir a procrastinar na vida e pronta para mudar a tua perspectiva, então espero que te queiras juntar a nós. O link para as inscrições na Masterclass gratuita estará disponível nas notas deste episódio. Até lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
By Ana Isabel RamosEsta semana, quero contar-vos a história de bastidores deste episódio, que mostra muito claramente os mecanismos da procrastinação em acção. Digo-vos que não me canso de rir da ironia de tudo isto!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana, quero contar-vos a história de bastidores deste episódio, que mostra muito claramente os mecanismos da procrastinação em acção. Digo-vos que não me canso de rir da ironia de tudo isto!
Ora bem, vejam vocês que eu me sento a planificar os episódios de podcast com algum tempo de antecedência. Tenho uma folha excel com um calendário de comunicação, onde anoto ideias gerais para episódios futuros e começo a distribuí-las pelas várias terças-feiras do mês, tentando criar uma lógica na comunicação.
Normalmente, basta-me pôr um título provisório e, eventualmente, algumas ideias soltas do que quero falar e isso é rastilho suficiente para me lançar a escrever. No fundo, não é muito diferente das composições que fazia na aula de Português do 8.º ano, ou dos posts de blog, formato que conheci e que adoptei com todo o entusiasmo e coração quando me mudei para a Argentina em 2007. Nessa altura, tinha um blog chamado “Entre Lisboa e Buenos Aires” e aí me diverti a contar episódios caricatos da minha vida nessas duas cidades, uma em que vivia, outra onde vinha de férias e onde tinha parte do meu coração.
Bem, estabelecido que está o meu entusiasmo pela escrita neste formato, não é de admirar que agora adore escrever os guiões destes episódios, que são, basicamente, como posts de blog com a diferença de que agora vos são servidos em formato áudio. Em áudio, porque eu própria adoro ouvir podcasts, e adoro a sensação de proximidade na comunicação que sinto ao ter alguém a segredar-me mensagens ao ouvido. Aliás, com a experiência acumulada de dez anos de Anita no Trabalho, podcast áudio que lancei com a minha amiga Eli em 2016, não tive a menor dúvida de que as “Confissões” seriam também em áudio.
Voltando aqui ao tema, e já vêem que aqui se começam a destapar os mecanismos da procrastinação, em que já vamos com cerca de um quarto de episódio escrito e ainda não falei sobre o que me aconteceu… bom, se calhar já estão a intuir que este atraso a falar da procrastinação é, ele próprio, um mecanismo da procrastinação.
Pois bem, estava então a organizar o calendário de comunicação e a decidir o tema desta semana e dei por mim a pensar que não sabia o que fazer, por onde pegar, então recorri ao meu caderno e a uma caneta e pus-me a escrever. Porque escrever à mão é um espectacular desbloqueador de ideias. E assim que comecei a deslizar a caneta sobre o papel, a fazer download da falta de ideias que estava dentro da minha cabeça, a escrever algo como “quero escrever um guião de podcast sobre procrastinação mas não me está a ocorrer n…” e nem consegui terminar essa frase, porque imediatamente a minha cabeça me começou a falar de outro tema.
Um dos projectos que tinha para Janeiro de 2026 era fazer a transição da plataforma de envio de mails, projecto esse que está concluído, e que portanto só falta mesmo terminar fazendo o cancelamento da conta paga na plataforma anterior (que ainda não fiz porque… procrastinação?). E o meu cérebro achou que este era o momento ideal para trazer isso à consciência, precisamente na altura em que me sento a tentar desbloquear e encontrar o fio à meada do que vos quero contar neste episódio sobre procrastinação.
Está confuso? Pois até para mim está. Basicamente, quando me sento e me foco na escrita sobre procrastinação, o meu cérebro arranja maneira de desviar a minha atenção para outro sítio, procrastinando na tarefa actual ao mostrar-me como estou a adiar aquela outra tarefa.
Parecem aquelas bonecas russas que saem umas de dentro das outras. Basicamente, uma matrioshka de procrastinação.
Uffff, até eu estou cansada ao ver como os fios deste novelo se emaranham todos, e de como tenho de ter calma para com cuidado e muito método pegar num fio e começar a deslindá-lo, para poder articular as ideias de uma forma inteligível.
Resumidamente, acontece assim: tenho um projecto que adoro e que não só quero como também preciso de fazer – neste caso, escrever este episódio de “Confissões”. Quando me sento a fazê-lo, o meu cérebro lembra-se de vinte e três outras coisas que precisam de ser feitas, mas não necessariamente neste exacto momento. Contudo, é deveras tentador sair deste ligeiro desconforto de não me estar a ocorrer nada para dizer para ir fazer uma outra tarefa que o meu cérebro identificou, e que sabe como resolver, para ter aquela sensação de satisfação por ter uma tarefa para riscar da lista.
Bem, e como sair deste impasse?
Foi muito tentador ir tratar de cancelar a conta na plataforma de correio anterior, mas em vez disso tomei nota na minha lista de afazeres e voltei para aqui. No fundo, fiz download desse pensamento e voltei a concentrar-me no texto que tenho entre mãos.
Mas, logo a seguir, houve um ícone que me chamou a atenção, e nem tive tempo de resistir. Distraí-me a ver as mensagens no whatsapp, mais a mais agora que estamos a planificar uma viagem entre amigas. Obviamente, um tema muito mais apelativo do que a concentração que preciso para terminar de escrever este texto.
E assim foi, lá me perdi nas mensagens, depois dei por mim a voltar à tona e a cair-me a ficha de que preciso de escrever este texto, até porque não tenho todo o tempo do mundo e daqui a pouco faz-se a hora de ir levar crianças às suas actividades extracurriculares e puf, são horas de ir dormir outra vez.
Esta é aquela altura em que é essencial ir buscar a minha caixa de ferramentas para entender a procrastinação. Começo por fazer um ponto de situação e agradecer à procrastinação por aparecer, já que ela me traz sempre informação importante. No caso, diz-me que este texto que me proponho escrever é importante para mim, e é importante que saia claro, coeso, mesmo que tenha nascido de um novelo dentro do meu cérebro.
Depois, e sempre que preciso, agarro na caneta e no meu bloco para me ajudar a sistematizar as ideias. Primeiro, escrevo-as todas de supetão, à medida que me vão aparecendo, e depois vou encarrilando umas nas outras, para que façam sentido. Nada como a escrita à mão para nos ajudar nesta parte. E depois tento que o ambiente que me rodeia me distraia menos, cortando notificações e desligando apps que não estou a usar. Muitas vezes preciso de fazer uma ligeira pausa e mexer o meu corpo, então vou à cozinha buscar uma chávena de chá fumegante, que trago para o pé de mim para fazer deste momento o mais delicioso possível, até porque a tarefa que tenho pela frente também é, ela própria, deliciosa. Lembram-se de vos ter dito que adorava fazer as composições no 8.º ano? E que, quando criei o meu primeiro blog, o “Entre Lisboa e Buenos Aires”, os posts me traziam uma alegria imensa? Escrevia porque queria e quando queria, e normalmente queria muitas vezes, porque era divertido. E então convoco esse divertimento que já senti antes e trago-o para aqui, para este momento e para este episódio, e assim, aos poucos, vou articulando estas ideias que tenho para partilhar convosco.
E porque sei que a procrastinação é um tema que nos toca a todas, é humano e transversal, e porque sei também que não se trata nem de falta de vontade, nem de falta de organização ou de disciplina, e gosto de olhar para a procrastinação através da lente da curiosidade, quero convidar-vos a todas para uma Masterclass gratuita sobre Procrastinação que terá lugar em Maio. As inscrições são gratuitas e já estão abertas, e o respectivo link estará nas notas deste episódio.
Nesta Masterclass, vamos perceber o que é a procrastinação e os seus mecanismos e vamos começar a dar os primeiros passos para a identificar, assim que ela aparece, e depois para a superar.
Como todo o trabalho, não é coisa que se resolva de uma só vez, de uma penada só, mas entender que a procrastinação nos traz informação muito útil ajuda-nos tremendamente a desmontá-la, por um lado, e a começar a superá-la, por outro. Por isso, fica aqui o convite para a Masterclass gratuita sobre Procrastinação, que terá lugar na primeira semana de Maio. As inscrições estão abertas e são gratuitas, e se estás cansada de te sentir a procrastinar na vida e pronta para mudar a tua perspectiva, então espero que te queiras juntar a nós. O link para as inscrições na Masterclass gratuita estará disponível nas notas deste episódio. Até lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.