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Esta semana quero falar-vos de uma coisa que absolutamente adoro que são as actividades “só porque sim”. Conhecem esse conceito? As actividades “só porque sim” são aquelas actividades que fazemos sem qualquer tipo de finalidade para além de nos dar prazer. São actividades que não servem qualquer propósito a nível familiar, logístico ou laboral e servem só, mas só mesmo para nos divertir.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana quero falar-vos de uma coisa que absolutamente adoro que são as actividades “só porque sim”. Conhecem esse conceito? As actividades “só porque sim” são aquelas actividades que fazemos sem qualquer tipo de finalidade para além de nos dar prazer. São actividades que não servem qualquer propósito a nível familiar, logístico ou laboral e servem só, mas só mesmo para nos divertir. No meu caso, as minhas actividades “só porque sim” são desenhar no meu diário gráfico, coisa que adoro e que faço todos os dias desde o início de 2021; tocar cavaquinho, um instrumento em que, mesmo sabendo poucos acordes, já é suficiente para tocar uma série de canções; e cantar em coro, que é algo que adoro e que consegui voltar a fazer em Setembro de 2025, depois de anos sem cantar num coro.
(A título de curiosidade, e abrindo aqui um parêntesis, quando vim para Lisboa estudar na faculdade, no final do século passado, a minha irmã mais velha levou-me logo ao ensaio do coro a que ela pertencia. Fiquei extasiada com aquela alquimia que acontecia quando se misturavam as vozes dos diferentes naipes e aconteciam aquelas harmonias. Lembro-me de ter ficado imediatamente com pele de galinha e pensar “eu quero participar nesta magia!”. Fiz parte desse coro durante vários anos, enquanto fazia o curso superior. Depois, não sei se por ter terminado o curso, ou talvez por aquele grupo ter deixado de existir, deixei de cantar em coro durante muitos anos. E agora, mais de duas décadas mais tarde, voltei a cantar em coro e é uma alegria imensa. Fecho parêntesis.)
As actividades “só porque sim” têm a enorme e principal função de nos dar prazer. Mas agora imaginem aqueles anúncios de televendas em que os apresentadores dizem: “Espere! Mas há mais!”. E aqui também vos digo: “Esperem! Mas há mais!”, pois estas actividades “só porque sim” são também veículos de excelência para nos levarem à brincadeira, ao jogo, ao lúdico – e sabem quem é que gosta muito de brincadeira, de jogo e da parte lúdica da vida? É a nossa criança interior. A nossa criança interior adora estas actividades, mas, coitada, em geral tem pouca sorte connosco, adultas ocupadas e cheias de tarefas laborais, domésticas, de cuidado de terceiros e também logísticas.
Quando vivemos com a agenda tipo tetris, em que as obrigações se encadeiam umas nas outras sem intervalos, sem momentos de descanso, sem bolsas de oxigénio ali no meio, a nossa criança interior tem pouca oportunidade de brincar, e, como tal, recolhe-se timidamente na gruta interior em que vive. Não tem muita oportunidade de sair, e ainda que tivesse, vinha fazer o quê? Organizar boleias para as actividades extra curriculares? Pensar nos jantares da semana? Conseguem imaginar actividades mais aborrecidas para a nossa criança interior? Provavelmente não.
Por isso, a nossa criança interior espera até que nos dediquemos esse momento de actividade “só porque sim”, qualquer que seja a nossa actividade “só porque sim” desta época das nossas vidas. Conto-vos que de cada vez que canto em coro sinto arrepios, sinto-me a flutuar, sinto-me… bem, nem sei explicar muito bem, mas sinto-me feliz e o tempo passa a correr.
Mas agora imaginem só: enquanto que o ensaio do coro está marcado e tenho um compromisso com o resto do grupo, para tocar cavaquinho isso não acontece. Só depende de mim. Houve uma época em que ia buscar o cavaquinho depois do jantar e me punha a ensaiar canções de que gostava, desde Marco Paulo a Dua Lipa e Billie Eilish. Mas entretanto… imaginem. Não é que a procrastinação atacou? Nesta actividade que só depende de mim e da minha iniciativa, a procrastinação atacou em força e são mais os dias em que não vou buscar o cavaquinho depois do jantar do que os dias em que o faço. E é curioso, porque nos dias em que o faço, penso: “isto é tão divertido, porque é que não o fiz mais cedo?”. Nos dias em que não pego no cavaquinho, penso em mil coisas que de repente se afiguram mais importantes, mas na realidade até nem são.
A procrastinação é uma danada de uma amiga: aquela que chateia um bocado mas que diz as verdades. Não é a minha companhia favorita, mas é aquela que não mente. Usa artifícios, como fazer-me acreditar que outras coisas são mais importantes, como dobrar meias, por exemplo, mas se lhe for levantando cuidadosamente o véu, a verdade começa a aparecer. A procrastinação ataca – e bem – porque realmente é muito divertido tocar cavaquinho, cantar músicas, por muito que me trema a voz e por muito que os meus dedos se demorem a transitar entre acordes. É divertido e eu sei que a minha criança interior adora, inclusivamente delira com este momento que não serve para absolutamente mais nada senão dar-me prazer.
Curioso então pensar o que acontece com a outra actividade “só porque sim”, desenhar no meu diário gráfico. Essa também sofre de procrastinação ao longo do dia, mas – e agora aqui imaginem um mas enorme, garrafal – mas aqui entra também o perfeccionismo. Porque, no caso do desenho, o hábito é diário e comecei em 2021. Então já há cinco anos inteiros em que desenho todos os dias. E, tendo em conta o meu perfil, é fácil cair na armadilha do perfeccionismo, e de ter mesmo de desenhar todos os dias para manter a sequência ininterrupta. E por isso, tem sido também todo um exercício aprender que há dias em que já é muito tarde, ou simplesmente o desenho não se dá, e não acontece absolutamente nada. Não cai um unicórnio do céu nem se afoga um golfinho alado, e portanto estou a aprender a aceitar que não desenhar um dia não quer dizer absolutamente nada.
Mas… sim, existe procrastinação, também, porque sei que vou adorar e me vou divertir a desenhar. Mas o ciclo da procrastinação é mais curto, porque é diário: quando adio, adio para o final do dia, quando às vezes já estou tão cansada que nem vejo bem. E depois penso: “para quê? Se tivesse desenhado mais cedo, teria sido mais divertido…”. Mas à luz do que sei hoje, eu sei bem porque é que a procrastinação apareceu: porque pode ser muito desconfortável para o nosso sistema nervoso sentir-se tão pleno, tão bem, tão feliz, tão satisfeito. Esta abundância pode ser asfixiante para nós, e portanto temos de ir ajudando o nosso sistema nervoso a habituar-se. De repente fez-me lembrar quando uma vez viajámos até à Bolívia, e que de repente passámos do nível médio das águas do mar para uma altitude de mais de 4000 metros. O corpo ressente-se, claro. É por isso que se aconselha a fazer aclimatações progressivas e ir aumentando a altitude gradualmente, dando tempo ao corpo para se adaptar.
Aqui no merecimento é igual: precisamos de ir aclimatando o nosso sistema nervoso a esta sensação de plenitude e abundância de amor, saúde, alegria, felicidade, recursos, tudo, porque senão o choque é grande e o desconforto nos obriga a encontrar mecanismos para interromper essa sensação. E aí entra a nossa amiga procrastinação, um belo mecanismo para interromper essa sensação de plenitude.
A procrastinação tem um papel fascinante nas nossas vidas e é um dos pilares que trabalhamos profundamente no Conectar para Liderar(-me), o programa de grupo de doze semanas cuja próxima edição terá início no último trimestre de 2026. Mas é um tema tão importante que me parece merecedor de todo um workshop só para si. E é também dos temas que mais me pedem para trabalhar em formato independente, de maneira que em Maio teremos uma formação inteiramente dedicada à procrastinação. Vamos ter uma Masterclass gratuita sobre procrastinação, à qual dei o nome de “ProcrastinAção!”, e, no final desta sessão gratuita, abriremos as portas ao workshop sobre procrastinação, um workshop que será composto por três sessões online onde abordaremos muito aprofundadamente o que é a procrastinação e como começar a superá-la. As inscrições para a Masterclass gratuita já estão abertas e vou deixar o link nas notas deste episódio. Se superar a procrastinação é algo que te interessa, então inscreve-te hoje mesmo e vemo-nos lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
By Ana Isabel RamosEsta semana quero falar-vos de uma coisa que absolutamente adoro que são as actividades “só porque sim”. Conhecem esse conceito? As actividades “só porque sim” são aquelas actividades que fazemos sem qualquer tipo de finalidade para além de nos dar prazer. São actividades que não servem qualquer propósito a nível familiar, logístico ou laboral e servem só, mas só mesmo para nos divertir.
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em www.airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrever a newsletter para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.
Dou-te as boas-vindas a mais uma confissão de uma super-perfeccionista em recuperação, um podcast sobre perfeccionismo, criatividade e empoderamento.
Nestas confissões, vou partilhar contigo os altos e baixos do meu longo caminho de recuperação do super-perfeccionismo.
Se também tu tens vontade de deixar para trás a excessiva exigência contigo própria, soltar o perfeccionismo e abraçar a criatividade que tens dentro de ti, quer te consideres uma pessoa artística, quer não, então fica aqui nas “Confissões”.
Olá e sejam bem-vindas a este episódio de “Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação”.
Esta semana quero falar-vos de uma coisa que absolutamente adoro que são as actividades “só porque sim”. Conhecem esse conceito? As actividades “só porque sim” são aquelas actividades que fazemos sem qualquer tipo de finalidade para além de nos dar prazer. São actividades que não servem qualquer propósito a nível familiar, logístico ou laboral e servem só, mas só mesmo para nos divertir. No meu caso, as minhas actividades “só porque sim” são desenhar no meu diário gráfico, coisa que adoro e que faço todos os dias desde o início de 2021; tocar cavaquinho, um instrumento em que, mesmo sabendo poucos acordes, já é suficiente para tocar uma série de canções; e cantar em coro, que é algo que adoro e que consegui voltar a fazer em Setembro de 2025, depois de anos sem cantar num coro.
(A título de curiosidade, e abrindo aqui um parêntesis, quando vim para Lisboa estudar na faculdade, no final do século passado, a minha irmã mais velha levou-me logo ao ensaio do coro a que ela pertencia. Fiquei extasiada com aquela alquimia que acontecia quando se misturavam as vozes dos diferentes naipes e aconteciam aquelas harmonias. Lembro-me de ter ficado imediatamente com pele de galinha e pensar “eu quero participar nesta magia!”. Fiz parte desse coro durante vários anos, enquanto fazia o curso superior. Depois, não sei se por ter terminado o curso, ou talvez por aquele grupo ter deixado de existir, deixei de cantar em coro durante muitos anos. E agora, mais de duas décadas mais tarde, voltei a cantar em coro e é uma alegria imensa. Fecho parêntesis.)
As actividades “só porque sim” têm a enorme e principal função de nos dar prazer. Mas agora imaginem aqueles anúncios de televendas em que os apresentadores dizem: “Espere! Mas há mais!”. E aqui também vos digo: “Esperem! Mas há mais!”, pois estas actividades “só porque sim” são também veículos de excelência para nos levarem à brincadeira, ao jogo, ao lúdico – e sabem quem é que gosta muito de brincadeira, de jogo e da parte lúdica da vida? É a nossa criança interior. A nossa criança interior adora estas actividades, mas, coitada, em geral tem pouca sorte connosco, adultas ocupadas e cheias de tarefas laborais, domésticas, de cuidado de terceiros e também logísticas.
Quando vivemos com a agenda tipo tetris, em que as obrigações se encadeiam umas nas outras sem intervalos, sem momentos de descanso, sem bolsas de oxigénio ali no meio, a nossa criança interior tem pouca oportunidade de brincar, e, como tal, recolhe-se timidamente na gruta interior em que vive. Não tem muita oportunidade de sair, e ainda que tivesse, vinha fazer o quê? Organizar boleias para as actividades extra curriculares? Pensar nos jantares da semana? Conseguem imaginar actividades mais aborrecidas para a nossa criança interior? Provavelmente não.
Por isso, a nossa criança interior espera até que nos dediquemos esse momento de actividade “só porque sim”, qualquer que seja a nossa actividade “só porque sim” desta época das nossas vidas. Conto-vos que de cada vez que canto em coro sinto arrepios, sinto-me a flutuar, sinto-me… bem, nem sei explicar muito bem, mas sinto-me feliz e o tempo passa a correr.
Mas agora imaginem só: enquanto que o ensaio do coro está marcado e tenho um compromisso com o resto do grupo, para tocar cavaquinho isso não acontece. Só depende de mim. Houve uma época em que ia buscar o cavaquinho depois do jantar e me punha a ensaiar canções de que gostava, desde Marco Paulo a Dua Lipa e Billie Eilish. Mas entretanto… imaginem. Não é que a procrastinação atacou? Nesta actividade que só depende de mim e da minha iniciativa, a procrastinação atacou em força e são mais os dias em que não vou buscar o cavaquinho depois do jantar do que os dias em que o faço. E é curioso, porque nos dias em que o faço, penso: “isto é tão divertido, porque é que não o fiz mais cedo?”. Nos dias em que não pego no cavaquinho, penso em mil coisas que de repente se afiguram mais importantes, mas na realidade até nem são.
A procrastinação é uma danada de uma amiga: aquela que chateia um bocado mas que diz as verdades. Não é a minha companhia favorita, mas é aquela que não mente. Usa artifícios, como fazer-me acreditar que outras coisas são mais importantes, como dobrar meias, por exemplo, mas se lhe for levantando cuidadosamente o véu, a verdade começa a aparecer. A procrastinação ataca – e bem – porque realmente é muito divertido tocar cavaquinho, cantar músicas, por muito que me trema a voz e por muito que os meus dedos se demorem a transitar entre acordes. É divertido e eu sei que a minha criança interior adora, inclusivamente delira com este momento que não serve para absolutamente mais nada senão dar-me prazer.
Curioso então pensar o que acontece com a outra actividade “só porque sim”, desenhar no meu diário gráfico. Essa também sofre de procrastinação ao longo do dia, mas – e agora aqui imaginem um mas enorme, garrafal – mas aqui entra também o perfeccionismo. Porque, no caso do desenho, o hábito é diário e comecei em 2021. Então já há cinco anos inteiros em que desenho todos os dias. E, tendo em conta o meu perfil, é fácil cair na armadilha do perfeccionismo, e de ter mesmo de desenhar todos os dias para manter a sequência ininterrupta. E por isso, tem sido também todo um exercício aprender que há dias em que já é muito tarde, ou simplesmente o desenho não se dá, e não acontece absolutamente nada. Não cai um unicórnio do céu nem se afoga um golfinho alado, e portanto estou a aprender a aceitar que não desenhar um dia não quer dizer absolutamente nada.
Mas… sim, existe procrastinação, também, porque sei que vou adorar e me vou divertir a desenhar. Mas o ciclo da procrastinação é mais curto, porque é diário: quando adio, adio para o final do dia, quando às vezes já estou tão cansada que nem vejo bem. E depois penso: “para quê? Se tivesse desenhado mais cedo, teria sido mais divertido…”. Mas à luz do que sei hoje, eu sei bem porque é que a procrastinação apareceu: porque pode ser muito desconfortável para o nosso sistema nervoso sentir-se tão pleno, tão bem, tão feliz, tão satisfeito. Esta abundância pode ser asfixiante para nós, e portanto temos de ir ajudando o nosso sistema nervoso a habituar-se. De repente fez-me lembrar quando uma vez viajámos até à Bolívia, e que de repente passámos do nível médio das águas do mar para uma altitude de mais de 4000 metros. O corpo ressente-se, claro. É por isso que se aconselha a fazer aclimatações progressivas e ir aumentando a altitude gradualmente, dando tempo ao corpo para se adaptar.
Aqui no merecimento é igual: precisamos de ir aclimatando o nosso sistema nervoso a esta sensação de plenitude e abundância de amor, saúde, alegria, felicidade, recursos, tudo, porque senão o choque é grande e o desconforto nos obriga a encontrar mecanismos para interromper essa sensação. E aí entra a nossa amiga procrastinação, um belo mecanismo para interromper essa sensação de plenitude.
A procrastinação tem um papel fascinante nas nossas vidas e é um dos pilares que trabalhamos profundamente no Conectar para Liderar(-me), o programa de grupo de doze semanas cuja próxima edição terá início no último trimestre de 2026. Mas é um tema tão importante que me parece merecedor de todo um workshop só para si. E é também dos temas que mais me pedem para trabalhar em formato independente, de maneira que em Maio teremos uma formação inteiramente dedicada à procrastinação. Vamos ter uma Masterclass gratuita sobre procrastinação, à qual dei o nome de “ProcrastinAção!”, e, no final desta sessão gratuita, abriremos as portas ao workshop sobre procrastinação, um workshop que será composto por três sessões online onde abordaremos muito aprofundadamente o que é a procrastinação e como começar a superá-la. As inscrições para a Masterclass gratuita já estão abertas e vou deixar o link nas notas deste episódio. Se superar a procrastinação é algo que te interessa, então inscreve-te hoje mesmo e vemo-nos lá!
Confissões de uma super-perfeccionista em recuperação é um podcast de Ana Isabel Ramos, designer, ilustradora, autora de livros e mentora de criatividade em airdesignstudio.com e no Instagram como @air_billy.
Se não queres perder nenhum episódio, poderás subscrevê-los na tua plataforma preferida de podcasts, ou então assinarr a newsletter em airdesignstudio.com para os receberes semanalmente na tua caixa de correio.
E se algo neste episódio vibrou dentro de ti, partilha-o com as pessoas da tua vida que poderão também encontrar um eco nestas confissões. Um passo de cada vez, recuperaremos do perfeccionismo e abraçaremos a fluidez para trazermos à superfície o melhor de nós.