Último episódio do ano e, contra todas as expectativas, passamos ilesas. Quase.
Nesse episódio a gente fala sobre fechar ciclos, largar pessoas, comportamentos e cobranças que já deram o que tinham que dar — inclusive a obsessão por produtividade, metas mirabolantes e a ideia de que o ano só valeu se rendeu alguma coisa.
Teve risada, autoironia e aquele balanço honesto de fim de ano: não viramos pessoas melhores, mas ficamos mais conscientes (e mais cansadas).
Se o próximo ano for menos sobre conquistar e mais sobre existir, já está ótimo.