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No segundo episódio de “Eros e Psiquê, conversas de amor e alma”, abordamos o tema: “Corpo: templo sagrado ou o maior dos boicotes”, onde lançamos algumas questões relativamente à forma como encaramos o nosso corpo. Nomear, aceitar, respeitar e considerarmos no nosso corpo a influência da nossa sexualidade? Acreditamos que a tomada de consciência traz empoderamento, tão essencial para uma sexualidade plena. De qualquer forma, mais uma vez, não recomendamos dar receitas ou soluções, mas apenas refletimos sobre o tema.
No primeiro episódio destas conversas de amor e alma, falamos de “Sexo e Amor: o ter e o fazer”, ou se a forma como nomeamos o ato e as nossas zonas erógenas define a maneira como nos relacionamos com elas, connosco e com os outros. E como essas relações podem condicionar o atingir da plenitude, enquanto seres humanos. Reflexões que apenas pretendem levantar questões e indicar caminhos. Não há receitas de sucesso ou conclusões a tirar. Juntem-se a nós.
[Nota Final] Neste episódio fazemos referência ao livro “Amor e Sexo no Tempo de Salazar”, de Isabel Freire (Esfera dos Livros, 2010).
Eros e psique
São conversas de amor e alma, onde trazemos o desafio de resgatar a boa reputação do erotismo, que durante séculos viveu encarcerado numa sociedade patriarcal, que o colocou pé de igualdade com a pornografia.
Nestes podcast apresentamos os nossos pontos de vista, pensamentos e reflexões sobre emoções, ansiedades, prazer, desejo, afetos, sentimentos, comportamentos e outros entos…numa perspectiva não clínica da sexualidade.
Contamos com quem nos ouve para alargar o debate e torná-lo mais rico. Apareçam.
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